Relatório de 2026-04-30
A contínua revisão de baixa na projeção de ganho de capital anual e o salto expressivo na base de cotistas marcaram a dinâmica do **HSRE11** em abril de 2026. O saldo acumulado de resultados avançou de R$ 0,44 para R$ 0,62 por cota, impulsionado pelo recebimento de R$ 4,07 milhões (R$ 0,46/cota) referentes à 9ª parcela da venda de ativos em São Luís e à antecipação parcial de Nova Iguaçu. Apesar da melhora no carrego financeiro de curto prazo, a gestão reduziu novamente a estimativa de ganho de capital total para o ano, passando de R$ 2,84 para R$ 2,38 por cota. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,85 por cota, refletindo estabilidade na distribuição de rendimentos. O valuation do patrimônio físico permanece ancorado por uma taxa de ocupação de 100% e inadimplência zerada. Destaca-se o crescimento acelerado da base de investidores, que quase dobrou ao saltar de 451 para 840 cotistas no período. Os riscos intrínsecos seguem inalterados, exigindo monitoramento da alta dependência das receitas da C&A (89,1%) e do paredão de vencimentos de contratos a partir de 2027 (99,9%).
Relatório de 2026-03-31
O forte incremento no ganho de capital impulsionou a recomposição do saldo acumulado do **HSRE11** em março de 2026, saltando de R$ 0,24 para R$ 0,44 por cota. Esse movimento foi viabilizado pelo recebimento de R$ 4,05 milhões (R$ 0,46/cota) referentes à 8ª parcela da venda da loja em São Luís e à antecipação de 50% da última parcela do ativo em Nova Iguaçu. Apesar do alívio no carrego financeiro de curto prazo, a gestão revisou novamente para baixo a expectativa de ganho de capital total para o ano, ajustando a projeção de R$ 3,30 para R$ 2,84 por cota. O pagamento de dividendos mensais permaneceu estabilizado em R$ 0,85 por cota. O valuation do patrimônio físico segue ancorado em uma taxa de ocupação de 100% e inadimplência zerada, enquanto a base de cotistas apresentou leve expansão, atingindo 451 investidores. A alta concentração de receitas na C&A (89,1%) e o vencimento massivo de contratos a partir de 2027 (99,9%) continuam como os principais riscos intrínsecos da tese, exigindo monitoramento contínuo do risco de crédito corporativo.
Relatório de 2026-02-28
A contínua queima de reservas marcou o desempenho do **HSRE11** em fevereiro de 2026, com o saldo de resultados acumulados recuando de forma expressiva para R$ 0,24 por cota. O fundo manteve o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,85 por cota, suportado em parte pelo reconhecimento de R$ 242,2 mil (R$ 0,03/cota) referente à sexta parcela da venda de ativos em São Luís. O valuation do patrimônio físico permanece ancorado em uma taxa de ocupação de 100% e inadimplência zerada, refletindo a resiliência operacional dos imóveis. Contudo, a gestão revisou marginalmente para baixo a expectativa de ganho de capital total para o ano, ajustando-a para R$ 3,30 por cota. A base de investidores apresentou leve expansão, alcançando 425 cotistas. A alta concentração de receitas na C&A (89,1%) segue como o principal fator de risco intrínseco, exigindo monitoramento contínuo do carrego financeiro e do risco de crédito associado à varejista.
Relatório de 2026-01-31
A readequação no patamar de pagamento de dividendos ditou o ritmo operacional do **HSRE11** neste início de ano, com a distribuição recuando de R$ 0,95 para R$ 0,85 por cota. Esse movimento reflete a acomodação após os ganhos atípicos do mês anterior, evidenciada pela queda no saldo de resultados acumulados, que passou de R$ 1,13 para R$ 0,50 por cota. O carrego financeiro do mês foi suportado pelo reconhecimento de R$ 242,2 mil (R$ 0,03/cota) em ganho de capital referente à sexta parcela da venda de ativos em São Luís. A gestão ajustou levemente a projeção de ganho de capital total para 2026, fixando-a em R$ 3,32 por cota. No âmbito do patrimônio físico, o valuation e a resiliência do portfólio seguem ancorados em uma taxa de ocupação de 100% e inadimplência zerada, embora a concentração de 89,1% das receitas na C&A exija monitoramento contínuo do risco de crédito. A base de cotistas manteve a trajetória de leve expansão, alcançando 415 investidores.
Relatório de 2025-12-31
O forte incremento no saldo de resultados acumulados, que saltou de R$ 0,37 para R$ 1,13 por cota, e a realização de R$ 9,16 milhões em ganho de capital redefiniram a margem de carrego financeiro do **HSRE11** neste fechamento de ano. Contrastando com o mês anterior, a liquidez diária média sofreu uma contração severa, despencando de R$ 10,13 milhões para apenas R$ 135.356, evidenciando forte volatilidade na negociação no mercado secundário. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, impulsionado pelo recebimento de parcelas de vendas de ativos em São Luís e Tijuca, além de uma multa rescisória de R$ 628 mil (R$ 0,07/cota) por uma alienação não concluída. A base de cotistas apresentou leve expansão para 409 investidores, alinhada ao objetivo da gestão de pulverizar o passivo institucional. O patrimônio físico segue resiliente com 100% de ocupação e inadimplência zerada, mas a alta concentração de receitas na C&A (89,1%) exige monitoramento contínuo do valuation e do risco de crédito. Para 2026, a expectativa de ganho de capital com a venda de ativos foi projetada em R$ 3,36 por cota.
Relatório de 2025-11-28
A explosão na liquidez diária média, que saltou para R$ 10,13 milhões, marca uma mudança drástica na negociação do **HSRE11**, contrastando com a retração severa do mês anterior e indicando maior tração no mercado secundário. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, suportado pela realização de ganho de capital de R$ 892,8 mil (R$ 0,10/cota) oriundo das parcelas de venda de ativos em São Luís e no Centro de São Paulo. O saldo de resultados acumulados, no entanto, recuou de R$ 0,63 para R$ 0,37 por cota, reduzindo a margem de carrego financeiro. A expectativa de ganho de capital para o restante do ano sofreu nova revisão para baixo, passando de R$ 1,13 para R$ 1,03 por cota (R$ 9,16 milhões), o que exige atenção ao valuation de curto prazo. O patrimônio físico segue resiliente com 100% de ocupação e inadimplência zerada, mas a alta dependência da C&A (89,1% das receitas) e a base restrita de 381 cotistas reforçam a necessidade de pulverização do passivo, objetivo reiterado pela gestão para mitigar riscos e melhorar a dinâmica de negociação.
Relatório de 2025-10-31
O salto na distribuição de rendimentos para R$ 0,95 por cota reflete a forte realização de ganho de capital no mês, impulsionando o resultado acumulado do **HSRE11**, a despeito da expressiva contração na liquidez do mercado secundário. O pagamento de dividendos avançou frente aos R$ 0,90 do mês anterior, sustentado pelo recebimento de R$ 7,75 milhões (R$ 0,87 por cota) referentes às parcelas de venda de ativos em São Luís e Nova Iguaçu. Com isso, o saldo de resultados acumulados reverteu a queda anterior, saltando de R$ 0,08 para R$ 0,63 por cota, fortalecendo o carrego financeiro. Por outro lado, a liquidez diária média sofreu uma retração severa, caindo de R$ 588,6 mil para R$ 111,4 mil, o que reforça o desafio da gestão em pulverizar a base de cotistas, atualmente concentrada em institucionais. A expectativa de ganho de capital para o restante do ano foi revisada para baixo, passando de R$ 2,00 para R$ 1,13 por cota (R$ 10,06 milhões), impactando o valuation de curto prazo. O patrimônio físico permanece estável, mantendo 100% de ocupação e inadimplência zerada, mas a alta dependência da varejista C&A (89,1% das receitas) continua exigindo monitoramento contínuo de crédito.
Relatório de 2025-09-30
O aumento na distribuição de dividendos para R$ 0,90 por cota e a forte recuperação da liquidez diária marcam o mês do **HSRE11**, contrastando com a contínua compressão do carrego financeiro. A gestão elevou os rendimentos mensais frente aos R$ 0,85 do mês anterior, suportada pelo recebimento da segunda parcela da venda de ativos, especificamente a loja de São Luís, que gerou um ganho de capital de R$ 0,03 por cota. No mercado secundário, o volume de negociação saltou expressivamente, saindo da mínima de R$ 31,6 mil para uma média diária de R$ 588,6 mil. Apesar da estabilidade física do patrimônio, que sustenta 100% de ocupação e inadimplência zerada, o saldo de resultados acumulados sofreu nova retração, caindo de R$ 0,33 para R$ 0,08 por cota. Adicionalmente, a expectativa de ganho de capital para o restante do ano foi levemente revisada para baixo, passando a R$ 2,00 por cota (R$ 17,8 milhões). O fundo mantém seu perfil de alta concentração, com a varejista C&A representando 89,1% das receitas contratadas, exigindo monitoramento contínuo do risco de crédito deste locatário.
Relatório de 2025-08-29
O recebimento da primeira parcela referente à venda da loja de São Luís marcou a movimentação financeira do **HSRE11** neste mês, gerando um ganho de capital de R$ 0,03 por cota. A distribuição de rendimentos mensais permaneceu estabilizada em R$ 0,85 por cota, sem alterações em relação ao patamar normalizado do mês anterior. Contudo, o carrego financeiro da operação continua em trajetória de retração, com o saldo de resultados acumulados caindo de R$ 0,54 para R$ 0,33 por cota. A expectativa de ganho de capital total para o restante do ano sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 2,06 para R$ 2,03 por cota (R$ 18,06 milhões), já incorporando a projeção de correção monetária sobre as parcelas futuras das vendas de ativos. No mercado secundário, a liquidez diária média sofreu uma queda abrupta, despencando do patamar de R$ 944 mil para apenas R$ 31,6 mil. O patrimônio mantém estabilidade física com 100% de ocupação e inadimplência zerada, mas segue exposto ao risco de concentração, com a varejista C&A respondendo por 89,1% das receitas contratadas.
Relatório de 2025-07-31
A venda da Loja de São Luís por R$ 12 milhões zerou a vacância física do portfólio e reajustou as projeções de ganho de capital do **HSRE11** neste mês. Diferente do período anterior, que registrou um pico de R$ 1,72 por cota devido à alienação da unidade Tijuca, o pagamento de dividendos normalizou para R$ 0,85 por cota. A recente venda de ativos, que representava 4,9% da ABL e encontrava-se desocupada, elevou a expectativa de ganho de capital total para o restante do ano a R$ 2,06 por cota, já englobando recebíveis de negociações passadas. No mercado secundário, a liquidez diária média perdeu o patamar milionário, recuando para R$ 944 mil. O carrego financeiro também apresentou retração, com o saldo de resultados acumulados caindo de R$ 0,95 para R$ 0,54 por cota. Apesar da melhora operacional com inadimplência nula e ocupação total, os riscos atrelados ao patrimônio permanecem concentrados, visto que a varejista C&A ainda responde por 89,1% das receitas contratadas do fundo.
Relatório de 2025-07-02
O fundo imobiliário **HSRE11** divulgou a conclusão da venda de um imóvel comercial anteriormente desocupado em São Luís (MA) pelo valor total de R$ 12.000.000,00. Com a conclusão da transação do ativo, a vacância do portfólio do **HSRE11** foi reduzida a zero.
O pagamento ocorrerá de forma parcelada, sendo R$ 2.400.000,00 pagos à vista e o saldo remanescente de R$ 9.600.000,00 dividido em 24 parcelas mensais e sucessivas de R$ 400.000,00 cada, sem reajuste monetário. A gestora do **HSRE11** projeta um ganho de capital líquido estimado de R$ 6.908.877,00, correspondente a R$ 0,78 por cota, condicionado ao recebimento integral das parcelas.
Relatório de 2025-06-30
A venda da Loja Tijuca por R$ 55 milhões reconfigurou o patamar de distribuição do **HSRE11** neste mês, impulsionando o pagamento de dividendos para R$ 1,72 por cota, um salto expressivo em relação aos R$ 0,65 do período anterior. Essa venda de ativos gerou um sinal imediato de R$ 11 milhões e elevou a projeção de ganho de capital total para o restante do ano de R$ 0,92 para R$ 1,93 por cota, já englobando as parcelas a receber de Nova Iguaçu, Centro de São Paulo e Tijuca. No mercado secundário, a liquidez diária média reverteu a tendência de queda, recuperando o patamar milionário ao registrar R$ 1,55 milhão negociados. Apesar da forte entrada de caixa, o saldo de lucros acumulados recuou de R$ 1,22 para R$ 0,95 por cota após as distribuições. A estabilidade operacional se mantém com vacância estagnada em 4,2% (ocupação de 95,8%) e inadimplência zerada, porém os riscos de concentração do portfólio seguem inalterados, com a C&A respondendo por 89,2% das receitas atreladas ao patrimônio do fundo.
Relatório de 2025-06-10
O fundo **HSRE11** comunicou a celebração de um compromisso de venda de uma loja de rua localizada na cidade do Rio de Janeiro pelo montante de R$ 55.000.000,00, operação que representa uma importante venda de ativos do portfólio. O ativo transacionado possui uma área bruta locável (ABL) de 5.649 m² e responde atualmente por 8,1% das receitas imobiliárias correntes da carteira.
O cronograma financeiro do negócio prevê o recebimento de R$ 11.000.000,00 a título de sinal na data de assinatura e o saldo remanescente de R$ 44.000.000,00 dividido em 4 parcelas semestrais consecutivas. O **HSRE11** manterá o direito de receber os próximos 3 aluguéis devidos pela atual locatária, sendo que a outorga da escritura definitiva de venda de ativos está condicionada à quitação integral do preço pactuado.
Relatório de 2025-05-30
A entrada de caixa proveniente da segunda parcela da venda da loja do Centro de São Paulo ditou o ritmo operacional do **HSRE11** no mês de referência, agregando um lucro contábil isolado de R$ 0,07 por cota. Diferente do mês anterior, que havia sido impulsionado pelo ativo de Nova Iguaçu, a atual movimentação manteve o robusto saldo de lucros acumulados estacionado em R$ 1,22 por cota, garantindo previsibilidade para o pagamento de dividendos, que seguiram no patamar de R$ 0,65 por cota. A projeção de ganho de capital total para o restante do ano sofreu um leve ajuste de R$ 0,99 para R$ 0,92 por cota. No mercado secundário, o ponto de alerta recai sobre a liquidez diária média, que aprofundou sua queda e rompeu a barreira de R$ 1 milhão, registrando apenas R$ 985 mil negociados diariamente. Apesar da estabilidade na taxa de ocupação de 95,8% e da inadimplência zerada, a alta dependência das receitas atreladas à C&A (89,2% da receita contratada) exige monitoramento contínuo quanto ao risco de concentração do portfólio e eventuais impactos no patrimônio do fundo.
Relatório de 2025-04-30
O recebimento da 3ª parcela referente à venda de ativos em Nova Iguaçu impulsionou o saldo de lucros acumulados do **HSRE11**, que saltou de R$ 0,46 para R$ 1,22 por cota no mês de referência. A operação gerou um lucro contábil isolado de R$ 0,82 por cota, reforçando a capacidade de pagamento de dividendos no curto prazo, que se manteve em R$ 0,65 por cota (dividend yield anualizado de 7,6%). Por outro lado, a gestão revisou a projeção de ganho de capital total para 2025, reduzindo a estimativa de R$ 1,82 para R$ 0,99 por cota, já incorporando a correção monetária das parcelas futuras. O patrimônio líquido apresentou leve retração, encerrando em R$ 807,8 milhões, enquanto a liquidez diária média sofreu uma queda expressiva, passando de R$ 5,1 milhões para R$ 2,3 milhões. A estabilidade operacional segue ancorada na vacância física inalterada de 4,2% (ocupação de 95,8%) e na inadimplência zerada, mitigando riscos imediatos na geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-03-31
O forte resultado da C&A, principal locatária do portfólio, reforçou a estabilidade operacional do fundo em um cenário de juros elevados, enquanto a gestão projeta o recebimento de parcelas de vendas de ativos que destravarão ganhos de capital. A tese de alocação do **HSRE11** concentra-se em imóveis comerciais e institucionais, com 89,2% da receita atrelada à varejista e 97,3% dos contratos indexados ao IPCA. No mês de referência, o pagamento de dividendos foi de R$ 0,65 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 7,7%. A gestão destacou a expectativa de recebimento de parcelas referentes à alienação de lojas em Nova Iguaçu e no centro de São Paulo, projetando um ganho de capital total de R$ 1,82 por cota para 2025. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 813,9 milhões, com vacância física controlada em 4,2% (ocupação de 95,8%) e inadimplência zerada. A liquidez diária média alcançou R$ 5,1 milhões, refletindo a busca por rentabilidade mensal no mercado secundário. O saldo atual de lucros acumulados a distribuir é de R$ 0,46 por cota, mitigando riscos de curto prazo na distribuição de rendimentos mensais.