Relatório de 2026-04-30
A alienação de nove unidades hoteleiras em março acelerou o ciclo de desinvestimento do **HTMX11**, gerando um lucro líquido de R$ 1,1058 por cota e reduzindo o carrego da carteira para 731 quartos. Diferente do mês anterior, que contou com a venda de seis ativos, a saída definitiva do Ibis São Paulo Paulista marcou a movimentação recente do portfólio. No âmbito operacional, a taxa de ocupação avançou de 42% para 51% na comparação mensal, impulsionando o RevPAR para R$ 290, embora o feriado de Carnaval tenha provocado uma retração de 5% neste indicador em relação ao mesmo período do ano passado. O valor patrimonial do fundo apresentou leve valorização, passando de R$ 427,6 milhões para R$ 432,4 milhões. Para investidores que monitoram o valuation e o pagamento de dividendos, o principal risco intrínseco segue atrelado à judicialização do PERSE, visto que a cobrança de impostos foi retomada pelas operadoras até que haja uma decisão definitiva, o que deve pressionar a rentabilidade líquida dos ativos no curto prazo.
Relatório de 2026-03-31
A venda de mais seis unidades hoteleiras sustentou o aumento nos rendimentos mensais do **HTMX11**, que distribuiu R$ 1,20 por cota neste ciclo, superando o patamar de R$ 1,00 do mês anterior. O lucro líquido gerado pelas alienações no Intercity Paulista e Estanplaza International atingiu R$ 0,81 por cota, compensando a retração sazonal da operação hoteleira de janeiro, que registrou queda na taxa de ocupação para 42% e no RevPAR para R$ 202 (ante 52% e R$ 280 no baseline). O carrego da carteira foi ajustado para 740 quartos, refletindo a continuidade do ciclo de desinvestimento, enquanto o valor patrimonial recuou levemente para R$ 427,6 milhões. Investidores focados em valuation devem manter no radar a judicialização do PERSE, cuja extinção prevista segue como o principal risco intrínseco para o pagamento de dividendos futuros, impactando diretamente a rentabilidade líquida dos ativos.
Relatório de 2026-02-27
A aceleração no ritmo de venda de ativos marcou o mês do **HTMX11**, com a alienação de 6 unidades hoteleiras gerando um lucro líquido de R$ 0,91 por cota, o dobro do reportado no ciclo anterior. Apesar desse ganho de capital, os rendimentos mensais recuaram para R$ 1,00 por cota, refletindo a forte contração operacional típica do fim de ano. A taxa de ocupação despencou para 52% (ante 74% no baseline) e o RevPAR ajustou drasticamente para R$ 280, evidenciando o peso do recesso corporativo, mitigado apenas parcialmente por eventos pontuais e 'layovers' climáticos. O carrego da carteira passou a contar com 746 quartos, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 433,2 milhões. Investidores focados em valuation devem seguir monitorando a iminente cobrança de impostos atrelada ao fim do PERSE, que segue judicializada e pode pressionar a distribuição futura.
Relatório de 2026-01-30
A forte performance operacional impulsionada pelo calendário de eventos em São Paulo, com destaque para a Fórmula 1, elevou o RevPAR do **HTMX11** para R$ 512, marcando um avanço expressivo frente aos R$ 396 do ciclo anterior. Apesar da melhora na ocupação, que atingiu 74%, o ritmo de desinvestimento desacelerou. A venda de ativos limitou-se a 3 unidades hoteleiras em dezembro, gerando um lucro líquido de R$ 0,42 por cota, o que impactou diretamente o pagamento de dividendos, reduzido de R$ 1,80 para R$ 1,25. O valor do patrimônio líquido acompanhou as amortizações e ajustou levemente para R$ 409,5 milhões. Investidores que avaliam o valuation e os rendimentos mensais devem monitorar o carrego da carteira, agora com 752 quartos, e os riscos fiscais atrelados à iminente extinção do PERSE, cujas disputas judiciais seguem sem desfecho definitivo, mantendo a pressão sobre as margens operacionais.
Relatório de 2025-12-31
A aceleração no desinvestimento marcou o mês do **HTMX11**, com a venda de 10 unidades hoteleiras em novembro gerando um lucro líquido de R$ 1,24 por cota e impulsionando o pagamento de dividendos para R$ 1,80. Este movimento concluiu a saída definitiva do fundo do empreendimento Intercity Premium Nações Unidas, reduzindo o inventário operacional para 755 quartos. Na ponta operacional, referente a outubro, os indicadores recuaram em relação ao ciclo anterior: a taxa de ocupação ajustou para 71%, a diária média caiu para R$ 556 e o RevPAR atingiu R$ 396, refletindo um calendário de eventos mais fraco. O valor patrimonial do fundo acompanhou as amortizações e retraiu para R$ 410,2 milhões. Investidores que monitoram o carrego e o valuation devem observar a continuidade da cobrança de impostos atrelados ao fim do PERSE, que segue pressionando as margens enquanto as medidas judiciais das operadoras permanecem sem definição.
Relatório de 2025-11-28
A venda de quatro unidades hoteleiras e o forte calendário de eventos em São Paulo sustentaram os rendimentos mensais do **HTMX11** em R$ 1,56 por cota. O fundo registrou um avanço na taxa de ocupação, que atingiu 72%, impulsionando o RevPAR para R$ 431, superando os R$ 404 do ciclo anterior. A diária média sofreu leve ajuste para R$ 597. Na frente de gestão de portfólio, a venda de ativos continuou com a alienação de quatro quartos em outubro, gerando um lucro líquido de R$ 0,4103 por cota e reduzindo o inventário para 765 unidades operacionais. O patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 413,5 milhões, reflexo das amortizações recentes. Investidores que avaliam o carrego e o valuation do fundo devem manter no radar o risco tributário atrelado ao PERSE, com previsão de extinção do benefício para abril de 2025 e cobrança ativa de impostos das operadoras enquanto as medidas judiciais não são concluídas.
Relatório de 2025-10-31
A forte retomada do turismo corporativo e do calendário de eventos em São Paulo impulsionou os rendimentos mensais do **HTMX11**, que saltaram para R$ 1,56 por cota neste ciclo, superando expressivamente os R$ 1,05 do mês anterior. Operacionalmente, a taxa de ocupação avançou para 67%, puxando a diária média para R$ 600 e resultando em um robusto crescimento do RevPAR para R$ 404. Na frente de gestão de portfólio, o fundo intensificou o desinvestimento com a venda de três unidades hoteleiras, gerando um lucro líquido de R$ 0,2577 por cota e ajustando o inventário para 769 quartos operacionais. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 415,7 milhões, refletindo as amortizações. Investidores que analisam o valuation e o carrego do ativo devem continuar monitorando os riscos tributários atrelados ao PERSE, cujos impostos voltaram a ser cobrados das operadoras enquanto as disputas judiciais não chegam a um desfecho definitivo.
Relatório de 2025-09-30
A continuidade do desaquecimento sazonal refletiu diretamente nos rendimentos mensais do **HTMX11**, que recuaram para R$ 1,05 por cota neste ciclo (frente aos R$ 1,22 do mês anterior). Operacionalmente, os reflexos das férias escolares de julho pressionaram a taxa de ocupação para 60% e a diária média para R$ 501, resultando em uma queda do RevPAR para R$ 300. Na frente de gestão de portfólio, o fundo manteve o ciclo de venda de ativos, alienando duas unidades hoteleiras em agosto com lucro líquido de R$ 0,1619 por cota, ajustando o inventário para 772 quartos operacionais. O patrimônio líquido apresentou leve avanço, alcançando R$ 419,3 milhões. Investidores avaliando o valuation e o carrego do fundo devem ponderar o risco tributário atrelado ao PERSE, cujos impostos seguem sendo cobrados das operadoras enquanto as medidas judiciais não apresentam desfecho definitivo.
Relatório de 2025-08-29
A forte sazonalidade do período, marcada pelo feriado de Corpus Christi e pelas férias escolares, retraiu a demanda corporativa e pressionou os indicadores operacionais do **HTMX11** neste mês. O pagamento de dividendos (rendimentos mensais) recuou para R$ 1,22 por cota, refletindo a queda na receita de aluguéis por apartamento, que passou de R$ 5.242 no ciclo anterior para R$ 3.731. Operacionalmente, a diária média cedeu para R$ 504 e a taxa de ocupação caiu para 63%, puxando o RevPAR para R$ 318. No carrego da carteira, a gestão acelerou a venda de ativos, alienando cinco unidades hoteleiras e reduzindo o inventário para 774 quartos operacionais. O patrimônio líquido acompanhou o movimento de ajuste, recuando para R$ 417,2 milhões. Investidores que avaliam o valuation do fundo devem monitorar o risco tributário atrelado ao PERSE, cujos impostos voltaram a ser cobrados enquanto as operadoras aguardam desfechos judiciais.
Relatório de 2025-07-31
A venda de mais uma unidade hoteleira e o forte incremento na diária média ditaram o ritmo do **HTMX11** neste mês, compensando a leve retração na ocupação. O pagamento de dividendos (rendimentos mensais) ajustou levemente para R$ 1,50 por cota, ante os R$ 1,54 do ciclo anterior, enquanto o patrimônio líquido recuou de R$ 419,4 milhões para R$ 418,6 milhões. Operacionalmente, a diária média saltou de R$ 559 para R$ 611, impulsionando o RevPAR para R$ 404 e elevando a receita de aluguéis por apartamento para R$ 5.242. A taxa de ocupação, contudo, cedeu de 68% para 66% devido ao impacto de feriados prolongados. No portfólio, a venda de ativos continuou com a alienação de um quarto por R$ 595,6 mil, reduzindo o inventário do fundo para 779 unidades. O carrego da carteira segue monitorando os riscos atrelados ao impacto tributário nas margens, visto que os impostos do PERSE voltaram a ser cobrados enquanto as operadoras aguardam decisões judiciais.
Relatório de 2025-06-30
A venda de três unidades hoteleiras e o aquecimento do calendário de eventos corporativos impulsionaram os rendimentos mensais do **HTMX11** para R$ 1,54 por cota neste mês, quase dobrando o patamar anterior de R$ 0,80. O desempenho operacional refletiu uma forte recuperação na taxa de ocupação, que saltou de 55% para 68%, tracionando o RevPAR para R$ 379. A receita de aluguéis por apartamento acompanhou o ritmo positivo, atingindo R$ 4.867, superando os R$ 4.503 do mês passado, mesmo com uma leve acomodação na diária média para R$ 559. No âmbito do valuation, o patrimônio líquido apresentou leve ajuste, encerrando avaliado em R$ 419,4 milhões. O principal vetor de risco segue atrelado ao encerramento do programa PERSE, que já exige o recolhimento de tributos e pressiona as margens, enquanto o fundo concluiu o desinvestimento total no Meliá Jardim Europa, reduzindo a carteira para 780 quartos.
Relatório de 2025-05-30
A retomada das vendas de ativos e o salto na receita de aluguéis por quarto reconfiguraram os resultados do **HTMX11** neste mês. O RevPAR avançou de R$ 300 para R$ 325, impulsionado por uma diária média resiliente de R$ 591, o que elevou a receita por apartamento para R$ 4.503, um crescimento expressivo frente aos R$ 2.821 do período anterior. Apesar do recuo na taxa de ocupação, que passou de 57% para 55% devido ao impacto do carnaval tardio na demanda corporativa, o pagamento de dividendos mensais apresentou leve alta, fixando-se em R$ 0,80 por cota. No âmbito do patrimônio, o fundo encerrou o mês avaliado em R$ 420 milhões. O principal vetor de riscos no curto prazo recai sobre o encerramento antecipado do programa PERSE, que forçará a retomada do recolhimento de tributos (PIS, COFINS, IRPJ e CSLL) pelos hotéis, pressionando as margens operacionais e a distribuição futura, embora medidas judiciais já estejam em curso pelas operadoras hoteleiras.
Relatório de 2025-04-30
A expansão do portfólio com a aquisição de 353 novas unidades hoteleiras e a forte recuperação operacional ditaram o ritmo do **HTMX11** neste mês. Superando a retração sazonal do período anterior, a taxa de ocupação saltou de 40% para 57%, impulsionada pela retomada de eventos corporativos e shows na capital paulista. Consequentemente, o RevPAR avançou expressivamente para R$ 300, e a receita de aluguéis por quarto subiu para R$ 2.821. No âmbito de alocação, o fundo concluiu a compra dos hotéis Ibis Morumbi, Ibis Budget Morumbi e Novotel Morumbi por R$ 202,9 milhões, projetando um incremento de 13% na renda de aluguéis. Em contrapartida, o pagamento de dividendos recuou para R$ 0,7982 por cota, refletindo a ausência de venda de ativos no período. O cenário exige monitoramento contínuo quanto aos impactos no valuation e nas margens operacionais devido à reoneração tributária, visto que a Receita Federal oficializou o fim do benefício PERSE a partir de abril de 2025.
Relatório de 2025-03-31
A forte retração sazonal na demanda hoteleira paulistana e o fim iminente do benefício fiscal PERSE ditaram o ritmo do **HTMX11** neste mês, pressionando os indicadores operacionais e o pagamento de dividendos. Em comparação ao mês anterior, a taxa de ocupação recuou expressivamente de 53% para 40%, refletindo o período de férias escolares e a ausência de eventos corporativos em janeiro. Consequentemente, a receita de aluguéis por apartamento despencou de R$ 3.315 para R$ 1.751, e o RevPAR caiu de R$ 281 para R$ 185. No âmbito da gestão de portfólio, o fundo deu continuidade ao seu ciclo de desinvestimento com a venda de ativos, alienando mais uma unidade hoteleira e gerando um lucro líquido de R$ 0,1531 por cota, totalizando 563 unidades liquidadas desde 2011. O patrimônio líquido contábil ajustou-se para R$ 420,04 milhões, enquanto os rendimentos mensais distribuídos fecharam em R$ 0,9817 por cota, mantendo um dividend yield anualizado de 17,70%. O cenário de curto prazo exige atenção redobrada dos cotistas quanto aos riscos de reoneração tributária do setor e seus impactos no valuation das unidades remanescentes.
Concentração e Riscos de Portfólio
Índice HHI de concentração: 342.2165
Distribuição de indexadores: IPCA, CDI e IGPM.