Relatório de 2026-04-30
A escalada da inadimplência para 9,12% da receita total marcou o desempenho operacional do **INLG11** em abril de 2026, pressionando a receita mensal para R$ 2,9 milhões e o resultado de caixa para R$ 2,6 milhões. Apesar desse revés financeiro decorrente do atraso no pagamento de cinco locatários, a gestão manteve a distribuição de rendimentos mensais estável em R$ 0,60 por cota, recorrendo à reserva acumulada para cobrir o déficit temporário. A manutenção do patamar de dividendos, combinada com a desvalorização da cota a mercado para R$ 70,95, elevou o dividend yield anualizado para 10,15%. No campo operacional, a vacância física permaneceu zerada pelo terceiro mês consecutivo, sustentando a estabilidade do patrimônio líquido em R$ 479,9 milhões, enquanto o volume negociado no mercado secundário se manteve resiliente em R$ 6,6 milhões.
Relatório de 2026-03-31
A consolidação da vacância física zerada pelo segundo mês consecutivo e a forte redução da inadimplência, que recuou de 7,33% para 2,1% da receita, ditaram o ritmo operacional do **INLG11** em março de 2026. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,60 por cota, mas o dividend yield anualizado avançou para 9,60% em decorrência da desvalorização da cota a mercado, que encerrou o período cotada a R$ 75,00. A receita totalizou R$ 3,1 milhões, patamar levemente inferior ao mês anterior, com o resultado de caixa atingindo R$ 2,8 milhões. Desse montante, R$ 2,7 milhões foram destinados aos rendimentos mensais, permitindo a continuidade da recomposição de reserva. O volume negociado no mercado secundário apresentou recuperação expressiva, saltando para R$ 6,6 milhões, enquanto o patrimônio líquido do fundo se manteve estável na casa dos R$ 479,8 milhões. As despesas operacionais sofreram um incremento pontual justificado pelo pagamento da auditoria anual, fator já precificado e que não comprometeu o valuation ou o carrego do portfólio no curto prazo.
Relatório de 2026-02-27
A zeragem da vacância física com a locação do último módulo no Parque Logístico Rio Campo Grande marcou a dinâmica operacional do **INLG11** neste mês, consolidando 100% de ocupação. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,60 por cota, mas o dividend yield anualizado avançou para 9,34% em função do recuo da cota a valor de mercado, que encerrou cotada a R$ 77,07. A receita total saltou para R$ 3,21 milhões, impulsionada pelo recebimento de aluguéis em atraso de um locatário representativo, o que elevou o resultado de caixa para R$ 2,92 milhões e permitiu destinar R$ 216 mil para recomposição de reserva. Apesar da recuperação de passivos, o fundo registrou novos riscos com o atraso de três inquilinos, impactando 7,33% da receita mensal. No âmbito corporativo, a aprovação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) destravou mecanismos de recompra de cotas e alavancagem direta, além de definir a recusa do direito de preferência na potencial venda de ativos em Contagem e Viana. A liquidez no mercado secundário seguiu em contração, com o volume negociado recuando para R$ 4,0 milhões, enquanto o patrimônio líquido do fundo alcançou R$ 479,7 milhões.
Relatório de 2026-01-30
O encerramento da distribuição de ganhos de capital referentes à venda do Parque Logístico Goiânia reajustou o patamar de dividendos do **INLG11**, que recuou para R$ 0,60 por cota neste mês, refletindo um dividend yield anualizado de 9,13%. A receita total acompanhou essa normalização, caindo para R$ 2,85 milhões, enquanto as despesas imobiliárias despencaram de R$ 1,1 milhão no mês anterior para apenas R$ 50,5 mil, permitindo um resultado de caixa de R$ 2,59 milhões. No front operacional, a inadimplência sofreu um repique expressivo, saltando de 1,54% para 7,2% devido ao atraso de dois locatários, embora a gestão ressalte o histórico de curtíssimo prazo para recuperação. A vacância física permaneceu estagnada no nível residual de 0,30%, restrita a 356m² no ativo Rio Campo Grande, que já possui negociações avançadas para locação. No mercado secundário, o volume negociado sofreu forte contração, desabando de R$ 27,6 milhões para R$ 6,3 milhões, enquanto o patrimônio líquido registrou leve alta para R$ 478,6 milhões, com a cota a valor de mercado cotada a R$ 78,90, mantendo o valuation do fundo estável.
Relatório de 2025-12-31
A quitação antecipada das obrigações contratuais e a forte recuperação na inadimplência redefiniram o perfil de risco do **INLG11** no fechamento de 2025. A gestão zerou a alavancagem ao pagar a última parcela de aquisição dos ativos da 4ª Emissão (Gaiolli e Viana), eliminando o passivo com vendedores. No aspecto operacional, o recebimento de aluguéis atrasados impulsionou a receita em 7,4%, atingindo R$ 3,5 milhões, o que derrubou a inadimplência de 5,62% no mês anterior para 1,54%. Esse alívio no caixa viabilizou a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,76 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 11,62%. Por outro lado, as despesas imobiliárias saltaram expressivamente para R$ 1,1 milhão, pressionadas pelo pagamento de comissões de locação e manutenções preventivas, reduzindo o resultado de caixa para R$ 2,19 milhões. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, saltando para R$ 78,50, acompanhada por um volume negociado atípico de R$ 27,6 milhões, enquanto o patrimônio líquido sofreu leve ajuste para R$ 476,5 milhões. A vacância física permaneceu estagnada no patamar residual de 0,30%.
Relatório de 2025-12-26
O fundo de investimento imobiliário **INLG11** anunciou a assinatura de aditivos contratuais para antecipar para 30 de dezembro de 2025 o pagamento da quinta e última parcela do preço de aquisição dos ativos 'Condomínio Log Gaiolli' (SP) e 'Condomínio Log Viana Business Park' (ES). Essa liquidação antecipada encerra as obrigações de pagamento referentes a esses imóveis adquiridos na 4ª emissão de cotas do fundo.
A operação será realizada utilizando recursos em caixa gerados pela venda de ativos anterior, especificamente do Parque Logístico de Goiânia, evitando novos endividamentos. Com isso, o **INLG11** visa aumentar a previsibilidade de seu fluxo de caixa e otimizar a gestão do portfólio, que atualmente apresenta taxa de vacância de apenas 0,3%.
Relatório de 2025-12-01
Reavaliação de ativos imobiliários do **INLG11** resulta em valorização do patrimônio líquido. A administradora do fundo comunicou que a carteira de imóveis passou por reavaliação anual, registrando um incremento de R$ 26.339.009,48 no valor justo dos ativos imobiliários.
Este ajuste contábil representa um impacto positivo de 5,49% sobre o patrimônio líquido do **INLG11**, atualizando o valor patrimonial de fechamento sem efeito imediato direto no fluxo de caixa operacional.
Relatório de 2025-11-30
O salto na inadimplência para 5,62% e a leve retração no pagamento de dividendos ditaram o ritmo operacional do **INLG11** em novembro de 2025. Diferente do cenário de recuperação do mês anterior, o fundo registrou o atraso de um locatário, elevando a inadimplência que antes estava na casa de 0,8%. Consequentemente, o resultado de caixa recuou de R$ 3,07 milhões para R$ 2,79 milhões. A distribuição de rendimentos mensais foi ajustada para R$ 0,73 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 11,81%. Do lado do valuation e carrego, o patrimônio líquido apresentou expansão, saltando de R$ 453,4 milhões para R$ 479,3 milhões, enquanto a cota no mercado secundário sofreu leve desvalorização, fechando a R$ 74,15. A liquidez, por outro lado, mostrou recuperação, com o volume negociado subindo para R$ 3,1 milhões. A vacância física permaneceu inalterada no patamar residual de 0,30%, concentrada em um pequeno módulo no Parque Logístico Rio Campo Grande. Como risco intrínseco e ponto de atenção para os próximos meses, a gestão sinalizou um aumento nas despesas a partir de janeiro, motivado por obras de manutenção, adequação de acessibilidade e pagamento da segunda parcela de comissões de novas locações, o que pode pressionar o fluxo de caixa no curto prazo.
Relatório de 2025-10-31
A rápida absorção de área vaga no Parque Logístico Gaiolli, com prêmio de locação, marcou a dinâmica operacional do **INLG11** em outubro de 2025. Ocorreu a saída de um locatário no ativo paulista, mas o espaço foi imediatamente absorvido pela expansão de um inquilino atual, garantindo um aumento de 19,8% no valor do aluguel em um novo contrato de 60 meses. No aspecto financeiro, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,74 por cota, refletindo a normalização do fluxo de caixa após os ganhos extraordinários de venda de ativos registrados no mês anterior. O resultado de caixa recuou para R$ 3,07 milhões, enquanto a inadimplência apresentou forte queda, passando de 3,10% para 0,8% das receitas, beneficiada pelo recebimento de aluguéis em atraso. A vacância física manteve-se estabilizada no patamar residual de 0,30%. No mercado secundário, o valuation do fundo sofreu leve retração, com a cota negociada a R$ 74,21 e o volume de liquidez caindo para R$ 2,3 milhões. O patrimônio líquido permaneceu estável em R$ 453,4 milhões, sustentando os dados de carrego para os investidores focados em rendimentos mensais.
Relatório de 2025-09-30
O recebimento da última parcela da venda do Parque Logístico Goiânia e a quitação de obrigações redefiniram o fluxo de caixa do **INLG11** em setembro de 2025. O resultado de caixa saltou expressivamente para R$ 6,76 milhões (frente aos R$ 3,44 milhões de agosto), impulsionado pela entrada de R$ 3,9 milhões referentes à alienação do ativo goiano e pelo recebimento de aluguéis em atraso. A inadimplência recuou de 4,60% para 3,10%, restrita ao atraso de um único locatário, enquanto a vacância física permaneceu estabilizada em 0,30% (356 m² no Rio Campo Grande). No âmbito das distribuições, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,75 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 12,05%. O valuation no mercado secundário apresentou leve recuperação, com a cota fechando a R$ 74,71 e o volume negociado subindo para R$ 4,1 milhões, indicando melhora na liquidez. O patrimônio líquido também registrou leve alta, alcançando R$ 453,4 milhões. Do lado dos passivos, a gestão concluiu a quitação da 2ª parcela da 4ª Emissão, mitigando riscos de alavancagem de curto prazo.
Relatório de 2025-08-29
O salto na inadimplência para 4,60% e a liquidação de compromissos de aquisição reconfiguraram a operação do **INLG11** em agosto de 2025. Em contraste com o mês anterior, a taxa de atrasos subiu expressivamente devido à falta de pagamento de dois locatários, embora a vacância física tenha permanecido estagnada no patamar de 0,30%. No âmbito financeiro, o resultado caixa avançou para R$ 3,44 milhões, impulsionado por um aumento de 12,5% nas receitas totais, beneficiadas por ganhos imobiliários e rendimentos mobiliários. Apesar dessa melhora no caixa, a gestão ajustou o pagamento de dividendos para R$ 0,76 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 12,49%. O valuation no mercado secundário manteve a tendência de desvalorização, com a cota recuando para R$ 73,00 e o volume negociado encolhendo para R$ 2,4 milhões, evidenciando menor liquidez. O patrimônio líquido também sofreu leve retração, fixando-se em R$ 451,5 milhões. Para o curto prazo, o portfólio equacionou a última parcela da 3ª Emissão, mas possui uma obrigação de R$ 7,4 milhões vincenda em setembro, que será parcialmente mitigada pelo recebimento da venda de ativos em Goiânia, mantendo os riscos e o carrego sob observação estrita.
Relatório de 2025-07-31
A retração no valor de mercado e o leve aumento da inadimplência ditaram o ritmo do **INLG11** em julho de 2025, contrastando com a redução de despesas operacionais. No mercado secundário, a cota recuou de R$ 75,90 para R$ 73,31, movimento acompanhado por uma queda acentuada na liquidez, cujo volume negociado passou de R$ 4,3 milhões para R$ 2,8 milhões. O valuation patrimonial também sofreu leve ajuste, com o patrimônio líquido caindo de R$ 452,4 milhões para R$ 452,0 milhões (cota patrimonial a R$ 100,18). Operacionalmente, a vacância física manteve-se cravada em 0,3%, mas a inadimplência subiu de 0,8% para 1,5% devido ao atraso pontual de um locatário. Apesar disso, o resultado caixa avançou para R$ 3,00 milhões, impulsionado por rendimentos mobiliários e por um corte de 11% nas despesas. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,77 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 12,60%, o que mantém o carrego atrativo para investidores focados em rendimentos mensais. Adicionalmente, a gestão confirmou possuir caixa robusto para quitar as parcelas de aquisições vincendas em agosto, mitigando riscos de liquidez de curto prazo.
Relatório de 2025-06-30
A expressiva queda na inadimplência, que recuou de 4,6% para 0,8%, e a recuperação no volume de negociação marcaram a dinâmica do **INLG11** em junho de 2025. No mercado secundário, o valor da cota subiu 0,4%, fechando a R$ 75,90, enquanto a liquidez avançou de R$ 3,1 milhões para R$ 4,3 milhões. No valuation patrimonial, observou-se uma leve retração: o patrimônio líquido passou de R$ 452,7 milhões para R$ 452,4 milhões, ajustando a cota patrimonial para R$ 100,26. A receita bruta manteve-se estável na casa de R$ 3,15 milhões, gerando um resultado caixa de R$ 2,93 milhões. O pagamento de dividendos foi sustentado em R$ 0,78 por cota, garantindo um dividend yield anualizado de 12,33%. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estabilizada em 0,3%, concentrada no Parque Logístico Rio Campo Grande. O fundo registrou um atraso pontual de um locatário no mês, mas a dívida foi quitada logo no início de julho, reforçando o histórico de curtíssimo prazo na recuperação de recebíveis e protegendo os rendimentos mensais dos investidores.
Relatório de 2025-05-31
A valorização de 3,0% no mercado secundário marcou o mês do **INLG11**, com a cota fechando a R$ 75,57. Após o carrego extraordinário do mês anterior, a receita bruta normalizou para R$ 3,16 milhões, gerando um resultado caixa de R$ 2,94 milhões. Apesar da queda na arrecadação, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,78 por cota, consumindo parte das reservas acumuladas e sustentando um dividend yield anualizado de 12,39%. Operacionalmente, a inadimplência recuou de forma expressiva de 8,5% para 4,6%, com quatro locatários em atraso (um já regularizado em junho). A vacância física, antes zerada, registrou um leve incremento para 0,3%, figurando entre os riscos operacionais monitorados. No valuation patrimonial, o patrimônio líquido apresentou leve retração para R$ 452,7 milhões, ajustando a cota patrimonial para R$ 100,32. O volume de negociação também desacelerou, caindo de R$ 8,5 milhões para R$ 3,1 milhões.
Relatório de 2025-04-30
O recebimento da segunda parcela referente à venda do Parque Logístico de Goiânia impulsionou os rendimentos mensais do **INLG11**, elevando o pagamento de dividendos para R$ 0,78 por cota em abril de 2025. Este carrego representa um avanço frente aos R$ 0,72 do mês anterior, sustentando um dividend yield anualizado de 12,76%. No mercado secundário, o valuation da cota apresentou expressiva valorização de 8,7%, saltando de R$ 67,50 para R$ 73,36. Operacionalmente, o portfólio manteve a vacância zerada, refletindo a resiliência da tese logística. Contudo, a inadimplência dobrou, passando de 4,4% para 8,5%, motivada pelo atraso de cinco locatários, embora a gestão reporte que três já regularizaram os débitos no início de maio. O valuation patrimonial sofreu leve retração, com o patrimônio líquido recuando para R$ 453,1 milhões e a cota patrimonial ajustada para R$ 100,42. A receita bruta do mês atingiu R$ 6,40 milhões, garantindo um resultado caixa robusto para suportar a atual distribuição de proventos.
Relatório de 2025-04-03
O fundo **INLG11** comunicou a assinatura de um novo Contrato de Locação de Imóvel para Finalidade Comercial referente aos últimos 4.010 m² do Parque Logístico Log I Business Park, situado em Contagem/MG. O contrato de locação possui prazo de vigência de 36 meses, com valor de face cerca de 4% superior ao patamar praticado anteriormente.
Com a celebração deste acordo, o portfólio de ativos do **INLG11** atinge a marca de 100% de ocupação, eliminando temporariamente a vacância física. A gestão do fundo ressalta que as últimas locações foram pactuadas por valores superiores aos históricos, refletindo a tese de resiliência e qualidade dos ativos do portfólio imobiliário.
Relatório de 2025-03-31
A locação do último espaço vago no Parque Logístico Contagem zerou a vacância física do **INLG11**, marcando a principal evolução operacional do mês. O fundo assinou um contrato de 36 meses com valor de face 4% superior ao praticado anteriormente, consolidando a ocupação total (100%) do portfólio. Em termos de carrego e valuation, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,72 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 12,80% sobre a cota de mercado, que apresentou leve valorização para R$ 67,50. A inadimplência recuou de 5,6% para 4,4%, restrita agora a um único locatário com histórico de regularização de curtíssimo prazo. O patrimônio líquido registrou leve retração para R$ 454,2 milhões, enquanto a cota patrimonial fechou em R$ 100,66. A alavancagem apresentou um incremento marginal, passando de 3,4% para 3,7%, mantendo-se em patamar controlado para a gestão dos ativos.