Relatório de 2026-04-30
A recuperação expressiva da cota de mercado para R$ 76,35 e a consequente compressão do deságio para 5,4% ditaram o ritmo do **ITIT11** em abril de 2026. O patrimônio líquido do fundo apresentou expansão, alcançando R$ 72,64 milhões, impulsionado pela valorização da cota patrimonial para R$ 80,67 e por um desempenho patrimonial positivo de 1,44%. Embora o pagamento de dividendos tenha se mantido estável em R$ 0,62 por cota, o dividend yield mensal recuou ligeiramente para 0,81% devido à forte alta no preço da cota no mercado secundário. Diferente do mês anterior, a gestão não realizou venda de ativos para ganho de capital, mantendo a alocação em FIIs praticamente inalterada em 98,59%, com leve aumento no segmento logístico para 37,28%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a redução do desconto patrimonial (P/VPA de 0,95) diminui a margem de segurança de entrada, mas reflete a forte recuperação do segmento de tijolo, que registrou retorno de 1,27% no período.
Relatório de 2026-03-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,62 por cota e a venda estratégica de ativos marcaram a dinâmica do **ITIT11** em março de 2026, contrastando com a retração do patrimônio líquido. O fundo registrou um desempenho patrimonial negativo de -1,63%, reflexo da queda da cota patrimonial de R$ 82,10 para R$ 80,14, o que reduziu o patrimônio total para R$ 72,16 milhões. Apesar desse recuo no valuation interno, o resultado distribuível avançou para R$ 0,62 por cota, permitindo um incremento nos rendimentos mensais e elevando o dividend yield para 0,84%. No mercado secundário, a cota permaneceu estável em R$ 73,73, resultando em uma compressão do deságio para 8,0% (P/VPA de 0,92). Diferente do mês anterior, a gestão realizou a venda de ativos (AIEC11, PATC11 e RBRL11) para readequação ao índice Teva. A alocação em FIIs sofreu ajuste marginal para 98,58%, com o segmento logístico recuando levemente para 37,27%. Para investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, a aderência estrita ao benchmark dita o carrego da carteira, mitigando riscos de gestão ativa, mas mantendo a exposição às oscilações dos fundos de tijolo em um cenário de IFIX pressionado.
Relatório de 2026-02-27
A compressão contínua do deságio, que atingiu 10,2% em fevereiro, aliada à valorização da cota de mercado para R$ 73,73, ditou o ritmo do **ITIT11** neste mês. O patrimônio líquido expandiu para R$ 73,93 milhões, impulsionado por uma cota patrimonial de R$ 82,10, o que resultou em um desempenho patrimonial de 1,64%. No carrego da carteira, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,61 por cota, gerando um yield mensal de 0,83%, levemente pressionado pela alta no valor de tela. O resultado distribuível apurado recuou para R$ 0,60 por cota, exigindo o uso de reservas para manter o patamar de distribuição. A alocação estrutural teve ajustes marginais, com a exposição ao segmento logístico subindo para 37,38% e a parcela em FIIs alcançando 98,63%. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a ausência de venda de ativos no período reforça a manutenção da estratégia passiva atrelada ao índice Teva, mitigando riscos de giro excessivo, enquanto o múltiplo P/VPA avançou para 0,90.
Relatório de 2026-01-31
A compressão do deságio no mercado secundário, que recuou de 13,0% para 10,6%, e a elevação do múltiplo P/VPA para 0,89 marcam a evolução do **ITIT11** na transição para janeiro de 2026. O patrimônio líquido avançou para R$ 73,28 milhões, impulsionado por uma cota patrimonial que atingiu R$ 81,37, refletindo um desempenho patrimonial positivo de 2,04% no mês. No carrego da carteira, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,61 por cota, gerando um yield mensal de 0,84%, levemente inferior ao mês anterior devido à valorização da cota de mercado, que fechou cotada a R$ 72,74. A alocação estrutural sofreu ajustes marginais, com a exposição a FIIs recuando para 98,62% e o segmento logístico ajustado para 37,29%. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, a manutenção dos rendimentos mensais ocorre de forma consistente, suportada por um resultado distribuível de R$ 0,62 por cota. Não houve registro de venda de ativos no período, mantendo a estratégia passiva focada no índice Teva de fundos de tijolo e mitigando riscos de giro excessivo.
Relatório de 2025-12-31
O avanço do patrimônio líquido para R$ 72,35 milhões e o incremento no pagamento de dividendos ditam o ritmo do **ITIT11** no fechamento de 2025. A cota patrimonial registrou alta, passando de R$ 78,79 no mês anterior para R$ 80,34, refletindo um desempenho patrimonial de 2,75% no período. Apesar dessa valorização intrínseca, o deságio no mercado secundário ampliou-se de 11,6% para 13,0%, mantendo o múltiplo P/VPA estagnado em 0,87. No âmbito da geração de caixa, o resultado distribuível subiu para R$ 0,62 por cota, permitindo um repasse de R$ 0,61 aos cotistas, o que traduz um yield mensal de 0,87%. A alocação do portfólio sofreu ajustes marginais, com a exposição a cotas de FIIs recuando levemente para 98,67% e o segmento logístico, ainda majoritário, ajustado para 37,79%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego atual evidencia um valuation descontado frente aos pares de tijolo, sustentando rendimentos mensais consistentes em um cenário macroeconômico de Selic mantida a 15,00%.
Relatório de 2025-11-28
A recuperação do patrimônio líquido e o ajuste na distribuição de rendimentos marcam a evolução do **ITIT11** em novembro de 2025. O patrimônio líquido avançou de R$ 69,54 milhões para R$ 70,95 milhões, impulsionando a cota patrimonial para R$ 78,79, o que gerou um desempenho patrimonial positivo de 2,80% no período. Apesar dessa valorização intrínseca, o indicador P/VPA recuou para 0,87, ampliando o deságio em relação ao valor patrimonial para 11,6%. No aspecto de geração de caixa, o resultado distribuível subiu para R$ 0,60 por cota, valor exato repassado como pagamento de dividendos, mantendo o yield mensal estabilizado em 0,88%. A alocação do portfólio segue altamente concentrada em cotas de outros fundos (98,73%), com o segmento logístico liderando a exposição (38,43%). Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego atual reflete um valuation descontado no mercado secundário, aliado à manutenção de rendimentos mensais consistentes, mesmo diante de um cenário macroeconômico desafiador com a Selic a 15,00%.
Relatório de 2025-10-31
A retração no desempenho patrimonial e a redução do deságio marcam a transição do **ITIT11** em outubro de 2025. O patrimônio líquido recuou de R$ 70,26 milhões para R$ 69,54 milhões, puxando a cota patrimonial para baixo, de R$ 78,03 para R$ 77,22, o que resultou em um desempenho patrimonial negativo de -0,25% no mês. Em contrapartida, o indicador P/VPA subiu para 0,90, refletindo um estreitamento do deságio, que passou de 16,7% para 10,3%. No âmbito da geração de caixa, o resultado distribuível apurado caiu de R$ 0,60 para R$ 0,57 por cota, mas a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,61 por cota, entregando um yield mensal de 0,88%. A alocação do fundo segue passiva e concentrada em FIIs (98,70%), com o segmento logístico mantendo a liderança e registrando leve alta para 38,46%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o carrego atual reflete a manutenção dos rendimentos mensais e a mitigação de riscos de mercado, mesmo diante da leve desvalorização dos ativos subjacentes e da ausência de novas operações de venda de ativos no período.
Relatório de 2025-09-30
O aprofundamento do deságio para 16,7% e o forte avanço de 5,07% no desempenho patrimonial reconfiguram o valuation do **ITIT11** em setembro de 2025. O patrimônio líquido saltou de R$ 67,41 milhões para R$ 70,26 milhões, elevando a cota patrimonial para R$ 78,03. Apesar da valorização dos ativos subjacentes, o fundo reduziu o pagamento de dividendos anunciados para R$ 0,61 por cota, frente aos R$ 0,63 do mês anterior, mantendo a geração de resultado distribuível estável em R$ 0,60 por cota. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena sob a ótica de margem de segurança, o indicador P/VPA retraiu para 0,88, refletindo a queda na cotação de mercado em descompasso com a alta patrimonial. A gestão realizou a venda de ativos com a alienação de VGRI11, gerando ganho de capital, e adquiriu cotas de KORE11. A alocação segue concentrada em FIIs (98,64%), com o segmento logístico ampliando sua liderança para 38,34%. A reserva acumulada para rendimentos mensais futuros sofreu leve retração, passando para R$ 0,05 por cota.
Relatório de 2025-08-29
A expansão do deságio para 9,5% e o consumo da reserva de lucros reconfiguram o valuation do **ITIT11** em agosto de 2025, contrastando com a recuperação de seu valor intrínseco. O patrimônio líquido avançou de R$ 62,32 milhões para R$ 67,41 milhões, impulsionado por um desempenho patrimonial positivo de 1,57% no mês, o que elevou a cota patrimonial para R$ 74,86. Apesar da melhora nos preços dos ativos subjacentes, a geração de caixa recorrente recuou, entregando um resultado distribuível de R$ 0,60 por cota (frente aos R$ 0,68 do mês anterior). Para sustentar o pagamento de dividendos em R$ 0,63 por cota, o fundo consumiu parte de sua reserva, que agora repousa em R$ 0,06 por cota. Com a queda na cotação de mercado, o dividend yield subiu para 0,93%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena sob a ótica de margem de segurança, o P/VPA retraiu para 0,90. A alocação manteve o carrego focado em FIIs (98,56%), com o segmento logístico estável na liderança com 35,74%.
Relatório de 2025-07-31
A compressão do deságio para 6,9% e a elevação no pagamento de dividendos reconfiguram o valuation do **ITIT11** em julho de 2025, contrastando com a forte retração de seu valor intrínseco. O patrimônio líquido recuou expressivamente de R$ 68,62 milhões para R$ 62,32 milhões, guiado por um desempenho patrimonial negativo de -1,36% no mês, o que derrubou a cota patrimonial para R$ 74,33. Apesar do cenário adverso nos preços dos ativos subjacentes e da queda abrupta nas receitas com venda de ativos (que somaram apenas R$ 4.204), a geração de caixa recorrente sustentou um resultado distribuível de R$ 0,68 por cota. Isso permitiu o aumento dos rendimentos mensais para R$ 0,63 por cota, elevando o dividend yield para 0,91%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena com base em margem de segurança, o P/VPA ajustou-se para 0,93, enquanto a reserva acumulada cresceu para R$ 0,09 por cota. A alocação manteve o foco no carrego de FIIs (98,18%), com o segmento logístico ampliando levemente sua dominância para 35,71%.
Relatório de 2025-06-30
O aumento do deságio para 9,0% e a leve retração patrimonial marcam a dinâmica do **ITIT11** em junho de 2025, revertendo parcialmente a compressão de desconto observada no mês anterior. O valor da cota patrimonial recuou de R$ 76,58 para R$ 76,21, puxando o patrimônio líquido para R$ 68,62 milhões. No carrego da carteira, a gestão deu sequência à venda de ativos, alienando cotas do ABCP11 e GSFI11, o que gerou um ganho de capital de R$ 0,028 por cota — inferior aos R$ 0,04 apurados em maio. Apesar dessa redução no ganho não recorrente, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,62 por cota. Com a queda no preço de tela para R$ 69,37, o dividend yield mensal apresentou leve alta, passando de 0,87% para 0,89%. A alocação em FIIs subiu para 98,38%, consumindo parte do caixa, enquanto o segmento logístico manteve a liderança com 35,41% de peso. Para investidores que analisam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, o fundo encerra o semestre com um P/VPA de 0,91 e uma reserva acumulada estabilizada em R$ 0,06 por cota, refletindo o desempenho patrimonial de 0,33% atrelado ao seu índice de referência.
Relatório de 2025-05-30
A redução expressiva do deságio no mercado secundário e a recomposição do colchão de liquidez ditam o ritmo do **ITIT11** em maio de 2025. O desconto frente ao valor justo, que havia atingido 12,0% no mês anterior, recuou para 6,8%, impulsionado pela valorização da cota patrimonial, que saltou de R$ 74,00 para R$ 76,58. O patrimônio líquido acompanhou o movimento, alcançando R$ 68,96 milhões. No carrego da carteira, a gestão realizou a venda de ativos (ABCP11 e GSFI11), gerando um ganho de capital de R$ 0,04 por cota, o que permitiu elevar o pagamento de dividendos para R$ 0,62 por cota e reforçar as reservas acumuladas para R$ 0,06 por cota. Apesar do aumento nominal nos rendimentos mensais, o dividend yield apresentou leve retração para 0,87% devido à alta da cota de mercado. A alocação em FIIs sofreu um ajuste marginal para 97,37%, com o segmento logístico mantendo a liderança em 35,48%. Para investidores que monitoram o valuation e avaliam se o ativo vale a pena, a melhora nos indicadores de liquidez e o giro tático da carteira demonstram uma postura mais ativa na geração de valor.
Relatório de 2025-04-30
O aprofundamento do deságio para 12,0% e a nova retração nas reservas acumuladas marcam o carrego do **ITIT11** em abril de 2025. A distribuição de rendimentos mensais permaneceu estável em R$ 0,61 por cota, resultando em um dividend yield de 0,90%, levemente inferior ao mês anterior. O patrimônio líquido estacionou em R$ 66,63 milhões, com a cota patrimonial cravada em R$ 74,00. No entanto, o valuation no mercado secundário reflete um aumento no desconto frente ao valor justo, passando de 9,2% para 12,0%. A alocação em FIIs seguiu em 98,44%, mas o segmento logístico sofreu nova diluição marginal, caindo para 35,52%. Para quem avalia se o ativo vale a pena, o ponto de atenção recai sobre o colchão de liquidez: as reservas caíram de R$ 0,055 para R$ 0,045 por cota, limitando a capacidade da gestão de manter o pagamento de dividendos sem depender da venda de ativos ou de distribuições extraordinárias no curto prazo.
Relatório de 2025-03-31
O aumento do patrimônio líquido para R$ 66,63 milhões e a elevação da cota patrimonial para R$ 74,00 contrastam com a leve redução no pagamento de dividendos do **ITIT11** em março de 2025. A distribuição recuou de R$ 0,62 para R$ 0,61 por cota, refletindo um dividend yield mensal de 0,91%. No carrego das posições atreladas ao Índice Teva de Fundos Imobiliários de Tijolo, a alocação em FIIs sofreu ajuste marginal para 98,44%, com o segmento logístico caindo de 38,24% para 35,72%. O valuation no mercado secundário aponta um aprofundamento do deságio, passando de 7,0% para 9,2%, o que resultou em um múltiplo P/VPA de 0,91. Para investidores que analisam se a tese vale a pena, o nível de reservas acumuladas também apresentou retração, passando de R$ 0,068 para R$ 0,055 por cota, reduzindo a margem de manobra para estabilização de rendimentos mensais em cenários de volatilidade, sem depender da venda de ativos.