Relatório de 2026-04-30
A redução no ganho de capital com venda de ativos impactou o resultado mensal do **KFOF11**, que recuou para R$ 0,75 por cota em abril de 2026, exigindo o consumo parcial da reserva acumulada, agora fixada em R$ 0,81/cota. Apesar da queda no resultado gerado frente ao mês anterior, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,80 por cota. A gestão preservou um viés tático conservador, mas reduziu a parcela de liquidez (caixa e LCI) de 19,2% para 17,4% ao realizar novas aquisições em fundos de CRI, Escritórios e Residencial, financiadas em parte pela alienação de posições em Multiestratégia. No que tange ao valuation, o deságio da cota de mercado (R$ 83,67) em relação ao valor patrimonial (R$ 93,50) sofreu leve ampliação para 10,51%, refletindo a dinâmica do mercado secundário. O patrimônio líquido apresentou ligeira alta, encerrando o período em R$ 655,8 milhões, sustentado pela performance positiva dos fundos de CRI e Shoppings/Varejo presentes na carteira, que mitigaram os riscos oriundos da contribuição negativa dos setores Residencial e Agro.
Relatório de 2026-03-31
A realização de lucros no encerramento de posições vendidas (short) nos setores de Shoppings e Renda Urbana impulsionou o resultado mensal do **KFOF11** para R$ 0,96 por cota em março de 2026, um salto expressivo frente aos R$ 0,79 do mês anterior. Esse ganho de capital oriundo da venda de ativos (R$ 0,19/cota) permitiu elevar a reserva acumulada para a faixa de R$ 0,84 a R$ 0,86, reforçando a previsibilidade para o pagamento de dividendos, que foi mantido em R$ 0,80. A parcela de liquidez (caixa e LCI) recuou de 22,3% para 19,2%, refletindo ajustes táticos na carteira, enquanto a gestão segue avaliando novas alocações com taxas internas de retorno (TIR) atrativas para o carrego. No mercado secundário, a cotação do fundo sofreu nova retração, caindo para R$ 83,60, o que ampliou o deságio de valuation em relação ao valor patrimonial (R$ 93,25) de 9,19% para 10,35%. O patrimônio líquido encerrou o período em R$ 654,1 milhões, em um mês marcado pela performance negativa generalizada dos fundos imobiliários investidos, especialmente nos segmentos Residencial e de Escritórios.
Relatório de 2026-02-27
A expressiva elevação da posição de caixa para 22,3% marca a intensificação da postura defensiva do **KFOF11** em fevereiro de 2026, superando os 15,0% do mês anterior. A gestão manteve o ritmo de venda de ativos, reduzindo exposição nos segmentos de CRI, Logística e Multiestratégia, o que gerou um leve lucro de R$ 0,01 por cota nas negociações, revertendo o prejuízo tático de janeiro. O resultado mensal subiu para R$ 0,79 por cota, suportando a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,80. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 85,50, aprofundando o desconto frente ao valor patrimonial para 9,19% (ante 7,58% em janeiro). A reserva acumulada sofreu leve ajuste para R$ 0,69 por cota, garantindo previsibilidade para os rendimentos mensais no primeiro semestre, enquanto a gestão avalia os riscos e aguarda taxas internas de retorno (TIR) mais atrativas para reverter a liquidez em novas alocações.
Relatório de 2026-01-30
A elevação expressiva da posição de caixa para 15,0% e a realização de vendas táticas nos segmentos de CRI e Logística ditaram a estratégia defensiva do **KFOF11** no início de 2026. O fundo registrou um avanço na cota patrimonial para R$ 94,13 (alta de 1,73%), enquanto a cota de mercado encerrou a R$ 87,00, o que ampliou o desconto patrimonial para 7,58% frente aos 6,66% do mês anterior. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,80 por cota, consumindo parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,76 para R$ 0,70 por cota. O resultado mensal gerado foi de R$ 5,24 milhões (equivalente a R$ 0,75 por cota), impactado por um pequeno prejuízo de R$ 0,02 por cota nas negociações de ativos. A gestão adota uma postura cautelosa frente ao nível elevado de juro real (7,7%), priorizando a liquidez para futuras oportunidades de alocação com taxas internas de retorno (TIR) mais atrativas e preservando o carrego estrutural do portfólio.
Relatório de 2025-12-31
A elevação estratégica da posição de caixa para 9% e a realização de movimentações táticas ditaram o ritmo do **KFOF11** no fechamento de 2025. O fundo registrou uma valorização de 5,66% em sua cota de mercado, que atingiu R$ 87,10, comprimindo o desconto patrimonial para 6,66% (frente aos 7,89% do mês anterior). O valor patrimonial avançou para R$ 93,32. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, suportado por um resultado mensal de R$ 5,49 milhões, inferior aos R$ 5,93 milhões de novembro. A gestão optou por realizar a venda de ativos no portfólio, assumindo pontualmente prejuízos em relação ao custo de aquisição, com o objetivo de capturar a valorização recente e reforçar a liquidez diante das incertezas macroeconômicas projetadas para 2026. A reserva acumulada não distribuída ajustou-se para R$ 0,76 por cota. No acumulado do ano, as alocações em fundos de CRI e Shoppings garantiram um retorno total de 26,55%, superando o benchmark e evidenciando a resiliência do carrego estrutural.
Relatório de 2025-11-28
A compressão do deságio patrimonial para 7,89% e o salto no resultado mensal para R$ 5,93 milhões marcaram a dinâmica do **KFOF11** em novembro de 2025. Em contraste com o mês anterior, a cota de mercado avançou 4,67%, atingindo R$ 84,00, enquanto o valor patrimonial subiu de R$ 89,81 para R$ 91,20. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,80 por cota, mas a geração de caixa foi impulsionada para R$ 0,84 por cota, permitindo a recomposição da reserva acumulada não distribuída, que passou de R$ 0,73 para R$ 0,77 por cota. A gestão destacou a contribuição de rendimentos mensais do fundo Riza Viseu e reforçou o carrego tático em fundos de CRI indexados ao IPCA negociados com mais de 10% de desconto, mantendo a posição de caixa em patamares próximos a 2,2% para capturar distorções de valuation no mercado secundário e mitigar riscos de curto prazo.
Relatório de 2025-10-31
A redução do deságio patrimonial para 9,68% e a nova alocação estratégica de R$ 10 milhões no segmento residencial ditaram o ritmo do **KFOF11** em outubro de 2025. Contrastando com o mês anterior, a cota de mercado apresentou avanço de 2,66%, fechando a R$ 81,05, enquanto o valor patrimonial recuou de R$ 90,24 para R$ 89,73. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,80 por cota, suportado por um resultado mensal de R$ 5,40 milhões, cifra inferior aos R$ 5,77 milhões registrados em setembro. A reserva acumulada não distribuída sofreu leve retração, passando para R$ 0,73 por cota. Em termos de movimentação de portfólio, a gestão utilizou parte da liquidez para adquirir cotas de um fundo focado no programa Minha Casa Minha Vida, o que reduziu a posição de caixa de 3,8% para 1,8%. O carrego da carteira segue ancorado em fundos de tijolo e recebíveis, buscando capturar distorções de valuation no mercado secundário.
Relatório de 2025-09-30
A ampliação do deságio patrimonial para 11,62% e o aumento da posição de caixa marcaram a dinâmica do **KFOF11** em setembro de 2025, a despeito da forte valorização de 3,45% na cota patrimonial. O valor patrimonial saltou de R$ 88,00 para R$ 90,24, impulsionado pela performance dos fundos de tijolo e multiestratégia, que representam 62,8% do portfólio. No entanto, a cota de mercado avançou em ritmo menor (+1,54%, fechando a R$ 79,75), o que aprofundou o desconto da cota em relação ao seu valuation justo (ante 9,84% no mês anterior). A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,80 por cota, suportado por um resultado mensal de R$ 5,76 milhões, inferior aos R$ 6,32 milhões gerados em agosto. A reserva acumulada não distribuída continuou sua trajetória de alta, passando de R$ 0,73 para R$ 0,76 por cota, conferindo segurança aos rendimentos mensais futuros. Em termos de movimentação tática, houve uma venda de ativos com redução líquida de 1,50% do PL no segmento de recebíveis (CRI), elevando a liquidez em caixa para 3,8% (frente aos 2,4% de agosto), visando capturar oportunidades com projeções e descontos atrativos no mercado secundário.
Relatório de 2025-08-29
A concretização do guidance de rendimentos e o ganho de capital em giros de carteira marcaram a evolução do **KFOF11** em agosto. O fundo elevou o pagamento de dividendos para R$ 0,80 por cota, suportado por uma forte geração de resultado de R$ 0,90 no mês. Esse desempenho foi impulsionado pelo recebimento de proventos semestrais do fundo Riza Viseu (R$ 0,053/cota) e pelo lucro na venda de ativos (R$ 0,037/cota). Consequentemente, a reserva acumulada não distribuída saltou de R$ 0,63 para R$ 0,73 por cota, reforçando a previsibilidade para os próximos meses. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, subindo para R$ 79,34 e estreitando o deságio patrimonial para 9,84% (ante 10,22% no mês anterior). A cota patrimonial também apresentou recuperação, atingindo R$ 88,00. Em termos de alocação tática, a gestão adotou uma postura de maior cautela frente à volatilidade esperada pelo cenário político-eleitoral, realizando vendas líquidas no segmento de recebíveis (-1,24% do PL) e ampliando a posição de caixa para 2,4%, enquanto a exposição a cotas de fundos imobiliários recuou para 92,8%.
Relatório de 2025-07-31
A ampliação do deságio no mercado secundário e a elevação da reserva de lucros ditaram a dinâmica do **KFOF11** neste mês. A cota de mercado recuou para R$ 78,24, aprofundando o desconto em relação ao valor patrimonial para 10,22%, frente aos 8,41% registrados no período anterior. O valuation da cota patrimonial também sofreu retração, passando de R$ 88,65 para R$ 87,15, impactado pela abertura da curva de juros. No carrego da carteira, o fundo gerou R$ 0,82 por cota e manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,75. Essa retenção elevou a reserva acumulada não distribuída para R$ 0,63 por cota, fortalecendo a margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. A gestão sinalizou um guidance otimista, projetando distribuições de R$ 0,80 a partir de agosto. Em termos de alocação, houve uma redução tática de 0,35% na exposição a fundos de CRI, visando a venda de ativos para realocação em oportunidades com maior TIR e o aumento da posição de caixa, que encerrou o mês em 1,1%, enquanto a fatia em FIIs ajustou-se para 94,0%.
Relatório de 2025-06-30
A divergência entre o valor patrimonial e o preço de tela marcou o mês, ampliando o desconto da cota no mercado secundário. A cota de mercado do **KFOF11** recuou para R$ 81,19, resultando em um deságio de 8,41% frente ao valor patrimonial, que avançou de R$ 88,02 para R$ 88,65. No carrego da carteira, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, sustentado por uma reserva acumulada não distribuída que cresceu de R$ 0,51 para R$ 0,55 por cota, reforçando a margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. A alocação em fundos imobiliários atingiu 94,5% do patrimônio líquido, com movimentações marginais focadas na aquisição de fundos de CRI, equivalentes a 0,16% do PL. O cenário macroeconômico e as incertezas fiscais, incluindo a tramitação da MP nº 1.303 sobre a tributação de FIIs, trouxeram volatilidade, embora o fundo tenha superado o IFIX na variação patrimonial.
Relatório de 2025-05-30
A realização de ganhos de capital com a venda de fundos de CRI impulsionou a reserva acumulada do fundo, enquanto o desconto patrimonial continuou sua trajetória de fechamento. O **KFOF11** apresentou uma evolução positiva em seus indicadores de valuation em maio de 2025. A cota de mercado avançou 2,46%, atingindo R$ 83,40, o que reduziu o deságio em relação ao valor patrimonial para 5,25%, frente aos 6,04% registrados no mês anterior. A cota patrimonial também registrou alta, passando de R$ 87,43 para R$ 88,02. No carrego da carteira, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota. Um destaque operacional foi a venda de posições em fundos de CRI, representando 1,0% do patrimônio líquido, que gerou R$ 0,05 por cota de ganho de capital. Os recursos foram realocados em um FII de incorporação residencial, equivalente a 1,5% do PL. Com essas movimentações, a reserva acumulada não distribuída saltou expressivamente de R$ 0,40 para R$ 0,51 por cota, fortalecendo a margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. A alocação total em fundos imobiliários subiu para 94,3%. No âmbito dos riscos intrínsecos, a assembleia para deliberação sobre investimentos em fundos da própria gestora segue em andamento, demandando atenção dos cotistas.
Relatório de 2025-04-30
A forte compressão do deságio da cota de mercado e o incremento da reserva de lucros marcaram a dinâmica do **KFOF11** em abril de 2025. A cota de mercado saltou de R$ 75,75 para R$ 82,15, registrando uma expressiva alta mensal de 9,53%, o que reduziu o desconto em relação ao valor patrimonial de 12,19% para 6,04%. A cota patrimonial também avançou, passando de R$ 86,26 para R$ 87,43. No carrego do portfólio, a gestão manteve os rendimentos mensais em R$ 0,75 por cota, enquanto a reserva acumulada não distribuída cresceu de R$ 0,35 para R$ 0,40 por cota, reforçando a margem de segurança para pagamentos futuros. A alocação em fundos imobiliários recuou marginalmente para 93,6% do patrimônio líquido, com movimentações tímidas focadas na venda de ativos equivalente a 0,07% em FIIs de CRI. O fundo mantém uma postura de cautela no cenário doméstico, preservando 52,6% da carteira em estratégia tática. Adicionalmente, os riscos intrínsecos do mês envolvem a convocação de uma assembleia para deliberar sobre investimentos em fundos da própria gestora e direitos de preferência.
Relatório de 2025-03-31
A valorização expressiva da cota patrimonial e a mitigação dos riscos tributários ditaram o ritmo do **KFOF11** em março de 2025. A cota patrimonial saltou de R$ 81,86 para R$ 86,26 (alta de 6,29% no mês), enquanto a cota de mercado avançou para R$ 75,75, reduzindo levemente o deságio para 12,19%. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,75 por cota, suportado por um carrego de portfólio que agora conta com uma reserva acumulada não distribuída maior, atingindo R$ 0,35/cota. No front de alocação, a exposição a FIIs subiu para 93,7% do patrimônio líquido, impulsionada por novas aquisições táticas equivalentes a 0,5% do PL em fundos de CRI, aproveitando o valuation descontado do segmento. O cenário exigiu atenção devido à inflação implícita elevada, mas o alívio na proposta de tributação da renda trouxe um fluxo comprador relevante para os ativos isentos, beneficiando os rendimentos mensais e a precificação geral da carteira.