Relatório de 2026-04-30
A frustração no cronograma de receitas da SPE Consórcio Cortel SP e a pressão inflacionária sobre insumos de obra ditaram o recuo no pagamento de dividendos do **MFII11** neste mês. O fundo reduziu a distribuição para R$ 0,91 por cota, ante os R$ 1,06 praticados no fechamento do trimestre anterior. Apesar do impacto no rendimento mensal, os indicadores de valuation apresentaram leve evolução: o patrimônio líquido subiu para R$ 647,3 milhões, elevando o valor patrimonial da cota (VPC) a R$ 95,20. A base de investidores também registrou um acréscimo marginal, alcançando 33.115 cotistas. No âmbito operacional, o landbank do fundo expandiu seu VGV não lançado para R$ 1,149 bilhão, enquanto o estoque a mercado recuou para R$ 878,8 milhões. A gestão adota um tom de cautela para o curto prazo, destacando que o fluxo de caixa da operação de cemitérios ficará negativo em 2026 devido a atrasos em aprovações na Prefeitura de São Paulo, exigindo novos aportes. Além disso, o encarecimento de materiais básicos, impulsionado por tensões geopolíticas, ameaça estreitar as margens dos projetos residenciais, que hoje concentram 52% do portfólio no segmento econômico.
Relatório de 2026-03-31
A mitigação do risco regulatório atrelado à emissão de alvarás na cidade de São Paulo blindou o cronograma de obras do **MFII11** neste mês. O fundo manteve a estabilidade em seus principais indicadores de valuation em relação ao período anterior, com o patrimônio líquido estacionado na casa dos R$ 646,5 milhões e o valor patrimonial da cota (VPC) cravado em R$ 95,08. A base de investidores também permaneceu inalterada, registrando 33.068 cotistas. No âmbito operacional, a gestão destacou a queda da liminar que suspendia novas licenças de demolição e construção na capital paulista. Como o portfólio atual não possui processos de aprovação nas zonas afetadas pela lei de zoneamento em disputa, não há expectativa de atrasos nos lançamentos. O pagamento de dividendos referente a março foi consolidado em R$ 1,06 por cota, fechando o trimestre com uma distribuição acumulada de R$ 3,16, o que sustenta um dividend yield anualizado de 17,95%. A carteira segue fortemente ancorada no segmento residencial econômico (51%), carregando um landbank de R$ 1,09 bilhão em VGV não lançado e R$ 907,1 milhões em estoque a mercado.
Relatório de 2026-03-30
A compressão do guidance de dividendos para o segundo trimestre de 2026 e o impacto inflacionário nos custos de obra redefiniram a dinâmica operacional do **MFII11** neste mês. Em comparação ao período anterior, o patrimônio líquido do fundo aprofundou sua retração, passando de R$ 654,3 milhões para R$ 646,5 milhões, o que ajustou o valor patrimonial da cota (VPC) para R$ 95,08. Apesar da desvalorização contábil e do desconto de 37% no mercado secundário, a base de investidores manteve a trajetória de expansão, atingindo 33.068 cotistas. O pagamento de dividendos referente a março registrou um leve incremento para R$ 1,06 por cota (DY mensal de 1,48%), cumprindo a estimativa do trimestre anterior. Contudo, a gestão revisou para baixo os rendimentos mensais futuros, fixando o guidance em R$ 0,91 por cota para abril, maio e junho. Essa revisão reflete riscos intrínsecos severos: o atraso nas vistorias da Prefeitura de São Paulo postergou as receitas da SPE Consórcio Cortel SP para 2027, gerando fluxo de caixa negativo no ativo em 2026, somado a um salto de até 30% nos insumos de construção civil, que espremeu as margens de lucro das unidades já comercializadas.
Relatório de 2026-02-27
A conclusão da due diligence para a aquisição de um terreno de 1.500 m² no bairro Vila Ré, em São Paulo, marcou a primeira expansão do landbank do **MFII11** em 2026, projetando um Valor Geral de Vendas (VGV) de R$ 58 milhões sob a marca Livus (MCMV). Em contrapartida ao avanço operacional, os indicadores de valuation do fundo mantiveram a trajetória de leve retração observada no mês anterior. O patrimônio líquido recuou de R$ 660,5 milhões para R$ 654,3 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota (VPC) ajustou-se negativamente para R$ 96,23. Apesar da compressão patrimonial, a base de investidores voltou a crescer, alcançando 32.843 cotistas. No âmbito da remuneração, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,05 por cota, resultando em um dividend yield mensal de 1,34%. O fundo confirmou a manutenção do guidance trimestral, assegurando a distribuição total de R$ 3,16 até abril, o que reforça o carrego de rendimentos mensais em meio à maturação do extenso estoque de obras e à necessidade de venda de ativos no varejo para garantir a geração de caixa futura.
Relatório de 2026-01-30
A assinatura dos primeiros contratos de financiamento do projeto Livus Cupecê junto à Caixa Econômica Federal e a obtenção do Registro de Incorporação do Livus Oratório marcaram o avanço operacional do **MFII11** em janeiro de 2026, contrastando com uma leve retração em seus indicadores de valuation frente ao mês anterior. O patrimônio líquido do fundo recuou de R$ 669,8 milhões para R$ 660,5 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota (VPC) ajustou-se de R$ 98,51 para R$ 97,15. A base de investidores também apresentou ligeira queda, passando para 32.407 cotistas. No que tange ao pagamento de dividendos, o fundo distribuiu R$ 1,05 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,30%, com um guidance já anunciado de R$ 3,16 para os rendimentos mensais do primeiro trimestre. Operacionalmente, o landbank voltou a crescer, atingindo R$ 1,091 bilhão em VGV não lançado. O estoque a mercado saltou expressivamente para R$ 907,1 milhões, e os custos de obras em andamento subiram para R$ 602,1 milhões, refletindo a intensificação das fases construtivas e a necessidade de um forte ritmo comercial e de venda de ativos no varejo para garantir a monetização futura e mitigar riscos de liquidez.
Relatório de 2025-12-31
A expedição do Habite-se para a segunda etapa do projeto Luar do Parque consolidou o encerramento de 2025 do **MFII11** com cinco obras finalizadas e mais de 1.000 unidades entregues. Em relação ao mês anterior, os indicadores de valuation permaneceram estáveis, com o patrimônio líquido cravado em R$ 669,8 milhões e o valor patrimonial da cota (VPC) mantido em R$ 98,51. A base de cotistas também se manteve inalterada em 32.496 investidores. O pagamento de dividendos seguiu a previsibilidade anunciada, distribuindo R$ 1,07 por cota, o que representou um dividend yield mensal de 1,39% e impulsionou a rentabilidade acumulada de 2025 para 13,53%. No detalhamento operacional, o landbank sofreu leve ajuste para R$ 1,076 bilhão em VGV não lançado, distanciando-se da marca prévia de R$ 1,09 bilhão. O estoque a mercado reportado ficou em R$ 742,0 milhões, com custos de obras em andamento na casa de R$ 485,1 milhões. A estratégia de alocação do fundo segue fortemente ancorada no segmento econômico (51%), com foco crescente nas incorporações da marca Livus financiadas pelo programa Minha Casa Minha Vida (MCMV).
Relatório de 2025-12-30
A obtenção do Habite-se para a segunda etapa do projeto Luar do Parque e a expansão do landbank para a marca de R$ 1,09 bilhão em VGV redefiniram o fechamento de 2025 do **MFII11**. Em comparação ao mês anterior, o patrimônio líquido apresentou leve avanço, estabilizando em R$ 669,8 milhões, enquanto o valor patrimonial da cota (VPC) teve uma recuperação marginal para R$ 98,51. A base de investidores reverteu a retração prévia, crescendo para 32.496 cotistas. No aspecto de rentabilidade, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,07 por cota em dezembro, com um guidance já anunciado de R$ 3,16 acumulados para o primeiro trimestre de 2026, reforçando a previsibilidade dos rendimentos mensais. Operacionalmente, o estoque a mercado saltou expressivamente de R$ 742,0 milhões para R$ 907,1 milhões, e o custo de obras em andamento avançou de R$ 485,1 milhões para R$ 602,1 milhões, refletindo a aceleração das 14 obras ativas e a forte alocação no segmento econômico, que hoje representa 51% do portfólio.
Relatório de 2025-11-28
O lançamento da primeira fase do projeto Livus Jaraguá e a entrega do Livus Parque Ecológico reconfiguraram a dinâmica operacional do **MFII11** em novembro de 2025. Em termos de valuation e estrutura de capital, o patrimônio líquido do fundo saltou de R$ 612,7 milhões para R$ 669,7 milhões, impulsionado pelo aumento na base de cotas emitidas, que atingiu 6,8 milhões. Contudo, esse movimento gerou uma pressão no valor patrimonial da cota (VPC), que recuou de R$ 102,77 para R$ 98,49. A base de investidores também manteve a tendência de leve retração, fechando em 32.290 cotistas. No aspecto de rentabilidade, a gestão assegurou a previsibilidade dos rendimentos mensais, mantendo o pagamento de dividendos em R$ 1,07 por cota, o que consolida um dividend yield anualizado de 17,1%. O carrego de obras e o estoque a mercado permaneceram estáveis em R$ 485,1 milhões e R$ 742,0 milhões, respectivamente, evidenciando a manutenção do ritmo de execução dos projetos focados no segmento econômico.
Relatório de 2025-10-31
A expansão do landbank focado no programa Minha Casa Minha Vida (MCMV) e o aumento nos compromissos de construção marcaram a dinâmica operacional do **MFII11** em outubro de 2025. Diferente do mês anterior, o carrego de obras em andamento avançou para R$ 485,1 milhões, acompanhado por uma expressiva elevação no custo a incorrer, que saltou para R$ 309,3 milhões, indicando maior necessidade de capital para as fases de execução. O esforço de alocação refletiu na formalização de dois terrenos: o registro da escritura na rua Guarumbe (Itaquera) e a nova aquisição na rua Adélia Chohfi (São Mateus), que adicionará 224 unidades e R$ 56 milhões de VGV ao projeto Livus São Mateus II. Em termos de valuation, o patrimônio líquido recuou de R$ 620,0 milhões para R$ 612,7 milhões, pressionando o valor patrimonial da cota (VPC) para R$ 102,77. A base de cotistas também apresentou leve retração, passando para 32.499 investidores. Apesar da oscilação no estoque a mercado, que foi reportado em R$ 742,0 milhões, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,07 por cota, garantindo previsibilidade de rendimentos mensais aos cotistas para o último trimestre do ano.
Relatório de 2025-09-30
A conclusão da due diligence para um novo empreendimento em Itaquera e a redução do volume de estoque ditaram a dinâmica operacional do **MFII11** em setembro de 2025. Diferente do mês anterior, o carrego de obras em andamento recuou para R$ 429,5 milhões, acompanhado por uma queda no custo a incorrer, que passou para R$ 239,8 milhões, indicando avanço físico e alívio nos compromissos futuros de capital. O esforço de monetização refletiu na baixa do estoque a mercado, que encolheu de R$ 742,0 milhões (baseline) para R$ 717,1 milhões. No front de alocação, a nova área na Rua Guarumbe (SP) adicionará 343 unidades ao landbank sob a marca Livus (MCMV), com Valor Geral de Vendas estimado em R$ 82 milhões. Em termos de valuation e distribuição, o patrimônio líquido estabilizou em R$ 620,0 milhões (VPC de R$ 104,00), e o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,07 por cota, garantindo previsibilidade de rendimentos mensais aos 32.641 cotistas da base.
Relatório de 2025-09-29
A entrega antecipada das chaves do projeto Livus Barena e a expansão do landbank com um novo terreno em Itaquera ditaram o ritmo operacional do **MFII11** no fechamento do terceiro trimestre de 2025. O patrimônio líquido do fundo apresentou recuperação frente ao mês anterior, subindo de R$ 618,6 milhões para R$ 620,0 milhões, o que elevou o valor patrimonial por cota (VPC) para R$ 104,00. O pagamento de dividendos também registrou leve incremento, passando de R$ 1,06 para R$ 1,07 por cota em setembro, com guidance mantido nesse patamar para o último trimestre do ano. A base de investidores, contudo, manteve a tendência de retração, caindo para 32.641 cotistas. No carrego operacional, o volume de obras em andamento saltou para R$ 485,1 milhões (ante R$ 429,5 milhões), acompanhado por um aumento no custo a incorrer, que atingiu R$ 309,3 milhões. Essa elevação de custos reflete diretamente o lançamento bem-sucedido do Livus Cupecê e a estruturação de novos projetos. A gestão foca agora na reciclagem do portfólio e na monetização do estoque de R$ 742,0 milhões para mitigar riscos e sustentar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-08-29
A expedição do Habite-se do projeto Livus Barena marca a conclusão do primeiro empreendimento do **MFII11** financiado pelo programa Minha Casa Minha Vida, com menos de 10% de estoque remanescente para venda de ativos. No comparativo mensal, a dinâmica de valuation e remuneração apresentou leve retração: o pagamento de dividendos recuou para R$ 1,06 por cota (frente aos R$ 1,11 do mês anterior), enquanto o patrimônio líquido ajustou de R$ 619,0 milhões para R$ 618,6 milhões, levando o valor patrimonial por cota (VPC) a R$ 103,76. A base de investidores também encolheu, passando de 33.043 para 32.711 cotistas. Do lado da execução, o carrego de obras em andamento subiu para R$ 429,5 milhões, mas o custo a incorrer caiu de R$ 245,8 milhões para R$ 239,8 milhões, evidenciando avanço físico nos canteiros. A gestão foca agora na entrega das chaves e na comercialização do estoque para sustentar os rendimentos mensais futuros.
Relatório de 2025-06-30
A entrada do projeto Luar do Norte no portfólio, com VGV superior a R$ 40 milhões em Recife/PE, ditou o ritmo de alocação do **MFII11** neste mês, impulsionando a estratégia voltada à nova Faixa 4 do programa Minha Casa Minha Vida. No comparativo mensal, a remuneração do capital apresentou avanço, com o pagamento de dividendos subindo de R$ 1,06 para R$ 1,11 por cota, consolidando uma distribuição trimestral de R$ 3,31 e um yield anualizado de 16,89%. Em contrapartida, o valuation dos ativos sofreu leve retração: o patrimônio líquido recuou de R$ 620,0 milhões para R$ 619,0 milhões, e o valor patrimonial por cota (VPC) ajustou de R$ 104,00 para R$ 103,82. A base de investidores recuperou terreno, retornando ao patamar de 33.043 cotistas. Do lado dos riscos intrínsecos de execução, o carrego de obras em andamento totaliza R$ 422,1 milhões, com os custos a incorrer subindo de R$ 239,8 milhões para R$ 245,8 milhões, exigindo atenção contínua da gestão para preservar as margens dos rendimentos mensais futuros e o cronograma de venda de ativos.
Relatório de 2025-06-29
O lançamento do empreendimento Livus Cupecê, com VGV superior a R$ 60 milhões, marcou a expansão operacional do **MFII11** neste mês, impulsionando o volume de lançamentos no ano para a marca de R$ 230 milhões. No comparativo com o fechamento do semestre anterior, o fundo apresentou uma leve recuperação no valuation de seus ativos, com o patrimônio líquido subindo de R$ 619,0 milhões para R$ 620,0 milhões e o valor patrimonial por cota (VPC) avançando para R$ 104,00. Em contrapartida, a base de investidores sofreu uma retração, caindo de 33.043 para 32.931 cotistas. A remuneração do capital também registrou ajuste, com o pagamento de dividendos recuando de R$ 1,11 para R$ 1,06 por cota, valor que compõe o guidance trimestral divulgado de R$ 3,19. O carrego de obras segue como ponto de atenção gerencial, mantendo R$ 429,5 milhões em custos totais de construção, dos quais R$ 239,8 milhões ainda estão a incorrer, exigindo monitoramento contínuo das margens nos projetos em andamento.
Relatório de 2025-06-27
A inserção do projeto Luar do Norte no portfólio e a retração pontual no valuation das cotas ditaram o ritmo do **MFII11** no fechamento do semestre. O patrimônio líquido do fundo recuou de R$ 625,3 milhões para R$ 619,0 milhões no comparativo mensal, acompanhado por uma desvalorização do valor patrimonial por cota (VPC), que passou de R$ 104,88 para R$ 103,82. A base de investidores também registrou leve queda, totalizando 33.043 cotistas. Do lado operacional, a nova parceria em Recife/PE adiciona R$ 40 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) ao segmento econômico, com 50% das unidades já comercializadas. Em relação à remuneração do capital, o pagamento de dividendos de junho fechou em R$ 1,11 por cota, e a gestão divulgou o guidance para o terceiro trimestre, projetando rendimentos mensais que somam R$ 3,19. Os riscos atrelados ao carrego de obras seguem monitorados, com R$ 429,5 milhões em custos de construção em andamento, exigindo gestão eficiente para preservar as margens.
Relatório de 2025-05-30
A assinatura de um novo contrato para aquisição de terreno em Itaquera (Zona Leste de São Paulo) e o salto patrimonial marcam a evolução operacional do **MFII11** em maio de 2025. O fundo expandiu seu patrimônio líquido para R$ 625,3 milhões, reflexo direto do aumento na base de cotas emitidas para 5,96 milhões, enquanto o valor patrimonial por cota (VPC) permaneceu praticamente estável em R$ 104,88. O novo projeto, focado no programa Minha Casa Minha Vida sob a marca Livus, adicionará aproximadamente R$ 82 milhões em Valor Geral de Vendas (VGV) com a previsão de 350 apartamentos, reforçando a tese de alocação no segmento econômico. No âmbito da distribuição de rendimentos mensais, a gestão ratificou o guidance trimestral, anunciando o pagamento de dividendos de R$ 1,10 por cota referente a maio, mantendo a atratividade do dividend yield frente aos pares de desenvolvimento. A base de investidores, contudo, apresentou leve retração no período, totalizando 33.190 cotistas.
Relatório de 2025-05-07
O ritmo acelerado de vendas do projeto Livus Vila Sônia, que comercializou mais de 20% de suas unidades em menos de um mês, e a entrega do loteamento Vilas do Rio reconfiguram a dinâmica operacional do **MFII11** neste período. Em contraste com a expansão patrimonial citada no baseline anterior, os dados consolidados reportam um patrimônio líquido de R$ 546,7 milhões e 5,21 milhões de cotas emitidas, com o valor patrimonial por cota (VPC) ajustado para R$ 104,89. A gestão confirmou o guidance de pagamento de dividendos para o 2T25 no valor total de R$ 3,31 por cota, mantendo a previsibilidade de rendimentos mensais com parcelas de R$ 1,10 para maio. O carrego da carteira de recebíveis permaneceu em R$ 268,2 milhões. No front de valuation e alocação, o portfólio segue beneficiado pelas novas regras do Minha Casa Minha Vida (Faixa 4), que otimizam a liquidez dos 53% dos ativos focados no padrão econômico. Adicionalmente, o pipeline avança com due diligence em três novos terrenos na Zona Leste de São Paulo, projetando um acréscimo potencial de R$ 150 milhões em VGV ao landbank, que atualmente soma R$ 1,11 bilhão.
Relatório de 2025-04-30
A expansão da base de cotistas e o lançamento do loteamento Damha Fit II ditaram a forte evolução patrimonial do **MFII11** neste mês de abril. O patrimônio líquido saltou expressivamente para R$ 623,7 milhões, reflexo direto do aumento de cotas emitidas, que passaram de 5,21 milhões para 5,96 milhões. Esse movimento de captação gerou uma leve diluição no valor patrimonial por cota (VPC), que recuou de R$ 104,89 para R$ 104,61. No front operacional, o novo projeto em Uberaba/MG destravou um VGV de R$ 120 milhões, consolidando o segundo lançamento de 2025 e pavimentando o caminho para a meta de R$ 500 milhões no ano. O carrego da carteira de recebíveis, no entanto, apresentou retração, caindo para R$ 268,2 milhões, o que exige atenção quanto à previsibilidade de caixa. Consequentemente, o pagamento de dividendos e rendimentos mensais foi ajustado: o guidance para o 2T25 foi fixado em R$ 3,31, com a distribuição de R$ 1,10 programada para abril. A gestão também destacou o impacto positivo das novas regras do Minha Casa Minha Vida (Faixa 4), que ampliam o mercado endereçável para os 53% do portfólio focados no padrão econômico, otimizando o valuation e a liquidez dos estoques em desenvolvimento.
Relatório de 2025-03-31
A entrega do loteamento Vilas do Rio e o lançamento do empreendimento Vila Sônia ditaram o ritmo operacional do **MFII11** neste mês, impulsionando o valor patrimonial da cota, que saltou de R$ 103,03 para R$ 104,89. O novo projeto em São Paulo registrou mais de 20% das unidades comercializadas em menos de 30 dias, validando a tese de adensamento urbano e destravando um VGV de R$ 54 milhões. No balanço financeiro, o patrimônio líquido avançou para R$ 546,7 milhões, refletindo a maturação do portfólio que mantém 61% dos ativos em fase de obras. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,11 por cota, cravando o guidance trimestral de R$ 3,34. A gestão agora direciona esforços para a venda de ativos remanescentes e a administração da carteira de recebíveis, que segue ancorada em R$ 303,5 milhões, mitigando riscos de vacância estrutural inerentes ao desenvolvimento imobiliário e garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais.