Relatório de 2026-04-30
A venda da Loja e Sobreloja do Edifício Center I transformou o carrego do **NEWU11** em abril de 2026, zerando a vacância física que antes pressionava o portfólio em 31,54%. A transação de R$ 16 milhões destravou valor significativo, superando em 51% o laudo de avaliação e eliminando o impacto negativo de R$ 0,08 por cota no NOI mensal. Com a recomposição do caixa patrimonial e o reconhecimento inicial dos lucros imobiliários, o pagamento de dividendos saltou de R$ 0,25 para R$ 0,40 por cota. No valuation, a cota de mercado avançou para R$ 114,43, enquanto a cota patrimonial subiu para R$ 96,12, forçando inclusive um reajuste no preço da 2ª Emissão de Cotas. Apesar da melhora estrutural, o resultado operacional do mês sofreu um revés pontual devido ao atraso no pagamento de aluguel pela locatária BRK Ambiental, evidenciando o risco de crédito concentrado, embora a gestão confirme o recebimento posterior em maio.
Relatório de 2026-04-23
O fundo **NEWU11** celebrou contrato de compromisso de compra e venda para a alienação de ativos imobiliários correspondentes à loja e sobreloja do Edifício Center I, localizados em Recife (PE). O montante total da operação é de R$ 16.000.000,00, estruturado com um recebimento de sinal de R$ 6.000.000,00 e o saldo restante em 10 parcelas mensais consecutivas corrigidas pelo IPCA.
A transação gerará um lucro sob regime de caixa estimado em R$ 6,25 por cota para o **NEWU11**, o qual integrará a base de cálculo para a distribuição de dividendos do fundo. Adicionalmente, a alienação elimina custos de ocupação que geravam impacto mensal operacional negativo ao portfólio.
Relatório de 2026-03-31
A compensação contábil atrelada à venda do Edifício Suarez Trade derrubou o resultado líquido do **NEWU11** em março, passando de R$ 395.661 no mês anterior para R$ 38.557. Esse movimento reflete o registro negativo de R$ 90.139 na linha de lucros imobiliários, ajustando o recebimento antecipado de aluguel anual ocorrido em fevereiro. Apesar da forte contração no lucro contábil, o pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 0,25 por cota, demonstrando o uso de caixa acumulado para sustentar os rendimentos mensais. No valuation de mercado secundário, o valor de negociação da cota apresentou recuperação, subindo de R$ 98,02 para R$ 105,27, enquanto a cota patrimonial teve leve ajuste positivo para R$ 92,34. Operacionalmente, a vacância física segue estagnada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I. Este espaço vago continua pressionando a rentabilidade, com um impacto negativo estimado em R$ 0,08 por cota no carrego do fundo. A gestão reforça a busca por um contrato built-to-suit para destravar o valor deste último ativo e viabilizar seu desinvestimento futuro.
Relatório de 2026-02-28
A reavaliação patrimonial de 20,7% nos imóveis do portfólio redefiniu o patamar de precificação do **NEWU11** neste mês, elevando a cota patrimonial de R$ 82,26 para R$ 92,16. O resultado líquido contábil saltou de R$ 285.185 para R$ 454.665, tracionado por um forte aumento na receita de locação (de R$ 372.393 para R$ 634.329), o que compensou a ausência de receitas financeiras no período e o registro negativo em lucros imobiliários (-R$ 9.320). As despesas totais também subiram, passando de R$ 201.558 para R$ 255.201. No valuation de mercado secundário, o valor de negociação recuou de R$ 107,01 para R$ 98,02, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido estável em R$ 0,25 por cota. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estagnada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I. Estrategicamente, a gestão ajustou o preço da sua 2ª emissão de cotas para refletir o novo laudo de avaliação e concluiu a cessão do contrato das salas 1401 e 1402 do Center II para a Martorelli Advogados, alongando o prazo de vencimento até 2035.
Relatório de 2026-01-31
A normalização do pagamento de dividendos para R$ 0,25 por cota marca a transição do **NEWU11** em janeiro de 2026, após a distribuição extraordinária de R$ 1,10 no mês anterior. O resultado líquido contábil apresentou forte recuperação, saltando de R$ 129.026 para R$ 285.185, impulsionado pela redução nas despesas totais (de R$ 311.535 para R$ 201.558) e pelo incremento em receitas financeiras (R$ 60.310). A receita de locação manteve-se estável, registrando R$ 372.393. No valuation, o valor de mercado da cota subiu para R$ 107,01 (ante R$ 105,00), enquanto a cota patrimonial sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 82,34 para R$ 82,26. Estrategicamente, o fundo anunciou sua 2ª emissão de cotas visando operações Built to Suit (BTS) e novas aquisições para reciclar o portfólio. A vacância física segue inalterada em 31,54%, com a gestão focada no reposicionamento da Loja e Sobreloja do Edifício Center I, cujo impacto negativo nos rendimentos mensais é estimado em R$ 0,08 por cota.
Relatório de 2026-01-30
O Banco Genial S.A., atuando como administradora do **NEWU11**, publicou Fato Relevante definindo o dia 29 de janeiro de 2026 como a data-base para a identificação dos cotistas aptos a exercer o direito de preferência na subscrição de cotas da 2ª emissão do fundo. Diferentemente de comunicados focados em pagamento de dividendos ou venda de ativos, o presente documento possui caráter estritamente regulatório e procedimental.
Os investidores que possuírem cotas integralizadas do **NEWU11** na data-base mencionada terão o direito de subscrever novas cotas de classe única, respeitando o limite total de 3.265.699 novas cotas da emissão. O direito poderá ser exercido de forma proporcional e também é admitida a cessão do direito de preferência a terceiros por intermédio do escriturador do fundo.
Relatório de 2026-01-23
O fundo **NEWU11** divulgou fato relevante comunicando a aprovação de sua 2ª (segunda) emissão de cotas para distribuição primária sob o rito de registro automático. A oferta pública busca captar inicialmente o montante de até R$ 272.000.069,71, desconsiderando o custo de distribuição, correspondente à emissão de até 3.265.699 novas cotas.
Os recursos líquidos captados pelo **NEWU11** serão destinados à aquisição de ativos imobiliários preferencialmente comerciais ou institucionais (lajes corporativas, prédios de escritórios ou imóveis monousuários) visando à geração de renda por locação. Na data do anúncio, o fundo não possui ativos pré-determinados para aquisição, caracterizando uma alocação estimada.
Relatório de 2025-12-31
A distribuição extraordinária de R$ 1,10 por cota redefine o carrego de curto prazo do **NEWU11** em dezembro de 2025, impulsionada pela estratégia de reciclagem de portfólio e venda do Edifício Suarez Trade. Contrastando com o mês anterior, o pagamento de dividendos saltou expressivamente, exigindo o uso de caixa acumulado, visto que o resultado líquido contábil recuou para R$ 129.026 (ante R$ 151.710 em novembro). A receita de locação apresentou leve melhora, atingindo R$ 371.799, reforçada pela assinatura de um novo contrato com a TT Work no Edifício Center II, que garantiu um incremento nominal de 47,8% no aluguel. No valuation patrimonial, a cota sofreu uma desvalorização, passando de R$ 83,29 para R$ 82,34, enquanto o valor de mercado recuou marginalmente para R$ 105,00. A vacância física permanece estagnada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I, mantendo o desafio de reposicionamento do ativo para destravar valor e mitigar o impacto negativo nos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-12-16
A expressiva alta no valor de mercado para R$ 105,26 marca o mês de novembro de 2025 para o **NEWU11**, contrastando com a forte retração no resultado líquido, que despencou de R$ 860.014 para R$ 147.166. Esse recuo reflete a ausência dos ganhos atípicos de renda fixa vistos no mês anterior, com a linha de receita financeira caindo drasticamente para R$ 2.642. A receita de locação também apresentou leve contração, fechando em R$ 327.757. Apesar do carrego operacional mais enxuto, o pagamento de dividendos foi sustentado no patamar de R$ 0,25 por cota para distribuição em dezembro, exigindo o uso de reservas acumuladas, já que o rendimento total distribuído (R$ 185.500) superou o resultado gerado. No front patrimonial, a cota recuou marginalmente para R$ 83,29. A vacância física permanece estagnada em 31,54%, concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I, mantendo o impacto negativo de R$ 0,08 por cota no valuation, enquanto a gestão estrutura um projeto de build-to-suit para reverter a ociosidade e destravar valor.
Relatório de 2025-10-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,25 por cota marca o novo patamar de distribuição do **NEWU11** em outubro de 2025, impulsionada pela forte realização de lucros em aplicações de renda fixa, que injetou R$ 662.148 no caixa. Comparado ao mês anterior, o resultado líquido saltou expressivamente de R$ 300.540 para R$ 860.014. A receita de locação também apresentou melhora, subindo para R$ 348.123. No front patrimonial, o valor da cota teve leve alta para R$ 83,79, enquanto o valor de mercado avançou para R$ 98,93. A gestão segue focada na reciclagem do portfólio, destacando a venda de ativos como o Edifício Suarez Trade por R$ 24,7 milhões, que promete um carrego positivo de R$ 3,88 por cota ao longo do recebimento das parcelas. Contudo, a vacância física permanece estagnada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I, mantendo o impacto negativo de R$ 0,08 por cota no valuation e exigindo investimentos futuros para reversão.
Relatório de 2025-09-30
A venda da posição no fundo HGRU11 e a consequente apuração de lucro com cotas de FIIs impulsionaram o resultado financeiro do **NEWU11** em setembro de 2025. O resultado saltou expressivamente de R$ 149.691 em agosto para R$ 310.612 no mês atual. Apesar da queda na receita de locação (de R$ 339.233 para R$ 323.423), o fundo compensou essa variação com o ganho de capital de R$ 105.279 na negociação de cotas e uma redução nas despesas imobiliárias, que caíram de R$ 141.319 para R$ 90.975. O valor patrimonial da cota apresentou leve recuo, passando de R$ 83,79 para R$ 83,68, enquanto o valor de mercado subiu marginalmente para R$ 95,99. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,20 por cota. A vacância física permaneceu estagnada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I, mantendo o carrego negativo estimado em R$ 0,08 por cota no valuation do portfólio.
Relatório de 2025-08-29
A valorização da cota a mercado e a extensão de contratos de locação ditaram o ritmo do **NEWU11** em agosto de 2025. O valor de mercado saltou expressivamente de R$ 79,90 para R$ 95,00 por cota, enquanto o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 83,79. O resultado financeiro do mês avançou para R$ 149.691 (ante R$ 124.083 em julho), impulsionado por uma redução nas despesas imobiliárias (de R$ 173.826 para R$ 141.319) e um leve aumento na receita de locação, que atingiu R$ 339.233. Por outro lado, os lucros imobiliários recuaram para R$ 54.576. A vacância física manteve-se inalterada em 31,54%, ainda concentrada na Loja e Sobreloja do Edifício Center I, cujo carrego negativo no resultado é estimado em R$ 0,08 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,20 por cota. No aspecto comercial, a gestão concluiu a cessão do contrato das salas 1401 e 1402 do Center II para a Martorelli Advogados, alongando o prazo até 2035 e melhorando a previsibilidade de rendimentos mensais do portfólio.
Relatório de 2025-07-31
O salto na distribuição de dividendos para R$ 0,20 por cota marca a consolidação da venda do Edifício Suarez Trade e o avanço da reestruturação do **NEWU11** neste mês. O resultado financeiro disparou de R$ 51.226 em junho para R$ 124.083 em julho, impulsionado pelo reconhecimento de R$ 72.260 em lucros imobiliários atrelados à venda de ativos na Bahia. Concomitantemente, as despesas imobiliárias recuaram para R$ 173.826. A vacância física do portfólio apresentou nova compressão, caindo de 35,37% para 31,54%, restrita agora exclusivamente à Loja e Sobreloja do Edifício Center I em Recife. Com o patrimônio líquido avaliado em R$ 83,78 por cota e o valor de mercado a R$ 79,90, a gestão foca na alocação do caixa patrimonial gerado, mirando um pipeline de sete novos imóveis de renda urbana e operações Built-to-Suit (BTS) que projetam um Yield on Cost entre 11% e 15%, visando estabilizar os rendimentos mensais no novo patamar.
Relatório de 2025-06-30
A concretização da venda integral do Edifício Suarez Trade em Salvador redefiniu a dinâmica patrimonial do **NEWU11** neste mês, marcando o avanço da terceira fase de reestruturação do portfólio. A transação, fechada por R$ 24,7 milhões (R$ 5.350/m²), representa um prêmio de 44,5% sobre o laudo de 2024 e deve destravar um lucro em regime de caixa de aproximadamente R$ 3,88 por cota ao longo de 35 parcelas. No comparativo mensal, o resultado financeiro recuou de R$ 89.966 em maio para R$ 51.226 em junho, reflexo direto do aumento nas despesas imobiliárias (de R$ 110.527 para R$ 186.108), confirmando o carrego de custos alertado no período anterior. Apesar da compressão no lucro mensal, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota. Operacionalmente, a vacância física do fundo registrou melhora, fixando-se em 35,37%, impulsionada pela reciclagem de ativos que projeta elevar o resultado operacional médio de R$ 0,13 para R$ 0,24 por cota. A gestão segue focada na originação de novos imóveis de renda urbana e operações Built-to-Suit para otimizar o yield no médio prazo.
Relatório de 2025-06-26
O fundo **NEWU11** anunciou a celebração de um compromisso de venda e compra para a alienação de todas as suas unidades de copropriedade no Edifício Suarez Trade, localizado em Salvador/BA, pelo valor total de R$ 24.717.000,00. A transação envolve a venda de ativos que totalizam 4.620 m², com pagamento estruturado em um sinal de R$ 7,5 milhões, 35 parcelas mensais corrigidas pelo IPCA e uma parcela final de R$ 2,0 milhões.
Relatório de 2025-06-17
O fundo imobiliário **NEWU11** celebrou um novo contrato de locação para uso não residencial com a MULTICOM ATACADO E VAREJO S/A (nome fantasia ECONOMART). O imóvel locado corresponde ao conjunto nº 1202 do Edifício Suarez Trade, situado em Salvador/BA, totalizando 385 m² de área de locação. O prazo determinado do contrato é de 60 meses, iniciando-se em 03 de junho de 2025 e encerrando em 02 de junho de 2030, com possibilidade de renovação automática.
Conforme o documento do **NEWU11**, o valor mensal da locação é de R$ 15.000,00, equivalente a R$ 38,96/m², corrigido anualmente pelo IPCA. O acordo prevê uma carência inicial de 6 meses. O impacto financeiro estimado no caixa do fundo é positivo, representando um incremento de aproximadamente R$ 0,02 por cota ao mês na receita de dividendos, além de uma redução de despesas operacionais estimada também em R$ 0,02 por cota mensal.
Relatório de 2025-05-30
A reversão do déficit contábil marcou o mês de maio para o **NEWU11**, impulsionada pela queda expressiva nas despesas imobiliárias, que recuaram de R$ 279.854 em abril para R$ 110.527. Esse movimento gerou um resultado positivo de R$ 89.966, aliviando a pressão no fluxo de caixa observada no mês anterior. Contudo, a gestão ressalta que houve diferimento de despesas para junho, o que exige atenção ao carrego de curto prazo. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, em linha com o guidance semestral. No front operacional, a ociosidade física permanece estagnada em 38,52%, concentrada nos edifícios Center I e Suarez Trade. A estratégia de reciclagem do portfólio segue ativa na terceira fase, focada na venda de ativos maduros e na prospecção de operações Built-to-Suit (BTS) para destravar valor patrimonial e elevar o patamar de rendimentos mensais de forma sustentável.
Relatório de 2025-04-30
O impacto de despesas imobiliárias extraordinárias referentes ao semestre do imóvel Center I marcou o resultado contábil do **NEWU11** em abril de 2025, gerando um déficit de R$ 65.469 no mês. Apesar da pressão no fluxo de caixa, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,07 por cota, sustentado pela política de distribuição do veículo. A gestão avança na terceira fase de seu plano de reestruturação, destacando a conclusão da venda de dois imóveis com preço médio superior a R$ 6.000 por metro quadrado, movimento que destrava valor patrimonial e gera lucro imobiliário. No front comercial, a recente locação para a MDS Corretora reforça a mitigação da vacância, embora a ociosidade física permaneça estagnada em 38,52%. O portfólio segue focado na reciclagem de ativos maduros e prospecção de operações Built-to-Suit (BTS), buscando consolidar o valuation e elevar o patamar de rendimentos mensais a longo prazo.