Relatório de 2026-04-30
A expansão do desconto a mercado e a rotação de portfólio no segmento de shoppings ditaram a dinâmica do **RBFM11** em abril de 2026. O potencial de upside da carteira avançou de 37,1% para 41,1%, reflexo direto da nova compressão na cota a mercado, que recuou de R$ 11,05 para R$ 10,77, levando o múltiplo P/VP a 0,82. O carrego a mercado em 12 meses apresentou leve recuperação, passando de 18,6% para 19,6%. No front de movimentações, a gestão realizou a venda de ativos com o desinvestimento de R$ 2,3 milhões no fundo XPML11, retendo o capital em caixa para futuras alocações. Adicionalmente, o fundo passou a deter uma posição de R$ 2,0 milhões (0,65% do patrimônio líquido) no TRXF11, originada pela amortização em cotas do VIUR11. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,108 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 12,03%, com a reserva de lucros mantida em R$ 0,23 por cota desde o início da gestão, garantindo a previsibilidade dos rendimentos mensais e mitigando riscos de curto prazo associados à volatilidade do mercado secundário.
Relatório de 2026-03-31
A ampliação da tese de 'duplo desconto' e a postura defensiva ditaram a dinâmica do **RBFM11** em março de 2026. O potencial de upside da carteira saltou de 33,0% para 37,1%, impulsionado pela retração da cota a mercado, que recuou de R$ 11,36 para R$ 11,05, comprimindo o múltiplo P/VP para 0,85. O carrego a mercado em 12 meses sofreu forte ajuste, caindo de 38,9% para 18,6%. No front de alocação, a gestão aproveitou a volatilidade para aportar R$ 1,6 milhão no fundo logístico VILG11, elevando a exposição para 5,25% do patrimônio líquido, enquanto realizou a venda de ativos com a alienação de R$ 653,5 mil no fundo de crédito RBRY11. Diante do agravamento das tensões no Oriente Médio, o fundo optou por reter uma posição de caixa elevada de 6,6% do PL, priorizando a preservação de capital. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,108 por cota, o que elevou o dividend yield anualizado para 11,73%, suportado por uma robusta reserva acumulada de R$ 0,23 por cota, garantindo aderência ao guidance de rendimentos mensais projetado para o semestre.
Relatório de 2026-02-28
A rotação tática do portfólio e a tese de 'duplo desconto' ditaram o ritmo operacional do **RBFM11** em fevereiro de 2026. O valuation do fundo apresentou expressiva recuperação, com o múltiplo P/VP avançando de 0,81 para 0,86, reflexo direto da valorização da cota a mercado, que encerrou o período cotada a R$ 11,36. O carrego a mercado em 12 meses saltou de 36,3% para 38,9%, evidenciando a reprecificação positiva dos ativos. No front de alocação, a gestão executou a venda de ativos estratégicos, liquidando integralmente as posições em RBRX11 e RBRR11, o que destravou uma TIR de 33,2% a.a. neste último e gerou ganho de capital de R$ 0,01 por cota. Os recursos oriundos dessa alienação foram parcialmente direcionados para o aumento de participação no fundo logístico VILG11. O pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,108 por cota, traduzindo-se em um dividend yield anualizado de 11,41%, levemente inferior aos 11,90% do mês anterior, mas rigorosamente alinhado ao guidance de rendimentos mensais estipulado para o semestre. A tese central da gestão aponta para um potencial de upside de 33,0%, fundamentado no deságio simultâneo da própria cota do fundo e dos ativos imobiliários subjacentes que compõem a carteira.
Relatório de 2026-01-31
A efetivação do desdobramento de cotas na proporção de 1:5 e a alteração oficial do ticker para **RBFM11** ditaram a dinâmica operacional de janeiro de 2026. Após o pico não recorrente de dezembro, o pagamento de dividendos foi normalizado para R$ 0,106 por cota, ajustando o dividend yield anualizado para 11,90% (ante os 22,6% do mês anterior). O valuation do portfólio sofreu leve compressão, com o P/VP recuando de 0,84 para 0,81, reflexo do fechamento da cota a mercado em R$ 10,69. Em contrapartida, a base de investidores reverteu a tendência de queda, saltando para 25.342 cotistas. A gestão realizou a venda de ativos táticos (RBRR11 e RBRX11), gerando uma TIR de 14,4% a.a. e reforçando o caixa. O carrego a mercado em 12 meses deu um salto expressivo, atingindo 36,3%, enquanto o retorno patrimonial marcou 32,4%. O ganho de capital não realizado ajustado ficou em R$ 0,11 por cota, sustentando a previsibilidade dos rendimentos mensais no guidance linearizado para o semestre.
Relatório de 2026-01-15
O fundo **RBFM11** (anteriormente negociado sob o ticker RBFF11) anunciou que suas cotas passarão a ser negociadas na B3 sob o novo código de negociação **RBFM11** e nome de pregão 'FII RIOB MT' a partir de 23 de janeiro de 2026. A mudança é decorrente da alteração de sua Política de Investimento e de seu Objeto do Fundo, que passa a atuar como um fundo de multiestratégia imobiliária.
A nova denominação social do fundo passa a ser Rio Bravo Multiestratégia Fundo de Investimento Imobiliário de Responsabilidade Limitada, substituindo de forma definitiva as nomenclaturas e códigos anteriores no ambiente de bolsa de valores.
Relatório de 2026-01-12
Anúncio de desdobramento de cotas do fundo **RBFM11** na proporção de 1:5, agendado para ocorrer em janeiro de 2026.
A administração do **RBFM11** comunicou que o desdobramento de cotas foi aprovado por meio de Consulta Formal. O processo aumentará o número de cotas de cada investidor na proporção de 1:5, com redução proporcional do valor da cota no mercado secundário, mantendo inalterado o valor total investido pelo cotista no portfólio.
Relatório de 2025-12-31
A aprovação definitiva da conversão para multiestratégia e o anúncio do desdobramento de cotas na proporção de 1:5 marcaram a virada de chave do **RBFM11** no encerramento de 2025. O P/VP avançou de 0,81 para 0,84, impulsionado pelo fechamento da cota a mercado em R$ 54,13. O pagamento de dividendos saltou de R$ 0,51 para R$ 1,02 por cota, reflexo direto da renúncia da taxa de performance pela gestão, o que catapultou o dividend yield anualizado para 22,6%. O resultado gerado apresentou leve alta, passando de R$ 0,54 para R$ 0,55 por cota. No acumulado de 12 meses, o retorno patrimonial atingiu 24,5% (ante 17,1% no mês anterior), enquanto o carrego a mercado subiu para 19,3%. Apesar da robustez nos rendimentos mensais e da projeção de um novo guidance com aumento médio de 7,9% para o primeiro semestre de 2026, a base de cotistas manteve a tendência de evasão, recuando de 25.164 para 25.108 investidores. O ganho de capital não realizado encerrou o período em R$ 0,38 por cota, suportando a previsibilidade das distribuições futuras.
Relatório de 2025-12-17
Aprovação de nova política de investimento, desdobramento de cotas e distribuição extraordinária marcam a reestruturação do fundo, que passará a negociar sob o ticker **RBFM11**. Os cotistas deliberaram favoravelmente sobre a transição do objeto para um fundo de multiestratégia imobiliária, além de autorizarem mudanças na Taxa de Performance.
A alteração metodológica da Taxa de Performance resultou na renúncia dos valores anteriormente acumulados e provisionados, possibilitando um pagamento extraordinário estimado em R$ 0,51 por cota aos cotistas do **RBFM11**, previsto para dezembro de 2025. Adicionalmente, foi chancelado o desdobramento de cotas na proporção de 5 para 1, visando readequar a quantidade de cotas em circulação no mercado.
Relatório de 2025-11-28
A convocação de uma Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para transformar o veículo em multiestratégia e a sinalização de um dividendo extraordinário ditaram o ritmo do **RBFM11** em novembro de 2025. O mês registrou uma recuperação na cota de mercado, que avançou de R$ 49,22 para R$ 50,59, elevando o múltiplo P/VP para 0,81. Em contrapartida, o resultado gerado recuou de R$ 0,64 para R$ 0,54 por cota, reflexo de um menor ganho de capital no período. Apesar da queda no lucro contábil, o pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,51, resultando em um dividend yield anualizado de 12,1%. Na gestão do portfólio, a equipe realizou a venda de ativos com a alienação de R$ 3,1 milhões em GARE11, realocando R$ 3,3 milhões no RBRR11 para reforçar a exposição a CRIs high grade atrelados ao IPCA. O carrego de 12 meses a mercado saltou expressivamente para 12,3%, enquanto o retorno patrimonial atingiu 17,1%. A reserva acumulada cresceu de R$ 0,38 para R$ 0,40 por cota, conferindo maior previsibilidade para as distribuições futuras, mesmo diante da contínua evasão na base de investidores, que encolheu para 25.164 cotistas.
Relatório de 2025-10-31
A compressão da cota de mercado para R$ 49,22 e a consequente queda do múltiplo P/VP para 0,79 marcaram o mês de outubro de 2025 para o **RBFM11**, contrastando com a leve alta da cota patrimonial, que atingiu R$ 62,24. Apesar da desvalorização no mercado secundário, o fundo apresentou uma recuperação expressiva no resultado gerado, saltando de R$ 0,49 para R$ 0,64 por cota, impulsionado por um ganho de capital de R$ 0,083/cota oriundo da venda de R$ 5,3 milhões em ativos como LASC11, GARE11, KNUQ11 e RBVA11. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,51 por cota, o que, aliado à queda no preço de tela, elevou o dividend yield anualizado para 12,4%. Na ponta compradora, a gestão consolidou o XPCI11 como a 5ª maior posição da carteira, reforçando o viés estratégico em CRIs indexados ao IPCA. A base de investidores, contudo, manteve a trajetória de retração, encerrando o período com 25.434 cotistas, uma perda frente aos 26.009 do mês anterior. O carrego de 12 meses a mercado reverteu o campo negativo, registrando 5,14%, enquanto o retorno patrimonial alcançou 12,3%. O fundo encerra o mês com uma reserva acumulada de R$ 0,38 por cota, conferindo previsibilidade para as próximas distribuições.
Relatório de 2025-09-30
A recuperação do preço de tela e a expansão do múltiplo P/VP para 0,82 ditaram o ritmo do **RBFM11** em setembro de 2025, revertendo parte do carrego negativo de 12 meses, que passou de -12,14% para -2,66%. O valor do patrimônio líquido por cota avançou de R$ 60,44 para R$ 62,11, acompanhado por uma forte alta na cotação a mercado, que saltou de R$ 47,84 para R$ 51,23. Essa valorização comprimiu o dividend yield anualizado para 11,9%, mesmo com a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,51 por cota. Na frente de alocação, a gestão executou um giro tático relevante: realizou a venda de ativos como LASC11, GARE11 e KNUQ11, além de um desinvestimento forçado em RBVA11 para reenquadramento regulatório. O capital foi realocado na compra de R$ 10,3 milhões nos fundos de recebíveis XPCI11 e BTCI11, aproveitando descontos de 5% e 7% frente ao VP. Apesar da melhora no valuation, o fundo enfrentou uma queda no resultado gerado no mês, que recuou de R$ 0,59 para R$ 0,49 por cota, e manteve a tendência de perda na base de investidores, encerrando o período com 26.009 cotistas.
Relatório de 2025-08-31
A compressão do múltiplo P/VP para 0,79 e o recuo no preço de tela marcaram a dinâmica do **RBFM11** em agosto de 2025, aprofundando o carrego negativo de 12 meses para -12,14%. O valor do patrimônio subiu de R$ 59,66 para R$ 60,44, evidenciando um descolamento em relação à cotação a mercado, que caiu de R$ 50,50 para R$ 47,84. O resultado gerado no mês recuou de R$ 0,69 para R$ 0,59 por cota, enquanto o resultado acumulado avançou de R$ 0,28 para R$ 0,37 por cota, garantindo conforto para a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,51. Com a queda na cota, o dividend yield anualizado subiu para 12,8%. Na frente de alocação, a gestão realizou nova venda de ativos com o desinvestimento parcial em LASC11, gerando ganho de capital de R$ 0,025/cota, e concluiu a compra do fundo de recebíveis MCCI11 com desconto de 7,4% frente ao VP. Adicionalmente, executou uma arbitragem tática no KNUQ11, vendendo no secundário para recomprar no primário. A base de cotistas apresentou leve retração, passando de 26.581 para 26.540 investidores, refletindo os riscos de volatilidade e a aversão ao risco no mercado secundário de FIIs.
Relatório de 2025-07-31
A forte geração de caixa impulsionada por ganhos de capital marcou a dinâmica do **RBFM11** em julho de 2025, contrastando com a pressão na cotação de tela. O resultado gerado no mês saltou de R$ 0,39 para R$ 0,69 por cota, permitindo que o resultado acumulado não distribuído avançasse de R$ 0,10 para R$ 0,28 por cota. Esse desempenho operacional foi sustentado pela venda de ativos, especificamente o desinvestimento parcial em LASC11 e a liquidação total da posição em VGIR11, que entregou uma TIR de 23,1% a.a. O capital foi realocado estrategicamente na compra de fundos de recebíveis descontados, como XPCI11 e MCCI11. Apesar da robustez interna, o ambiente macroeconômico com a abertura da curva de juros (NTN-B 2035) penalizou o valuation no mercado secundário. O valor patrimonial recuou para R$ 59,66 e o preço de tela caiu para R$ 50,50, comprimindo o múltiplo P/VP para 0,85 e aprofundando o carrego negativo dos últimos 12 meses para -6,21%. Em contrapartida, a queda no preço elevou o dividend yield anualizado para 12,1%, com a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,51. Destaca-se também a expansão expressiva da base de cotistas, que saltou de 23.329 para 26.581 investidores no período.
Relatório de 2025-06-30
A alocação tática em fundos descontados e a volatilidade regulatória ditaram o ritmo do **RBFM11** em junho de 2025. O patrimônio líquido recuou para R$ 227,29 milhões, pressionando o valor patrimonial da cota para R$ 60,62. No mercado secundário, a cotação sofreu retração para R$ 52,30, o que comprimiu o múltiplo P/VP para 0,86. Apesar da queda no preço de tela, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,51 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 11,7%. O carrego negativo dos últimos 12 meses apresentou melhora, passando de -5,22% para -2,70%. A base de investidores sofreu uma redução expressiva, caindo para 23.329 cotistas. O resultado acumulado não distribuído despencou para R$ 0,10 por cota, reflexo direto de um resultado recorrente gerado no mês de apenas R$ 0,39, exigindo o uso de reservas para manter o patamar de rendimentos mensais. A gestão executou a venda de ativos como LASC11 e IRDM11, redirecionando o capital para a compra de XPCI11 e GRUL11, buscando otimizar o valuation da carteira frente aos descontos do mercado.
Relatório de 2025-05-31
A reciclagem de portfólio com o desinvestimento total em RBHY11 e LFTT11 marcou a estratégia do **RBFM11** em maio de 2025, gerando taxas internas de retorno superiores ao IFIX e recompondo o caixa para novas alocações. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve alta em relação ao mês anterior, passando para R$ 228,30 milhões, o que elevou o valor patrimonial da cota para R$ 60,89. No mercado secundário, a cotação avançou significativamente para R$ 53,27, expandindo a relação P/VP de 0,84 para 0,87. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,51 por cota, mas a valorização no preço de tela comprimiu o dividend yield anualizado para 11,5%. O carrego negativo dos últimos 12 meses continuou sua trajetória de recuperação, atingindo -5,22%. A base de investidores cresceu para 26.057 cotistas, enquanto o resultado acumulado não distribuído recuou para R$ 0,22 por cota, uma vez que o resultado recorrente gerado no mês (R$ 0,48) ficou abaixo do patamar distribuído. A gestão também realizou a venda parcial de RBVA11 para reenquadrar a posição ao limite regulamentar interno de 10% do PL, demonstrando gestão ativa de riscos e foco no valuation da carteira.
Relatório de 2025-04-30
A continuidade na redução de posições em XP Malls e Legatus Shoppings marcou a estratégia do **RBFM11** em abril de 2025, gerando R$ 1,3 milhão em venda de ativos e um ganho de capital de R$ 0,04 por cota. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 227,91 milhões (ante R$ 220,75 milhões no mês anterior), impulsionando o valor patrimonial da cota para R$ 60,79. No mercado secundário, a cotação recuou para R$ 51,16, o que comprimiu a relação P/VP de volta a 0,84. O pagamento de dividendos mensais permaneceu estável em R$ 0,51 por cota, mas a queda no preço de tela elevou o dividend yield anualizado para 12,0%. O carrego negativo dos últimos 12 meses continuou sua trajetória de recuperação, atingindo -7,14%. A base de investidores cresceu para 25.241 cotistas, e a gestão ampliou o resultado acumulado não distribuído para R$ 0,25 por cota, reforçando a previsibilidade de rendimentos futuros. O cenário atual exige cautela com a alavancagem e a necessidade de caixa dos FIIs investidos.
Relatório de 2025-03-31
A venda parcial de posições em XP Malls e Legatus Shoppings marcou a tática de reciclagem do **RBFM11** em março de 2025, gerando R$ 2,9 milhões para recomposição de caixa visando novas alocações no segmento logístico. Em comparação ao mês anterior, o patrimônio líquido do veículo apresentou expansão, saltando de R$ 210,93 milhões para R$ 220,75 milhões, o que elevou o valor patrimonial da cota para R$ 58,88. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, encerrando a R$ 52,00 e ajustando a relação P/VP de 0,84 para 0,88. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,51 por cota, porém, devido à valorização do ativo na bolsa, o dividend yield anualizado recuou de 13,0% para 11,8%. O carrego negativo dos últimos 12 meses demonstrou forte recuperação, passando de -20,53% para -8,62%. Adicionalmente, a base de investidores manteve a trajetória de crescimento, alcançando 24.881 cotistas, enquanto a gestão acumulou R$ 0,19 por cota em reservas não distribuídas, fortalecendo a previsibilidade dos rendimentos mensais futuros.