Relatório de 2026-03-31
A forte reversão no ganho de capital impulsionou o lucro contábil do **SNFF11** em março de 2026, saltando de R$ 0,68 para R$ 0,82 por cota. Diferente do mês anterior, que havia registrado perdas, a gestão apurou R$ 787 mil positivos com a venda de ativos, notadamente BTHF11 e ITRI11, alcançando uma TIR de 45% a.a. Esse movimento tático permitiu que a reserva acumulada dobrasse, passando de R$ 0,10 para R$ 0,20 por cota, garantindo fôlego e previsibilidade para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,72 (Yield anualizado de 12,50%). No mercado secundário, a abertura da curva real de juros pressionou o valuation do fundo: a cota de fechamento recuou para R$ 72,97 e a cota patrimonial ajustou para R$ 86,82. Consequentemente, o desconto implícito frente ao valor potencial da carteira (estimado em R$ 97,73) ampliou de 17,2% para 19,0%. Do lado das alocações, o fundo intensificou compras em FoFs descontados, como KISU11 e KFOF11, visando ganho de capital futuro. Entre os riscos intrínsecos, a parcela de 9% atrelada a fundos de desenvolvimento (Curva J) segue limitando a liquidez imediata, enquanto os investidores que avaliam se o ativo vale a pena aguardam a conclusão da fusão com o SNME11 no 1S26 para um possível destravamento de valor.
Relatório de 2026-02-27
A compressão do resultado contábil e a ampliação do desconto implícito marcaram a dinâmica do **SNFF11** em fevereiro de 2026. O fundo registrou uma queda no lucro por cota, passando de R$ 0,84 no mês anterior para R$ 0,68, impactado diretamente por uma perda de capital de R$ 271 mil nas movimentações do portfólio. Para sustentar o patamar de dividendos em R$ 0,72 por cota, a gestão consumiu parte da reserva acumulada, que recuou de R$ 0,14 para R$ 0,10. No mercado secundário, a cota de fechamento sofreu desvalorização, caindo para R$ 74,79, enquanto o patrimônio líquido teve leve avanço, com a cota patrimonial atingindo R$ 87,69. Esse movimento divergente elevou o desconto implícito da cota frente ao seu valor potencial (revisado para R$ 98,29) de 13,3% para 17,2%. Do lado das alocações, o ritmo de venda de ativos desacelerou drasticamente, com apenas R$ 1,5 milhão alienados para reforço de caixa, contrapondo-se a uma aquisição pontual de R$ 0,5 milhão no ativo CXCO11. Entre os riscos intrínsecos, a parcela de 9% atrelada a fundos de desenvolvimento (Curva J) continua pressionando a liquidez de curto prazo, enquanto o mercado aguarda a concretização da fusão com o SNME11 no primeiro semestre.
Relatório de 2026-01-30
A alienação de R$ 10 milhões em ativos líquidos e a conclusão de uma operação de arbitragem (long and short) com o SNEL11 ditaram a dinâmica de geração de valor do **SNFF11** neste mês. Em comparação ao período anterior, o fundo optou por uma postura mais conservadora no pagamento de dividendos, reduzindo o repasse de R$ 0,80 para R$ 0,72 por cota, apesar de ter apurado um resultado contábil superior, de R$ 0,84. Essa retenção estratégica permitiu um salto expressivo na reserva acumulada, que passou de R$ 0,02 para R$ 0,14 por cota, preparando o terreno para a aguardada fusão com o SNME11 no primeiro semestre. No mercado secundário, o preço de tela avançou para R$ 76,90, acompanhando a leve alta da cota patrimonial (R$ 87,14). O valuation da cota potencial foi ajustado para R$ 100,10, o que comprimiu o desconto implícito de 18,09% para 13,3%. Do lado dos riscos, a parcela de 9% alocada em fundos de desenvolvimento (Curva J) segue como um ofensor de liquidez de curto prazo, enquanto a carteira de ações zerou sua contribuição de receitas no mês.
Relatório de 2025-12-31
A alocação tática de R$ 7,8 milhões no fundo CXCO11 e o ganho de capital via operação short em HGLG11 ditaram o ritmo do portfólio neste fechamento de ano. O resultado distribuível avançou de R$ 0,73 para R$ 0,80 por cota, valor que foi integralmente repassado no pagamento de dividendos, mantendo a reserva acumulada estável no patamar exíguo de R$ 0,02. No mercado secundário, a cota de fechamento do **SNFF11** saltou para R$ 76,14 (ante R$ 72,41 no mês anterior), enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 86,88. A cota potencial de valuation foi revisada para cima, atingindo R$ 102,60, o que reduziu drasticamente o desconto implícito de 31,10% para 18,09%. A gestão manteve a estratégia de venda de ativos líquidos (R$ 2 milhões) para reciclagem, destacando-se a nova aquisição com cap rate implícito próximo a 15% a.a. e a continuidade dos preparativos para a fusão com o SNME11 no primeiro semestre de 2026. A parcela de 9% em fundos de desenvolvimento segue como ponto de atenção para a liquidez e carrego de curto prazo.
Relatório de 2025-11-28
A aquisição de R$ 8,0 milhões no fundo CVFL11 e a continuidade das vendas para ganho de liquidez marcaram a transição do portfólio neste mês. O resultado distribuível avançou de R$ 0,65 para R$ 0,73 por cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, o que consumiu quase a totalidade da reserva acumulada, que despencou para R$ 0,02 por cota (ante R$ 0,63 no mês anterior). No mercado secundário, a cota de fechamento do **SNFF11** valorizou para R$ 72,41, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 84,83. A cota potencial foi ajustada para R$ 99,63, mantendo o desconto implícito na casa dos 31,10%. A gestão realizou a venda de ativos líquidos na ordem de R$ 5 milhões e aumentou a exposição no segmento de lajes corporativas e logístico, preparando o terreno para a fusão com o SNME11, agora projetada para o primeiro semestre de 2026. A dinâmica atual exige atenção à sustentabilidade dos rendimentos mensais frente à reserva exígua.
Relatório de 2025-10-31
A aprovação da fusão com o SNME11 e a forte reciclagem de portfólio ditaram a dinâmica do **SNFF11** neste mês. O resultado distribuível recuou de R$ 1,50 para R$ 0,65 por cota, reflexo da ausência de ganhos extraordinários massivos como os vistos no mês anterior. Apesar disso, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, o que exigiu o consumo de parte da reserva acumulada, que caiu de R$ 1,08 para R$ 0,63 por cota. No mercado secundário, a cota de fechamento cedeu levemente para R$ 70,28, acompanhando a redução do valor patrimonial, que passou de R$ 85,32 para R$ 84,00. A cota potencial também foi revisada para baixo, atingindo R$ 102,00, ajustando o desconto implícito para 31,10%. A gestão focou na venda de ativos para gerar liquidez, zerando posições em GSFI11 e ALOS3 (esta última gerando ganho de R$ 0,11/cota), além de reduzir a exposição em HGRU11. Na ponta compradora, o fundo alocou recursos em PATL11 e IRDM11, buscando carrego atrativo e margem de segurança frente aos descontos observados. A concretização da incorporação pelo fundo multiestratégia está prevista para o primeiro trimestre de 2026, guiando a estruturação do patrimônio até o final do ano.
Relatório de 2025-09-30
A alienação total da posição no fundo BLMG11 ditou o ritmo operacional e financeiro do **SNFF11** neste mês, gerando um expressivo ganho de capital de R$ 4,1 milhões (TIR de 76,73% a.a.) e impulsionando o resultado distribuível para R$ 1,50 por cota. Esse movimento de venda de ativos permitiu elevar o pagamento de dividendos provisionados para R$ 1,10 por cota e engordar a reserva acumulada, que saltou de R$ 0,68 para R$ 1,08 por cota. No mercado secundário, a cota de fechamento avançou para R$ 70,60, enquanto o valor patrimonial subiu para R$ 85,32, reduzindo levemente o desconto implícito frente à cota potencial (agora estimada em R$ 106,68) para 34,80%. O grande ponto de inflexão para os cotistas e para a continuidade do patrimônio, contudo, reside na convocação de uma assembleia geral extraordinária para deliberar sobre a fusão e incorporação do fundo pelo SNME11, o que deve manter a distribuição de rendimentos mensais em patamares extraordinários no curtíssimo prazo.
Relatório de 2025-08-31
A expressiva reversão no ganho de capital, que saltou de um prejuízo contábil no mês anterior para um lucro de R$ 1,2 milhão em agosto, reconfigurou a dinâmica de resultados do **SNFF11**. O lucro distribuível atingiu R$ 0,97 por cota, permitindo não apenas a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,72, mas também uma forte recomposição da reserva acumulada, que subiu de R$ 0,43 para R$ 0,68 por cota. Do lado do valuation, a cota de fechamento recuou levemente para R$ 68,25, enquanto o valor patrimonial ajustou-se para R$ 81,85. Contudo, a cota potencial estimada avançou para R$ 105,33, ampliando o desconto implícito para 35,20%. A gestão intensificou a reciclagem do portfólio, agora com 60 fundos, destacando-se a venda total das posições em RRCI11 e RFOF11 com prêmio de 19,6%, e novos aportes estratégicos em TRXY11, INOI11 e SNEL11, visando capturar prêmios de risco e retornos patrimoniais no médio prazo.
Relatório de 2025-07-31
A continuidade da estratégia de arbitragem e a reciclagem tática de portfólio aprofundaram o consumo de reservas do **SNFF11** em julho de 2025. O resultado distribuível recuou levemente para R$ 0,67 por cota (ante R$ 0,68 no mês anterior), enquanto a venda de ativos, notadamente R$ 5,7 milhões em GGRC11, gerou uma perda contábil ampliada de R$ 317 mil no mês. Para manter o pagamento de dividendos em R$ 0,72 por cota, a gestão utilizou o lucro retido, comprimindo a reserva acumulada de R$ 0,49 para R$ 0,43. No carrego e valuation, a cota de fechamento caiu para R$ 68,41 e o patrimônio ajustou-se para R$ 81,89 por cota. A cota potencial estimada foi revisada para R$ 100,06, o que elevou o desconto implícito para 31,63%. O portfólio reduziu sua diversificação para 58 fundos, destacando-se novas alocações em ALZC11 e IRDM11, além da manutenção da tese de long and short envolvendo BARI11 e CVBI11 após a aprovação da consolidação dos veículos, evidenciando os riscos e as oportunidades táticas assumidas pela gestão.
Relatório de 2025-06-30
A intensificação da reciclagem tática com absorção de prejuízos e a introdução de uma nova estratégia de arbitragem ditaram o ritmo do **SNFF11** em junho de 2025. O resultado distribuível manteve-se estável em R$ 0,68 por cota, porém a venda de ativos aprofundou a perda de capital para R$ 245 mil, frente aos R$ 228 mil negativos do mês anterior. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,72, a gestão precisou consumir uma fatia adicional do lucro retido, o que comprimiu a reserva acumulada de R$ 0,53 para R$ 0,49 por cota. Nos indicadores de carrego e valuation, o fundo registrou recuo generalizado: a cota de fechamento cedeu para R$ 71,77 e a cota patrimonial ajustou-se para R$ 83,89. Consequentemente, a cota potencial estimada foi revisada para R$ 103,71, alargando o desconto implícito para 30,06%. A carteira manteve a diversificação em 59 fundos, mas o volume de alocações mudou de perfil, destacando-se a aquisição de R$ 9,1 milhões em BLMG11 e a venda de R$ 3,6 milhões em GGRC11, além do início de um carrego long and short focado na consolidação entre BARI11 e CVBI11.
Relatório de 2025-05-31
A continuidade na reciclagem do portfólio com absorção de prejuízos táticos marcou a dinâmica do **SNFF11** em maio de 2025, resultando em uma nova retração da reserva acumulada. O resultado distribuível recuou levemente de R$ 0,69 para R$ 0,68 por cota, pressionado por um prejuízo líquido de R$ 228 mil nas negociações do mês, um aprofundamento frente aos R$ 164 mil negativos de abril. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,72, a gestão consumiu mais uma parcela do lucro retido, reduzindo a reserva de R$ 0,57 para R$ 0,53 por cota. No mercado secundário, os indicadores de carrego apresentaram leve alta: a cota de fechamento subiu para R$ 73,39, enquanto o valuation interno avançou com a cota patrimonial atingindo R$ 84,13 e a cota potencial estimada em R$ 104,43, ampliando o desconto implícito para 29,72%. A diversificação da carteira foi enxugada de 68 para 59 fundos imobiliários. As movimentações somaram R$ 5,2 milhões em aquisições focadas em RELG11 e BLMG11, e R$ 8,6 milhões em vendas de ativos como GGRC11, TRXF11 e BTLG11, visando gerar liquidez para alocações com maior potencial de ganho de capital.
Relatório de 2025-04-30
A absorção de prejuízos táticos na venda de ativos e o uso estratégico de reservas ditaram o ritmo operacional do **SNFF11** neste mês de abril de 2025. Diferente do período anterior, o resultado distribuível recuou de R$ 0,71 para R$ 0,69 por cota, diretamente impactado por um resultado líquido negativo de R$ 164 mil nas negociações do portfólio. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,72, a gestão precisou utilizar parte do lucro retido, o que reduziu a reserva acumulada de R$ 0,61 para R$ 0,57 por cota. No mercado secundário, os indicadores de carrego mostraram evolução: a cota de fechamento subiu para R$ 73,14, ajustando o dividend yield anualizado para 11,81% e elevando o P/VP para 0,87. O valuation interno também avançou, com a cota patrimonial atingindo R$ 83,52 e a cota potencial estimada em R$ 103,05, refletindo um desconto implícito de 29,02%. A diversificação da carteira foi ampliada de 62 para 68 fundos imobiliários, com destaque para aportes contínuos em RELG11 e BLMG11, totalizando R$ 5 milhões em aquisições, enquanto as alienações somaram R$ 28 milhões com o objetivo de gerar liquidez e reciclar posições que já negociavam próximas ao valor justo.
Relatório de 2025-03-31
A recuperação do resultado contábil e a conversão dos recibos da 3ª emissão ditaram a dinâmica do **SNFF11** neste mês, revertendo a compressão observada no período anterior. O lucro apurado saltou de R$ 0,54 para R$ 0,71 por cota, impulsionado por ganhos de capital na venda de ativos como JSAF11, VRTA11, FIIB11 e TRIS3, que somaram R$ 189 mil. Com isso, o pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,72, sustentado também por uma reserva acumulada que agora se encontra em R$ 0,61 por cota. No mercado secundário, a cota de fechamento avançou para R$ 70,95, o que ajustou o dividend yield anualizado para 12,88%. O patrimônio do fundo também apresentou forte expansão, com a cota patrimonial subindo de R$ 79,08 para R$ 82,83. Apesar dessa valorização intrínseca, o indicador P/VP recuou levemente para 0,86, evidenciando um descolamento contínuo. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena, a gestão atualizou a cota potencial para R$ 100,50, indicando um desconto implícito de 29,40% frente à marcação a mercado dos 62 fundos imobiliários que agora compõem a carteira. Do lado tático, destacam-se a aquisição de RELG11, visando capturar valor na proposta de compra pelo GGRC11, e operações de long and short envolvendo recibos do SNEL11, mitigando riscos de precificação no curto prazo.