Relatório de 2026-03-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,095 por cota marcou a dinâmica do **SPXS11** em março de 2026, impulsionado por amortizações extraordinárias na carteira de crédito. Contrastando com o mês anterior, a alocação do fundo recuou levemente para 90%, e a gestão optou por paralisar as aquisições de novos ativos. O valor da cota no mercado secundário continuou sua trajetória de queda, atingindo R$ 8,61, o que elevou o dividend yield anualizado para 14,1%. O valor patrimonial também registrou leve retração, fixando-se em R$ 9,44. Na frente de renda variável, o segmento de ações imobiliárias sofreu um forte revés, com desvalorização de 22% no mês, revertendo o ganho expressivo de fevereiro. A liquidez apresentou leve melhora, com o volume médio diário subindo para R$ 575 mil. O carrego da carteira de CRIs manteve-se estável em IPCA + 10,0% e CDI + 4,5%, suportado por eventos de amortização em emissores como CashMe, Convisa, MRV e a adição de Franco Ribeiro. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o portfólio segue concentrado em risco de obra (77%) no segmento residencial (93%).
Relatório de 2026-02-27
A manutenção dos rendimentos mensais em R$ 0,092 por cota e o avanço da alocação para 91% ditaram o ritmo do **SPXS11** em fevereiro de 2026. Comparado ao mês anterior, o dividend yield anualizado subiu levemente de 12,9% para 13,2%, reflexo direto da queda no valor da cota no mercado secundário, que recuou de R$ 9,05 para R$ 8,85. O valor patrimonial também sofreu leve retração, passando de R$ 9,52 para R$ 9,48. Na frente de investimentos, a gestão acelerou o ritmo de aquisição de ativos, aportando R$ 7,3 milhões divididos entre os CRIs Zarin, Tríplice e Caprem, todos indexados ao CDI com spreads entre 4,9% e 5,5%. A liquidez do fundo apresentou uma contração, com o volume médio diário caindo de R$ 758 mil para R$ 559 mil. O grande destaque positivo na carteira foi o segmento de ações imobiliárias, que disparou 24,8% no mês, superando com folga o índice IMOB. Para investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, o carrego atual da dívida (spread médio) ajustou-se para IPCA + 10,0% e CDI + 4,5%, suportado por amortizações extraordinárias em emissores como You Inc, CashMe e Convisa, além de Helbor e MRV que já haviam ocorrido no mês anterior.
Relatório de 2026-01-30
A cobrança da taxa de performance e a consequente redução nos dividendos marcaram a dinâmica do **SPXS11** no início de 2026. O pagamento de rendimentos mensais caiu de R$ 0,104 para R$ 0,092 por cota, pressionando o dividend yield anualizado para 12,9% (ante 14,2% no mês anterior). Essa redução temporária já era esperada devido à superação das metas de rentabilidade estipuladas no regulamento, com impactos previstos também para o fluxo de caixa de fevereiro e abril. No mercado secundário, a cota recuou de R$ 9,32 para R$ 9,05, enquanto o valor patrimonial apresentou leve alta, passando de R$ 9,49 para R$ 9,52. A liquidez, por sua vez, saltou expressivamente, atingindo um volume médio diário de R$ 758 mil (frente aos R$ 426 mil anteriores). Na frente de alocação, o nível investido subiu de 85% para 88%, impulsionado por novos aportes que somaram R$ 5,2 milhões nos CRIs Zarin e BLVD. Alti. A carteira de ações reverteu o cenário negativo do mês anterior e registrou valorização de 3,8%, enquanto o segmento de FIIs avançou 1,5%. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar o carrego atual da dívida, estabilizado em IPCA + 10,1% e CDI + 4,4%, além das amortizações extraordinárias ocorridas no período em emissores como Helbor e MRV.
Relatório de 2025-12-31
A redução nos rendimentos mensais e o impacto iminente da cobrança de taxa de performance reconfiguraram a atratividade de curto prazo do **SPXS11** em dezembro de 2025. O pagamento de dividendos recuou de R$ 0,109 para R$ 0,104 por cota, pressionando o dividend yield anualizado para 14,2% (ante 16,7% no mês anterior), movimento também influenciado pela forte recuperação da cota de mercado, que saltou de R$ 8,42 para R$ 9,32. O valor da cota patrimonial, por outro lado, sofreu leve retração, passando de R$ 9,55 para R$ 9,49. Na frente de alocação, o nível investido manteve-se em 85%, com destaque para o novo aporte de R$ 2,5 milhões no CRI Blend (CDI + 5,0%) e a amortização integral da operação Ticem. A carteira de ações reverteu os ganhos passados, registrando desvalorização de 15,0%, enquanto a carteira de FIIs avançou 2,0%. A liquidez no mercado secundário apresentou melhora, com o volume médio diário subindo para R$ 426 mil. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem monitorar a redução temporária na distribuição projetada para o início de 2026, consequência direta do pagamento de performance gerado pelo carrego da dívida estabilizado em IPCA + 10,1% e CDI + 4,3%.
Relatório de 2025-11-28
A expressiva valorização de 14,5% na carteira de ações e a venda de ativos para destravar ganhos não recorrentes marcaram a dinâmica do **SPXS11** em novembro de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,109 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 16,7% devido ao recuo da cota de mercado, que passou de R$ 8,54 no mês anterior para R$ 8,42. Em contrapartida, o valor da cota patrimonial subiu para R$ 9,55. A liquidez no mercado secundário recuou, com o volume médio diário caindo de R$ 357,3 mil para R$ 315,2 mil. Na frente de alocação, o nível investido ajustou-se para 85%, com um novo aporte de R$ 1,2 milhão no CRI Tríplice. A carteira de FIIs avançou 1,0%, e o caixa permanece 100% comprometido para futuras operações de crédito estruturado. Investidores avaliando se o ativo vale a pena notarão a ampliação das amortizações extraordinárias (agora incluindo You Inc e CashMe) e o carrego da dívida estabilizado em IPCA + 10,1% e CDI + 4,4%.
Relatório de 2025-10-31
A manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,109 por cota e a recuperação da liquidez no mercado secundário ditaram o ritmo do **SPXS11** em outubro de 2025. O volume médio diário saltou de R$ 249,5 mil no mês anterior para R$ 357,3 mil. O valor da cota patrimonial permaneceu estável em R$ 9,48, mas a cota de mercado recuou de R$ 8,64 para R$ 8,54, ampliando o desconto. A gestão manteve a alocação em 86%, com o caixa 100% comprometido para novas operações. O destaque na originação foi o novo compromisso de R$ 13 milhões no CRI BLVD. Alti, indexado a CDI + 4,0% com prêmio inicial de 2%. Na bolsa, a carteira de ações reverteu a alta anterior e caiu 0,5%, enquanto os FIIs subiram 0,5%. Amortizações extraordinárias nos CRIs Helbor, MRV e Franco Ribeiro suportaram o resultado do mês. Investidores avaliando se o ativo vale a pena observarão o carrego estável da dívida (IPCA + 10,1% e CDI + 4,3%) e o dividend yield anualizado de 16,4% frente à volatilidade da cota a mercado.
Relatório de 2025-09-30
O aumento na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,109 por cota marcou o desempenho do **SPXS11** em setembro de 2025, impulsionado por ganhos de capital na venda de ativos de renda variável e amortizações extraordinárias no segmento de crédito. O valor patrimonial teve leve ajuste positivo para R$ 9,48, enquanto o preço no mercado secundário avançou para R$ 8,64, reduzindo marginalmente o desconto da cota. Em contrapartida, a liquidez média diária recuou expressivamente, caindo de R$ 450 mil no mês anterior para R$ 249,5 mil. A gestão manteve o nível de alocação em 86%, com o caixa remanescente 100% comprometido para novas operações de CRI focadas em financiamento de obras. Na bolsa, a carteira de ações subiu 1,9% (abaixo do índice IMOB de 6,6%), motivando a realização de lucros para compensar posições deficitárias em FIIs, que por sua vez registraram alta de 3,2%. O carrego da dívida permaneceu estável em IPCA + 10,1% e CDI + 4,3%, suportado por pré-pagamentos nos CRIs Helbor, CashMe e MRV. Investidores que pesquisam se o fundo vale a pena devem ponderar a sustentabilidade do pagamento de dividendos frente à estratégia de giro de portfólio e à restrição de liquidez no mercado secundário.
Relatório de 2025-08-31
A forte recuperação da carteira de ações imobiliárias, que saltou 18,3% no mês, reverteu as perdas recentes e impulsionou os resultados do **SPXS11** em agosto de 2025. O valor patrimonial da cota avançou para R$ 9,47, enquanto o preço no mercado secundário acompanhou o movimento positivo, fechando a R$ 8,50. A liquidez média diária também demonstrou recuperação, subindo para R$ 450 mil. O pagamento de dividendos registrou novo acréscimo, atingindo R$ 0,106 por cota (dividend yield anualizado de 16,0%). A gestão aproveitou a alta expressiva na renda variável para realizar a venda de ativos com ganho de capital, compensando prejuízos pontuais na alocação de FIIs (que teve leve alta de 0,1%). No segmento de crédito, que representa 68% do portfólio, o carrego foi beneficiado por amortizações extraordinárias nos CRIs You Inc, CashMe, Ticem, MRV e Helbor. O nível de alocação permaneceu estável em 86%. Investidores que pesquisam se o ativo vale a pena devem observar o carrego atual da dívida (IPCA + 10,1% e CDI + 4,3%) frente ao desconto patrimonial ainda vigente e ao monitoramento das operações ligadas à securitizadora Virgo.
Relatório de 2025-07-31
A imposição de tarifas sobre exportações brasileiras e a consequente aversão a risco impactaram a performance da parcela de renda variável do **SPXS11** em julho de 2025, revertendo os ganhos do mês anterior. A carteira de ações imobiliárias recuou 4,9% (ante alta de 8,9% em junho), enquanto a alocação em FIIs aprofundou a queda para 1,5%. No mercado secundário, o valor da cota sofreu nova correção, passando de R$ 8,60 para R$ 8,34, acompanhado por uma leve retração no valor patrimonial, que fechou em R$ 9,38. A liquidez média diária também diminuiu, caindo de R$ 470 mil para R$ 348 mil. Apesar da volatilidade nos ativos de bolsa, o pagamento de dividendos registrou novo incremento, alcançando R$ 0,104 por cota (dividend yield anualizado de 16,0%). A gestão manteve o ritmo de alocação de capital, comprometendo R$ 14 milhões em duas novas operações de crédito: R$ 5 milhões no CRI Tríplice (CDI + 4,85%) e R$ 9 milhões no CRI Doppio (CDI + 6,25%). O carrego da carteira de CRIs segue beneficiado por amortizações extraordinárias, com o fundo atingindo 86% de alocação total. Investidores avaliando se o ativo vale a pena devem ponderar o carrego atual frente ao desconto patrimonial vigente e à volatilidade das posições em equity.
Relatório de 2025-06-30
A forte recuperação da carteira de ações imobiliárias e o aumento na liquidez diária marcaram a dinâmica do **SPXS11** em junho de 2025. Revertendo a queda do mês anterior, a parcela de equities saltou 8,9%, superando com folga a alta de 4,2% do índice IMOB. Em contrapartida, a alocação em FIIs recuou 0,2%. Neste segmento, a gestão optou pela venda total da posição em SARE11, destravando um carrego equivalente a 98% do CDI, motivada por restrições no formato de liquidação do ativo. No mercado secundário, o preço da cota sofreu uma correção para R$ 8,60, enquanto o valor patrimonial subiu levemente para R$ 9,42. A liquidez média diária apresentou melhora expressiva, saltando de R$ 272 mil para R$ 470 mil. O pagamento de dividendos registrou novo incremento, alcançando R$ 0,102 por cota. Na carteira de crédito, o fluxo de caixa foi reforçado por amortizações extraordinárias dos CRIs CashMe e Helbor. Investidores que pesquisam se o fundo vale a pena devem observar o alerta da gestão sobre os riscos atrelados ao aumento nas renegociações de dívidas corporativas. O caixa atual segue 95% comprometido com operações de término de obras a CDI + 5%.
Relatório de 2025-05-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,101 por cota e a retração na carteira de ações imobiliárias ditaram o ritmo do **SPXS11** em maio de 2025. Em contraste com o forte avanço do mês anterior, a parcela de equities sofreu uma desvalorização de 0,9%, descolando-se expressivamente da alta de 7,2% do índice IMOB, pressionada por uma posição específica do portfólio. Por outro lado, a alocação em FIIs apresentou leve melhora, subindo 1,2%. Os indicadores de valuation mostraram movimentos marginais mistos: o valor do patrimônio líquido recuou levemente para R$ 9,40 por cota, enquanto o preço no mercado secundário avançou para R$ 8,83. No carrego de crédito, a gestão registrou novas amortizações extraordinárias, desta vez nos CRIs You e Ticem, além da continuidade nos recebimentos de CashMe e Helbor. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem monitorar a queda contínua na liquidez diária, que encolheu para R$ 272 mil, e o aumento das renegociações de dívidas no mercado. Para mitigar riscos, os 15% de caixa remanescentes encontram-se 95% comprometidos com operações de término de obras a uma taxa média de CDI + 5%.
Relatório de 2025-04-30
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,100 por cota e a forte valorização de 15,2% na carteira de ações imobiliárias marcaram o desempenho do **SPXS11** em abril de 2025. Em relação ao mês anterior, o fundo apresentou evolução em seus indicadores de valuation: o valor patrimonial avançou de R$ 9,29 para R$ 9,41, enquanto a cota de mercado subiu de R$ 8,44 para R$ 8,80. No carrego de crédito, a gestão registrou amortizações extraordinárias nas operações OAD, CashMe e Helbor, além de realizar uma nova integralização de R$ 500 mil no CRI Pinheiro de Sá. Apesar do carrego positivo em equities, a parcela de FIIs desacelerou, registrando alta de apenas 1,00%, abaixo do benchmark. Investidores que analisam se o ativo vale a pena devem monitorar a queda expressiva na liquidez do mercado secundário, cujo volume médio diário recuou para R$ 348 mil, e o desafio de alocação dos 15% de patrimônio líquido atualmente em caixa em um cenário macroeconômico de desaceleração.
Relatório de 2025-03-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,095 por cota e a forte valorização da carteira de ações imobiliárias reconfiguraram o desempenho do **SPXS11** em março de 2025. Diferente do cenário de retração visto no mês anterior, a parcela de equities saltou 10,4%, superando o índice IMOB, enquanto a alocação em FIIs avançou 3,5%. No carrego de crédito, a gestão realizou a venda de ativos com ágio nas operações JCC, Brookfield Faria Lima FC e Brookfield JK 1455, que representavam 10% do patrimônio líquido, além de registrar a amortização total do CRI Vitacon, encerrando a exposição a este devedor. Esses movimentos de giro geraram ganhos extraordinários que suportaram o aumento dos rendimentos mensais. No mercado secundário, a cotação subiu para R$ 8,44, reduzindo o desconto frente ao valuation do valor patrimonial, que também avançou para R$ 9,29. Investidores que analisam se o ativo vale a pena devem monitorar a capacidade da gestão em reinvestir o caixa disponível em novas operações de término de obra com spreads superiores, mitigando o risco de reinvestimento e sustentando o atual dividend yield anualizado de 14,4%.