Relatório de 2026-05-28
O fundo **TEPP11** anunciou a celebração de um Compromisso de Compra e Venda com Condições Precedentes para a aquisição dos conjuntos comerciais nº 41 e 42 do Edifício Parque Cultural Paulista. A transação envolve uma área de 1.118,56 m² de área BOMA, pelo valor de R$ 15.939.114,06, a ser pago à vista.
A imissão na posse e o consequente direito ao recebimento das receitas de locação ocorrerão somente após a superação das condições precedentes previstas nos instrumentos contratuais e o cumprimento das condições de pagamento aplicáveis pelo **TEPP11**.
Relatório de 2026-05-27
O fundo **TEPP11** celebrou Compromisso de Compra e Venda com Condições Precedentes para a aquisição de conjuntos comerciais integrantes do Edifício Parque Cultural Paulista. A operação engloba os conjuntos de número 82, 111, 112, 121, 122, 141, 142, 151 e 152, totalizando uma área BOMA de 5.033,58 m², pelo valor de R$ 77.079.295,36, com cronograma de pagamento parcelado em até 28 meses.
A imissão na posse dos imóveis pelo **TEPP11** ocorrerá somente após a superação das condições precedentes e o cumprimento das obrigações de pagamento. A partir deste marco temporal, o fundo passará a deter os direitos sobre as receitas de locação das respectivas unidades, sendo que detalhes sobre a estrutura de pagamentos e a estimativa do pagamento de dividendos serão divulgados após a conclusão dessas etapas.
Relatório de 2026-05-18
**TEPP11** aprova a realização de sua 5ª emissão de cotas com o objetivo de captar até R$ 120,12 milhões para a aquisição de novos ativos imobiliários.
O fundo **TEPP11** comunicou a aprovação de sua quinta emissão de cotas, que seguirá o rito de registro automático de distribuição destinada exclusivamente a investidores profissionais. O valor da captação inicial prevista é de R$ 120.123.974,55, desconsiderando a taxa de distribuição primária, visando o aporte de capital para expansão do portfólio de ativos imobiliários do fundo.
Relatório de 2026-04-30
A expressiva redução da vacância financeira para 2,98% marcou o desempenho operacional do **TEPP11** em abril de 2026, compensando o ligeiro aumento da vacância física para 5,69%. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,131 por cota, equivalente a um dividend yield mensal de 1,45%, enquanto o valor de mercado da cota recuou para R$ 9,04, mantendo o P/VP descontado em 0,94. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego atual do portfólio equilibra a adimplência contínua do GPA (sob recuperação extrajudicial) com riscos iminentes, como o início da amortização do CRI Fujitsu em julho de 2026 e a necessidade de renovação contratual no Edifício Fujitsu, cujo WAULT é de apenas 1,4 anos. A base de cotistas seguiu em expansão, atingindo 42.549 investidores, refletindo a liquidez diária de R$ 1,8 milhão.
Relatório de 2026-03-31
A concretização do guidance de rendimentos mensais elevou a distribuição do **TEPP11** para R$ 0,131 por cota em março, refletindo o destravamento de ganhos de capital recentes, enquanto a base de investidores rompeu a marca de 40,6 mil cotistas. Contrastando com o avanço nos pagamentos de dividendos, a cotação no mercado secundário recuou de R$ 9,28 para R$ 9,11, ajustando o múltiplo P/VP para 0,94. No front operacional, a vacância física apresentou melhora, recuando de 5,69% para 5,11%, embora a vacância financeira tenha oscilado levemente para cima, atingindo 4,86%. Para quem avalia se o ativo vale a pena, o carrego atual embute desafios intrínsecos, notadamente o pedido de recuperação extrajudicial do GPA (locatário monousuário de um dos ativos) e a inadimplência pontual no Edifício Passarelli, que resultará na devolução de 509 m². Em contrapartida, a gestão ativou a janela de venda de ativos performados, englobando o próprio Passarelli e o Torre Sul, visando reciclar o portfólio e sustentar o patamar de valuation e dividendos no longo prazo.
Relatório de 2026-02-27
A conclusão da venda do Edifício Condomínio São Luiz e o recebimento da última parcela de R$ 77,6 milhões redefiniram o carrego de curto prazo do **TEPP11**, destravando um ganho de capital total de R$ 39,8 milhões que passará a compor a base de distribuição a partir de março. Refletindo essa nova dinâmica, o pagamento de dividendos já apresentou leve alta no mês, passando de R$ 0,075 para R$ 0,08 por cota. No mercado secundário, a cotação avançou de R$ 8,74 para R$ 9,28, elevando o múltiplo P/VP de 0,91 para 0,96. Operacionalmente, a vacância física permaneceu estabilizada em 5,69%, mas a vacância financeira subiu de 2,30% para 4,70%. A gestão divulgou o guidance para o segundo semestre, projetando rendimentos mensais na casa de R$ 0,131 por cota, já precificando o eventual encerramento de locações relevantes para mitigar solavancos. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, o portfólio segue focado na maturação de aquisições recentes como o Top Center, onde a nova administração predial projeta até 40% de economia na cota condominial, enquanto a base de investidores manteve forte ritmo de expansão, superando 37,9 mil cotistas.
Relatório de 2026-01-30
A integração do Top Center ao portfólio e a devolução parcial no Edifício Torre Sul romperam a sequência de 28 meses com ocupação física total do **TEPP11**, elevando a vacância física para 5,69% e a financeira para 2,30% no fechamento de janeiro de 2026. Apesar desse incremento nas áreas vagas, o carrego operacional demonstrou resiliência com a celebração de uma nova locação de 691 m² no Edifício Fujitsu, mitigando os efeitos de uma rescisão parcial no mesmo ativo. No âmbito do valuation, a cotação no mercado secundário avançou levemente para R$ 8,74, mantendo o múltiplo P/VP estabilizado em 0,91. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,075 por cota, entregando um Dividend Yield anualizado de 10,80%, com a gestão reafirmando a projeção de salto nos rendimentos mensais para R$ 0,131 a partir de março. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o cenário atual exige monitoramento da absorção das lajes vagas, especialmente no Top Center, onde a viabilidade original previu a locação de um andar a cada oito meses. O fundo também registrou forte expansão na base de cotistas, adicionando mais de 4 mil investidores no mês, e passou a integrar novas carteiras recomendadas institucionais.
Relatório de 2025-12-31
A consolidação da compra do Edifício Top Center e o aumento no pagamento de dividendos marcaram a expansão patrimonial do **TEPP11** no fechamento de 2025. O fundo concluiu sua oferta pública captando R$ 72,5 milhões, recursos direcionados ao sinal do novo ativo na Avenida Paulista, o que impulsionou o patrimônio líquido em mais de 18%. No carrego operacional, a vacância física permaneceu zerada pelo 27º mês consecutivo, embora a vacância financeira tenha registrado um leve incremento, passando de 0,96% para 1,63%. A gestão também concretizou a venda de ativos com a alienação da loja no Edifício Torre Sul e assinou um novo contrato de locação de 10 anos no Edifício Fujitsu, mitigando a rescisão parcial do antigo inquilino. No mercado secundário, a cotação avançou para R$ 8,68, elevando o múltiplo P/VP para 0,91. O rendimento mensal distribuído subiu para R$ 0,075 por cota, com projeções indicando um salto expressivo para R$ 0,131 a partir de março de 2026. Para investidores avaliando o valuation e ponderando se o ativo vale a pena, o cenário atual reflete a maturação das recentes movimentações de alocação e reciclagem de portfólio.
Relatório de 2025-12-30
**TEPP11** conclui superação de condições precedentes e inicia pagamento de sinal para aquisição de ativo imobiliário na Avenida Paulista. O fundo realizou o pagamento inicial de R$ 72.715.000,00 ao vendedor pela aquisição do Edifício Top Center, com recursos advindos da liquidação de oferta pública de cotas da Classe Única, passando a receber 100% das receitas imobiliárias do ativo a partir desta data.
A transação, com valor total de R$ 167,4 milhões (R$ 12.431/m²), compreende a compra de 100% da Torre Comercial e 70% do Edifício Garagem. O fluxo restante de pagamento será estruturado de forma parcelada em até 24 meses, mitigando os efeitos da vacância inicial e assegurando a manutenção do guidance de dividendos e do cronograma de pagamento de dividendos já divulgado ao mercado.
Relatório de 2025-12-22
O fundo de investimento imobiliário **TEPP11** divulgou fato relevante comunicando a aprovação de sua 4ª emissão de cotas sob o regime de melhores esforços. A emissão é destinada exclusivamente a investidores profissionais, com a distribuição primária sendo conduzida pela BTG Pactual Serviços Financeiros S.A. DTVM.
O montante inicial da emissão do **TEPP11** será de R$ 72.500.008,00, correspondente a 7.397.960 novas cotas, ao preço de R$ 9,80 por cota, desconsiderando a taxa de distribuição primária de R$ 0,03. Os recursos captados serão destinados à aquisição de ativos imobiliários e suporte de despesas ordinárias do fundo, conforme política de investimentos.
Relatório de 2025-11-28
A conclusão do desdobramento de cotas e os expressivos reajustes reais nos contratos de locação ditaram o ritmo do **TEPP11** em novembro de 2025. No mercado secundário, a cotação a mercado ajustada subiu para R$ 8,50 (frente aos R$ 80,73 pré-desdobramento do mês anterior), o que reduziu o desconto patrimonial e elevou o múltiplo P/VP de 0,82 para 0,87. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar proporcional de R$ 0,074 por cota, resultando em um dividend yield anualizado de 10,96%. Operacionalmente, o carrego do portfólio segue resiliente: o fundo atingiu o 26º mês consecutivo com vacância física zerada, enquanto a vacância financeira recuou de 1,35% para 0,96%. Para os investidores que avaliam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, o relatório gerencial destaca a repactuação de aluguéis com incrementos superiores a 26% nos edifícios Torre Sul e Passarelli, além da expectativa de conclusão das condições precedentes para a aquisição do Edifício Top Center até meados de dezembro, consolidando a fase de expansão patrimonial em detrimento da venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-11-21
O fundo **TEPP11** divulgou a aprovação do desdobramento de suas cotas na proporção de 1:10 (uma para dez), decidido em Assembleia Geral de Cotistas. O processo tomará como base a posição de custódia dos investidores no fechamento do mercado do dia 27 de novembro de 2025, garantindo a atribuição de nove novas cotas para cada cota detida.
A negociação das cotas desdobradas do **TEPP11** se iniciará na abertura do mercado de 28 de novembro de 2025, com a entrega e o crédito das novas cotas em conta programados para ocorrer até 02 de dezembro de 2025. O total de cotas do portfólio passará das atuais 4.221.967 para 42.219.670.
Relatório de 2025-11-03
**TEPP11** anuncia compromisso de compra de ativos imobiliários corporativos e de garagem na Avenida Paulista por R$ 167,43 milhões. O fundo de investimento imobiliário **TEPP11** celebrou compromisso de venda e compra para adquirir a totalidade de um imóvel de escritórios com área privativa de 13.463,46 m² e a fração ideal de 70% de um imóvel de garagem com área privativa de 9.684,58 m². A contraparte da operação é o Top Center Fundo de Investimento Imobiliário, e o cronograma de pagamento estende-se por até 24 meses corrigidos pelo IPCA, sujeito a ajuste complementar por earn-out.
Relatório de 2025-10-31
A convocação de assembleia para a aquisição do Edifício Top Center e a aprovação de uma nova emissão de cotas marcam a virada estratégica do **TEPP11** em outubro de 2025. No mercado secundário, a cotação recuou de R$ 83,67 para R$ 80,73, aprofundando o desconto patrimonial com um múltiplo P/VP de 0,82, visto que o valor patrimonial se manteve estável em R$ 97,97. O pagamento de dividendos seguiu o patamar de R$ 0,74 por cota, o que, aliado à queda no preço da cota, elevou o dividend yield anualizado para 11,57%. No carrego operacional, o fundo atingiu seu 25º mês consecutivo com vacância física zerada, enquanto a vacância financeira apresentou leve melhora, caindo de 1,55% para 1,35%. Para os investidores que analisam o valuation e ponderam se o ativo vale a pena, o relatório gerencial destaca a proposta de desdobramento de cotas na proporção de 1:10 e a estruturação da 4ª emissão de até R$ 130 milhões para suportar a compra do novo ativo na Avenida Paulista, avaliado em R$ 167,4 milhões, sinalizando uma fase de expansão em detrimento da venda de ativos no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A valorização da cota no mercado secundário e a expansão estratégica no Edifício FL 1355 ditaram o ritmo do **TEPP11** em seu sexto aniversário, celebrado em setembro de 2025. O fundo registrou um avanço no preço de fechamento para R$ 83,67, o que aliviou o desconto patrimonial ao elevar o múltiplo P/VP para 0,85, acompanhado de um leve incremento no valor patrimonial da cota, agora em R$ 97,97. No carrego operacional, a estabilidade é evidente: a vacância física completou 24 meses zerada, enquanto a vacância financeira permaneceu inalterada em 1,55%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,74 por cota, traduzindo-se em um dividend yield anualizado de 11,14%. Para investidores que avaliam o valuation e se o ativo vale a pena, a gestão concluiu a aquisição de uma nova fatia no FL 1355 via parcelamento (seller's finance) e sinaliza que edifícios como Passarelli e Torre Sul atingiram maturidade para potenciais operações de venda de ativos, dependendo das janelas de mercado.
Relatório de 2025-08-31
A renegociação contratual no Edifício Passarelli, com prêmio de 25,56% no valor do aluguel, contrasta com a compressão no pagamento de dividendos do **TEPP11** em agosto de 2025. O fundo reduziu seus rendimentos mensais de R$ 0,91 para R$ 0,74 por cota, o que puxou o dividend yield anualizado para 11,72%. No mercado secundário, a cotação aprofundou a queda para R$ 79,75, ampliando o desconto patrimonial com um múltiplo P/VP de 0,82, a despeito do leve avanço no valor patrimonial da cota para R$ 97,62. Operacionalmente, o portfólio mantém a vacância física zerada pelo 23º mês consecutivo, enquanto a vacância financeira marcou 1,55%. Para o investidor que monitora se o ativo vale a pena, a gestão aprovou em assembleia a aquisição de uma nova fatia do imóvel FL 1355, locado para parte relacionada, e contratou o BTG Pactual como formador de mercado para fomentar a liquidez. Além disso, a alavancagem subiu marginalmente para 23,7% do patrimônio líquido, e a gestão segue avaliando o carrego e a potencial venda de ativos já maturados, como Torre Sul e Passarelli, esbarrando no atual cenário de juros que torna o desinvestimento menos ágil.
Relatório de 2025-07-31
A transição contábil do regime de caixa para competência e a normalização das receitas após os eventos não recorrentes do semestre anterior reajustaram o pagamento de dividendos do **TEPP11** para R$ 0,91 por cota em julho de 2025. Com esse movimento, o dividend yield anualizado recuou de 16,79% para 14,07%. No mercado secundário, a cotação sofreu desvalorização, passando de R$ 84,46 para R$ 82,64, o que ampliou o desconto patrimonial e comprimiu o múltiplo P/VP para 0,85, visto que o valor patrimonial permaneceu estável em R$ 97,38. Operacionalmente, o fundo sustenta sua resiliência ao completar 23 meses consecutivos com vacância física zerada. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, a gestão sinalizou que edifícios como Passarelli e Torre Sul atingiram maturidade para eventual venda de ativos, enquanto estuda o crescimento do portfólio via integralização de cotas para mitigar o atual deságio de mercado. A alavancagem financeira apresentou leve recuo para 23,5% do patrimônio líquido, com saldo devedor de CRIs na casa dos R$ 98 milhões.
Relatório de 2025-06-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota marcou o encerramento do semestre do **TEPP11**, impulsionando o dividend yield anualizado para 16,79%. Este incremento, o maior do ano de 2025, reflete o acordo firmado no Edifício Passarelli e os efeitos da venda de ativos na Torre Sul. No aspecto de valuation, a cota patrimonial apresentou leve valorização em relação ao mês anterior, passando de R$ 96,65 para R$ 97,38, enquanto o preço a mercado subiu para R$ 84,46, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,87. Operacionalmente, a gestão completou 22 meses consecutivos com vacância física zerada, reforçando a resiliência das receitas de locação. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, é crucial monitorar a estrutura de capital: a alavancagem recuou marginalmente para 23,7% do patrimônio líquido, com o saldo devedor dos CRIs Fujitsu e GPA totalizando aproximadamente R$ 97,5 milhões. Além disso, o processo de transição de administrador para o BTG Pactual foi oficialmente concluído neste mês, encerrando o ciclo de reestruturação de prestadores de serviço.
Relatório de 2025-06-05
Venda de ativo imobiliário pelo fundo **TEPP11** é confirmada após superação de condições resolutivas. O fundo **TEPP11** comunicou que foram superadas as condições resolutivas para a alienação de uma loja térrea no Edifício Torre Sul, em São Paulo, pelo valor total de R$ 7.800.000,00, sendo 62,50% deste valor de titularidade do fundo. O pagamento de dividendos decorrente do ganho de capital estimado de R$ 441.300,06 (aproximadamente R$ 0,10 por cota) ocorrerá de forma parcelada, integrando a distribuição de rendimentos à medida que as parcelas do preço forem efetivamente recebidas pelo fundo **TEPP11** nos semestres correspondentes.
Relatório de 2025-05-30
A aprovação da troca de administrador para o BTG Pactual e a divulgação de um guidance otimista para 2026 ditaram o ritmo do **TEPP11** em maio de 2025. O fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,95 por cota pelo quarto mês consecutivo. No entanto, a desvalorização da cota a mercado para R$ 83,60 impulsionou o dividend yield anualizado, que saltou de 13,67% no mês anterior para 14,52%, comprimindo o múltiplo P/VP de volta ao patamar de 0,87. O valor patrimonial registrou um leve ajuste negativo, passando de R$ 96,72 para R$ 96,65. Operacionalmente, a gestão comemora 21 meses ininterruptos de vacância física zerada, sustentada por uma movimentação simultânea de desocupação e nova locação no Ed. Passarelli. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram resiliência nas receitas de locação, mas a alavancagem de 23,9% do patrimônio líquido, atrelada aos CRIs Fujitsu e GPA (saldo devedor de R$ 97,6 milhões), exige monitoramento contínuo das obrigações futuras e do carrego da dívida.
Relatório de 2025-04-30
A venda estratégica de uma loja no Edifício Torre Sul marcou a principal movimentação do **TEPP11** em abril de 2025, destravando um ganho de capital projetado de R$ 0,10 por cota e uma TIR de 18,45% a.a. Comparado ao mês anterior, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,95 por cota, mas o dividend yield anualizado recuou de 14,40% para 13,67%, reflexo direto da valorização da cota a mercado, que elevou o múltiplo P/VP de 0,87 para 0,91. O valor patrimonial sofreu leve ajuste negativo, passando de R$ 96,92 para R$ 96,72. No âmbito operacional, a vacância física atingiu a marca de 19 meses consecutivos zerada, enquanto a inadimplência permaneceu nula. Do lado da alocação de capital e gestão de portfólio, o fundo concluiu o retrofit da fachada do Ed. Passarelli e avançou com estudos de viabilidade (EVTL) para ampliação do Ed. FL1355. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os dados de valuation indicam estabilidade nas receitas de locação, embora a alavancagem atrelada aos CRIs Fujitsu e GPA exija acompanhamento contínuo do cronograma de amortizações, com o saldo devedor atualizado ultrapassando a marca de R$ 97 milhões.
Relatório de 2025-04-28
O fundo imobiliário **TEPP11** anunciou a celebração de um compromisso de compra e venda para a alienação de um de seus ativos, correspondente à loja térrea do Edifício Torre Sul, localizada em São Paulo. O imóvel encontra-se locado para o Banco Santander até março de 2030, e o valor total da transação foi fixado em R$ 7.800.000,00, cabendo ao fundo a proporção de 62,50% desse montante.
Com a conclusão da venda do ativo, a participação global do **TEPP11** no Edifício Torre Sul será reduzida de 51,24% para 48,53%. A transação estima um ganho de capital de R$ 441.300,06 para a carteira, equivalente a cerca de R$ 0,10 por cota, cujo lucro integrará a base para o futuro pagamento de dividendos e distribuição de rendimentos conforme o recebimento das parcelas.
Relatório de 2025-03-31
O acordo jurídico firmado com o inquilino do Edifício Passarelli destravou o recebimento de R$ 378 mil em aluguéis atrasados, injetando um carrego adicional projetado de R$ 0,07 por cota para o semestre. Comparado ao mês anterior, o **TEPP11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,95 por cota, mas o yield anualizado recuou de 15,11% para 14,40% como reflexo da valorização da cota a mercado, que comprimiu o deságio e elevou o indicador P/VP de 0,83 para 0,87. O valor patrimonial oscilou levemente para baixo, fechando em R$ 96,92. No campo operacional, a vacância física completou 18 meses zerada, enquanto a inadimplência foi totalmente sanada após a regularização da locatária Alliança. Do lado das despesas e alocação de capital, foi aprovado um desembolso de R$ 2,0 milhões para melhorias e retrofit no Ed. Fujitsu ao longo de 2025. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram resiliência na ocupação, embora o fundo siga monitorando de perto o passivo atrelado aos CRIs Fujitsu e GPA, que representam 23,5% do patrimônio líquido e demandarão gestão de liquidez para as amortizações futuras.