Relatório de 2026-04-30
O recuo nos rendimentos mensais para R$ 0,56 por cota e a redução do resultado líquido de caixa para R$ 0,44 por cota marcam o encerramento de abril de 2026 para o **BROF11**. O pagamento de dividendos apresentou uma queda em relação ao patamar anterior de R$ 0,58, reduzindo o dividend yield anualizado para 10,8%. Apesar da distribuição de rendimentos ter superado o resultado de caixa gerado no período (R$ 0,44/cota), a vacância física do portfólio manteve-se estável em 10,3%. No balanço patrimonial, o patrimônio líquido fechou em R$ 1.275,54 milhões (R$ 109,86 por cota), enquanto o indicador P/VP subiu para 56,8%, refletindo uma leve recuperação na cotação de mercado (R$ 62,36). A alavancagem do fundo, representada pelo CRI E-Tower, encerrou com saldo devedor de R$ 185,8 milhões após a amortização parcial de R$ 40 milhões realizada no início do mês, mantendo o LTV controlado em 12,9%.
Relatório de 2026-04-02
O fundo **BROF11** divulgou fato relevante informando a intenção de realizar, em 07 de abril de 2026, uma amortização parcial de R$ 40.000.000,00 do saldo devedor dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI) da 1ª Série da 181ª Emissão da Opea Securitizadora S.A. Esta operação de redução de passivo representa cerca de 17,958% do saldo devedor projetado para a data do evento e acarretará o pagamento de amortização acrescido de prêmio conforme estabelecido em contrato.
Relatório de 2026-03-31
A nova locação firmada com a Kantar IBOPE no Ed. Passeio Corporate e a conclusão da amortização parcial do CRI E-Tower reconfiguraram a dinâmica do **BROF11** neste mês. A vacância física do portfólio recuou de 10,8% para 10,3%, impulsionada pela absorção de 441,44 m², enquanto o pagamento de dividendos avançou de R$ 0,56 para R$ 0,58 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 11,6%. O resultado líquido de caixa também apresentou melhora, subindo para R$ 0,600 por cota. No âmbito do passivo, a gestão efetivou a aguardada amortização de R$ 40,0 milhões no CRI, reduzindo o saldo devedor para R$ 183,3 milhões, movimento que exigiu o pagamento de R$ 1,15 milhão em multas de pré-pagamento, mas que aliviará as despesas financeiras futuras. Em contrapartida, o indicador P/VP recuou de 57,1% para 54,4%, refletindo a desvalorização da cota a mercado frente ao valor patrimonial de R$ 110,06/cota. Adicionalmente, o recebimento de uma nova notificação de rescisão no Ed. E-Tower adiciona um ponto de atenção para a ocupação no médio prazo, exigindo novos esforços de prospecção.
Relatório de 2026-02-27
A notificação de rescisão antecipada pela inquilina Biogen, envolvendo 1.176,73 m² no Edifício E-Tower, marcou a dinâmica operacional do **BROF11** em fevereiro de 2026, pressionando a vacância física do portfólio de 10,0% para 10,8%. Apesar desse revés na ocupação, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,56 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 10,7%. O indicador P/VP manteve sua trajetória de recuperação, avançando de 54,8% para 57,1%, refletindo a valorização da cota a mercado frente ao valor patrimonial de R$ 110,14/cota. No âmbito financeiro, o resultado líquido de caixa recuou de R$ 0,629 para R$ 0,563 por cota, enquanto a gestão aguarda o prazo de 45 dias (contados a partir de 20/02/2026) para a efetivação da amortização parcial de R$ 40,0 milhões no CRI E-Tower, movimento crucial para aliviar as despesas financeiras que somaram R$ 2,14 milhões no mês. Do lado técnico, as obras de impermeabilização no Passeio Corporate foram concluídas, eliminando um risco operacional pendente e encerrando este ciclo de manutenções.
Relatório de 2026-01-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,56 por cota e a contínua recuperação do indicador P/VP, que saltou de 51,2% para 54,8%, ditaram a dinâmica do **BROF11** no primeiro mês de 2026. O resultado líquido de caixa acompanhou a melhora, registrando R$ 0,629 por cota, o que permitiu sustentar um dividend yield anualizado de 11,1%. Do lado operacional, a vacância física do portfólio apresentou um leve incremento, passando de 9,2% no mês anterior para 10,0%, refletindo uma taxa de ocupação consolidada de 90,0%. No âmbito da gestão de passivos e alavancagem, o fundo formalizou a notificação à securitizadora para a amortização parcial de R$ 40,0 milhões referentes ao CRI E-Tower, utilizando os recursos retidos da venda de ativos (Ed. Águas Claras). Essa movimentação estratégica visa mitigar o impacto das despesas financeiras, que atualmente consomem cerca de R$ 2,1 milhões mensais do patrimônio do fundo. As obras de impermeabilização no Passeio Corporate seguem com previsão de conclusão mantida para fevereiro de 2026.
Relatório de 2025-12-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,55 por cota e a reavaliação positiva do portfólio ditaram o ritmo do **BROF11** no fechamento de 2025. O resultado líquido do mês saltou para R$ 0,615 por cota, permitindo o incremento na distribuição frente aos R$ 0,53 do mês anterior. No carrego de valuation, o indicador P/VP avançou de 48,9% para 51,2%, impulsionado pela valorização de 4,3% no valor justo do Edifício E-Tower, atestada pela consultoria CBRE. A vacância física permaneceu estabilizada em 9,2%. Do ponto de vista estratégico, a gestão concretizou a manobra financeira com os R$ 44 milhões retidos da venda de ativos (Ed. Águas Claras): a virada de data em 28/12/2025 reduziu a multa de pré-pagamento do CRI E-Tower, gerando um ganho de aproximadamente R$ 470 mil ao patrimônio do fundo, com a amortização parcial prevista para os próximos 45 dias. Como ponto de atenção operacional, as obras de impermeabilização no Passeio Corporate sofreram postergação, com nova previsão de entrega para fevereiro de 2026.
Relatório de 2025-11-28
A consolidação da desocupação no Passeio Corporate elevou a vacância física do **BROF11** para 9,2% em novembro de 2025, materializando a devolução de área sinalizada no mês anterior. No carrego de valuation, o indicador P/VP apresentou leve recuperação, passando de 48,0% para 48,9%, enquanto o dividend yield anualizado ajustou-se para 11,9%. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,53 por cota, suportado por um resultado líquido gerado de R$ 0,514 por cota e utilização de reservas acumuladas. A gestão reafirma a estratégia tática de retenção dos R$ 41,1 milhões oriundos da venda de ativos (Ed. Águas Claras) no caixa do fundo até 28/12/2025. Esta manobra financeira visa maximizar a receita de juros no curto prazo e reduzir drasticamente a multa de pré-pagamento na amortização parcial do CRI E-Tower, com expectativa de gerar um ganho líquido de aproximadamente R$ 470 mil ao patrimônio do fundo. Adicionalmente, o portfólio segue com obras de manutenção da impermeabilização nas coberturas do Passeio Corporate, com entrega prevista para dezembro, mitigando riscos estruturais futuros.
Relatório de 2025-10-31
A renovação de contratos representativos no portfólio e a devolução de área pela Stone ditaram a dinâmica operacional do **BROF11** em outubro de 2025. O fundo garantiu a permanência da Celeo Redes e da CTG Brasil, esta última com ganho nominal de 13,5% no aluguel, mas enfrentará um aumento na vacância física em novembro devido à desocupação de 926 m² no Passeio Corporate. No carrego de valuation, o indicador P/VP recuou de 49,8% para 48,0%, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 12,1%, mantendo o pagamento de dividendos estável em R$ 0,53 por cota. A gestão preserva a estratégia de retenção de caixa proveniente da venda de ativos (R$ 41,1 milhões) para amortização do CRI E-Tower no final de dezembro, visando otimizar o resultado financeiro e mitigar multas. Adicionalmente, um sinistro no E-Tower paralisou o ativo por dois dias, mas a operação foi restabelecida e o seguro patrimonial acionado.
Relatório de 2025-09-30
A normalização do fluxo de caixa e o início da vigência de novos contratos impulsionaram a distribuição de rendimentos mensais do **BROF11** para R$ 0,53 por cota em setembro de 2025, revertendo a compressão observada no mês anterior. Esse movimento elevou o dividend yield anualizado de 8,9% para 11,7%. A vacância física recuou de 9,2% para 8,2%, consolidando a taxa de ocupação em 91,81% após a absorção das áreas pela UY3 no E-Tower e pela Emerson Process Management no Passeio Corporate. No carrego de valuation, o patrimônio líquido avançou levemente para R$ 1,26 bilhão, mantendo o indicador P/VP estável em 49,8%. A gestão reafirma a estratégia de carrego de caixa com os R$ 41,1 milhões oriundos da venda de ativos (Ed. Águas Claras) até o final de dezembro de 2025. O objetivo é mitigar a multa de pré-pagamento do CRI E-Tower, que possui saldo devedor de R$ 224,4 milhões e consome R$ 2,1 milhões mensais em despesas financeiras. A projeção de pagamento de dividendos para 2025 segue ancorada em R$ 0,55 por cota, refletindo a estabilização operacional e a gestão ativa dos passivos.
Relatório de 2025-08-31
O impacto da taxa de gestão variável sobre a venda do Ed. Águas Claras pressionou os rendimentos mensais do **BROF11** neste mês, resultando em uma distribuição de R$ 0,40 por cota. Esse recuo frente aos R$ 0,42 do mês anterior comprimiu o dividend yield anualizado para 8,9%. A despesa extraordinária de R$ 2,9 milhões ofuscou um mês operacionalmente robusto, marcado por duas novas locações que somam mais de 930 m² no E-Tower e Passeio Corporate, além de uma revisional positiva de 20% no contrato do Teatro Riachuelo. A vacância física permaneceu estável em 9,2%, mas a absorção dessas novas áreas deve elevar a ocupação para 91,81% a partir de setembro. No carrego de valuation, o indicador P/VP avançou levemente para 49,7%, refletindo a relação entre o valor de mercado e o patrimônio líquido de R$ 1,25 bilhão. Os riscos atrelados à alavancagem (LTV de 15,8%) seguem monitorados, com a gestão mantendo a estratégia de reter os R$ 41,1 milhões líquidos da alienação em caixa até o final do ano para mitigar multas de pré-pagamento do CRI. A projeção de dividendos para 2025 permanece ancorada em R$ 0,55 por cota.
Relatório de 2025-07-31
A forte redução no pagamento de dividendos e o aviso de rescisão antecipada da Stone ditaram o ritmo operacional do **BROF11** neste mês. O rendimento mensal recuou expressivamente de R$ 0,62 para R$ 0,42 por cota, comprimindo o dividend yield anualizado de 14,3% para 9,6%. Essa contração reflete o impacto contábil negativo de R$ 1,1 milhão referente ao ajuste a valor justo (AVJ) na venda de ativos, especificamente o Ed. Águas Claras. No carrego de valuation, o indicador P/VP apresentou leve avanço, passando para 48,5%. A vacância física do portfólio subiu de 8,8% para 9,2%, impulsionada pela notificação de devolução de 1.971,37 m² pela Stone no Passeio Corporate, o que adicionará 0,94% à vacância futura após o aviso prévio. Em contrapartida, a gestão firmou uma nova locação de 514,93 m² com a UY3 no E-Tower. A alavancagem (LTV) oscilou para 15,8%, com o saldo devedor do CRI mantido em R$ 225,3 milhões. Os recursos líquidos da alienação (R$ 41,1 milhões) ficarão retidos no patrimônio rendendo juros até dezembro de 2025 para mitigar multas de pré-pagamento do CRI. Diante do novo cenário, a projeção de rendimentos para 2025 foi revisada para baixo, estimando uma média de R$ 0,55 por cota.
Relatório de 2025-07-14
O fundo **BROF11** anunciou a conclusão da transação de venda de ativos referente ao Imóvel Águas Claras por meio da cessão de recebíveis decorrentes de contrato de locação atípico com a Vale. A operação foi estruturada com o Banco Bradesco S.A. e resultou no recebimento líquido de R$ 44,050 milhões pelo fundo após descontados os custos de estruturação, viabilizando a baixa contábil e a transferência total de riscos e benefícios da propriedade.
Em razão da diferença entre o montante líquido recebido e o valor contábil do ativo, avaliado em R$ 45,124 milhões, estima-se que a transação gerará um impacto negativo imediato no caixa do **BROF11** de R$ 1.074.704, o que equivale a aproximadamente -R$ 0,0926 por cota. Os recursos remanescentes serão alocados de acordo com a política de investimentos vigente do fundo.
Relatório de 2025-07-09
O fundo imobiliário **BROF11** formalizou um Termo de Transação e um novo contrato de locação atípica de 120 meses com a Vale S.A. para o 'Imóvel Águas Claras', situado em Nova Lima - MG. O novo acordo, com vigência de julho de 2025 a junho de 2035, estabelece o valor locatício mensal de R$ 612.500,00 e transfere integralmente os riscos, obrigações e custos operacionais do ativo para a locatária.
Como desdobramento das obrigações firmadas, o **BROF11** realizará uma cessão de crédito sem coobrigação para antecipar o fluxo de recebíveis da locação. Essa transação de venda de ativos gerará um recebimento imediato de aproximadamente R$ 44,0 milhões para o caixa do fundo, resultando na posterior baixa contábil definitiva da propriedade de sua carteira imobiliária.
Relatório de 2025-06-30
A concretização da venda de ativos com a alienação do edifício Águas Claras para a Vale por R$ 44,05 milhões reconfigurou a estrutura de capital do **BROF11** neste mês. Em relação ao período anterior, o pagamento de dividendos apresentou avanço, subindo de R$ 0,60 para R$ 0,62 por cota, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 14,3%. No carrego de valuation, o indicador P/VP registrou leve alta, passando de 47,4% para 48,0%, mesmo diante de uma reavaliação negativa de 1,10% no valor justo do Passeio Corporate. A vacância física do portfólio permaneceu estabilizada em 8,8%. Do lado operacional, os rendimentos mensais sofreram um impacto contábil negativo de R$ 755 mil na linha de receitas de locação, reflexo de ajustes de competência nas multas rescisórias da Stone. A alavancagem (LTV) oscilou ligeiramente para 15,4%, com saldo devedor de CRI em R$ 225,4 milhões. Para o médio prazo, a gestão mantém a projeção de rendimentos na casa de R$ 0,57 por cota para 2025, equilibrando a liquidez gerada pela venda do ativo mineiro com os desafios de reciclagem do patrimônio remanescente.
Relatório de 2025-05-31
A devolução efetiva de áreas no Passeio Corporate e novas movimentações contratuais ditaram a dinâmica do **BROF11** neste mês. Em comparação ao período anterior, a vacância física do portfólio subiu de 7,8% para 8,8%, reflexo direto da desocupação de 932,83 m² pela Stone em 12 de maio. No carrego de valuation, o indicador P/VP apresentou leve avanço, passando de 46,1% para 47,4%, enquanto o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,60 por cota. Devido à variação no preço de tela, o dividend yield anualizado ajustou-se para 13,9%. Do lado positivo, a gestão assegurou a renovação com a Clarke Modet para 929,11 m², garantindo um ganho real de 8% no aluguel base, e o contrato da Vale no Águas Claras entrou em pleno vigor. Contudo, os riscos de curto prazo ganharam um novo componente com o aviso prévio da Notredame para a devolução de 722,46 m² de uma clínica no térreo do complexo. A alavancagem (LTV) permaneceu estável em 15,2%, e a gestão projeta rendimentos mensais médios de R$ 0,57 para 2025, alinhando as expectativas de distribuição frente aos desafios de reciclagem e venda de ativos do patrimônio.
Relatório de 2025-04-30
A aprovação definitiva da nova tese de venda de ativos e a elevação no pagamento de dividendos ditaram o ritmo do **BROF11** neste mês. O fundo registrou um incremento na distribuição para R$ 0,60 por cota, refletindo um dividend yield anualizado de 14,3%, enquanto o carrego de valuation apresentou leve recuperação com o P/VP subindo para 46,1%. No âmbito operacional, a vacância física atual de 7,8% sofrerá pressões nos próximos meses: a Stone cumpriu o aviso prévio e devolveu mais 932,83 m² no edifício Passeio Corporate, mediante pagamento de R$ 4,4 milhões em multas e indenizações, e a Caixa Econômica Federal formalizou a rescisão antecipada de 189,62 m² no mesmo complexo. Em contrapartida, o novo contrato com a Vale no ativo Águas Claras entrou em vigor, garantindo um fluxo de R$ 552 mil mensais até 2030. A alavancagem (LTV) manteve-se estável em 15,2%, sem novas emissões de dívida reportadas.
Relatório de 2025-04-28
O fundo imobiliário **BROF11** comunicou a assinatura de um termo de distrato referente ao contrato de locação com a Stone Instituição de Pagamento S.A., desocupando os 4º e 5º andares do Edifício Passeio Corporate, no Rio de Janeiro. A área restituída soma 1.865,92 m², correspondendo a 10,7% do espaço que era ocupado pela locatária e a 2,2% da ABL total do empreendimento.
Como compensação pela rescisão antecipada, o **BROF11** receberá o valor total de R$ 4.406.349,49. Desse montante, R$ 1.487.452,83 correspondem a multas e encargos rescisórios, gerando um impacto financeiro positivo imediato estimado em R$ 0,13 por cota para o fundo. O valor restante de R$ 2.918.896,66, referente à devolução de allowance e despesas de desmobilização, terá sua destinação definida ao longo do ano.
Relatório de 2025-03-31
A convocação de Assembleia Geral Extraordinária (AGE) para alterar a estratégia de gestão e a estrutura de taxas marcou o mês do **BROF11**, somando-se ao aumento na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,59 por cota. O fundo registrou um dividend yield anualizado de 14,7% e um P/VP de 43,9%, refletindo um carrego de valuation descontado. No portfólio, o destaque operacional negativo foi a devolução de 1.865,92 m² pela Stone no Passeio Corporate, o que reduzirá a ocupação do ativo para 92,0% a partir de abril. Em contrapartida, a gestão formalizou a renovação do contrato atípico com a Vale no edifício Águas Claras até 2030 e estruturou uma antecipação de recebíveis com o Bradesco. A nova proposta estratégica visa a venda de ativos para gerar liquidez direta aos cotistas, atrelada a uma redução expressiva da taxa de gestão recorrente e inclusão de remuneração variável sobre as alienações, enquanto o LTV do fundo oscilou levemente para 15,2%.