Relatório de 2026-04-30
A recuperação na geração de caixa e o aumento no volume de negociação marcam o desempenho do **GTWR11** em abril de 2026. O resultado contábil retornou ao patamar de R$ 0,90 por cota, superando os R$ 0,86 do mês anterior, o que permitiu a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,90 sem a necessidade de consumir o saldo acumulado, que permaneceu estável em R$ 0,15 por cota. A liquidez diária apresentou um avanço de 10,2%, atingindo R$ 0,69 milhão, revertendo a compressão observada em março. No carrego e valuation, o múltiplo P/VP teve um leve incremento para 0,86, enquanto o dividend yield anualizado ajustou-se para 12,41%. Operacionalmente, o portfólio segue resiliente com vacância zerada e aluguel médio estabilizado em R$ 170/m². Contudo, a concentração de vencimentos e indexadores exige atenção contínua, embora a ausência de alavancagem confira segurança ao balanço patrimonial.
Relatório de 2026-03-31
A compressão da liquidez e o consumo de reservas marcaram a dinâmica operacional do **GTWR11** neste mês de referência. O volume médio de negociação diária sofreu uma retração expressiva de 24,4%, caindo para R$ 0,62 milhão, enquanto o resultado de caixa recuou de R$ 0,90 para R$ 0,86 por cota. Essa queda no lucro contábil foi motivada pelo pagamento acumulado da taxa de gestão referente aos meses de janeiro e fevereiro, que havia sido retida. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar estável de R$ 0,90 por cota, a gestão utilizou parte do saldo acumulado, reduzindo as reservas para R$ 0,15 por cota. Sob a ótica de valuation e carrego, o fundo manteve o múltiplo P/VP em 0,85 e o dividend yield anualizado oscilou levemente para 12,58%. No portfólio físico, o patrimônio segue blindado contra vacância (0,0%), mas o aluguel médio registrou leve ajuste para R$ 170/m². Os riscos permanecem concentrados no vencimento unificado de 100% dos contratos em 2028, todos atrelados ao IGPM, exigindo monitoramento contínuo, embora a ausência de alavancagem ofereça resiliência ao balanço no curto e médio prazo.
Relatório de 2026-02-27
A valorização da cota no mercado secundário impulsionou o múltiplo P/VP do **GTWR11** para 0,85 em fevereiro, comprimindo o dividend yield anualizado para 12,57%. Apesar dessa reprecificação do patrimônio, o pagamento de rendimentos mensais permaneceu estável em R$ 0,90 por cota, suportado por um resultado de caixa de exatos R$ 0,90 no período. Isso consumiu a margem de retenção vista no mês anterior, mantendo o saldo acumulado de lucros não distribuídos em R$ 0,19 por cota. No âmbito operacional, o destaque positivo ficou por conta do incremento no aluguel médio, que avançou de R$ 169,1/m² para R$ 171/m², refletindo a resiliência do portfólio que segue com vacância física zerada. Por outro lado, a liquidez continuou em trajetória descendente, com o volume médio de negociação diária recuando 3,9%, para R$ 0,82 milhão. A estrutura de riscos permanece atrelada à concentração total dos contratos típicos indexados ao IGPM com vencimento em 2028, exigindo atenção contínua à renovação futura, embora a ausência de alavancagem traga conforto no curto prazo para a tese de carrego.
Relatório de 2026-01-30
A retração de 21,5% no volume médio de negociação diária (ADTV) marcou o início de ano do **GTWR11**, que encerrou janeiro com liquidez de R$ 0,86 milhão por dia, contrastando com o salto observado no mês anterior. Apesar do menor giro no mercado secundário, a cota de fechamento manteve viés de alta, passando de R$ 83,00 para R$ 83,99, o que elevou marginalmente o múltiplo P/VP para 0,83. Esse movimento de reprecificação do patrimônio comprimiu o dividend yield anualizado para 12,86%, embora o pagamento de dividendos tenha permanecido estável em R$ 0,90 por cota. Operacionalmente, o fundo não apresentou variações: o resultado de caixa repetiu os R$ 0,91 por cota, garantindo a cobertura integral dos rendimentos mensais distribuídos sem a necessidade de consumir reservas. Os fundamentos imobiliários seguem inalterados, com vacância física zerada e aluguel médio estabilizado em R$ 169,1/m². A estrutura de carrego permanece conservadora, sem alavancagem, e totalmente dependente de contratos típicos indexados ao IGPM com vencimento concentrado em 2028, o que exige monitoramento de longo prazo para a renovação do portfólio e manutenção da rentabilidade.
Relatório de 2025-12-31
A forte valorização da cota no mercado secundário e o salto na liquidez diária marcaram o fechamento de ano do **GTWR11**, impulsionando a rentabilidade mensal para 7,8%. O fundo registrou um avanço expressivo no volume médio de negociação (ADTV), que saltou 46% em relação ao mês anterior, atingindo R$ 1,09 milhão por dia. O preço de fechamento da cota subiu para R$ 83,00, o que elevou o múltiplo P/VP de 0,77 para 0,82, refletindo um prêmio em relação ao histórico recente. Operacionalmente, o resultado de caixa apresentou melhora, passando de R$ 0,88 para R$ 0,91 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,90 sem a necessidade de consumir reservas no período. Com a valorização do patrimônio no mercado, o dividend yield anualizado ajustou-se para 13,01%. Os fundamentos imobiliários permanecem sólidos e inalterados, mitigando riscos de curto prazo: a vacância física segue zerada e o aluguel médio estabilizado em R$ 169,1/m². O carrego do portfólio continua ancorado em contratos 100% típicos, indexados ao IGPM, com vencimento integral previsto para 2028, e a estrutura de capital mantém-se conservadora, sem alavancagem ou obrigações futuras.
Relatório de 2025-12-08
A reavaliação patrimonial do Edifício Green Towers e a troca na administração ditaram a dinâmica do **GTWR11** neste mês, impulsionando o valor patrimonial em 1,7% e elevando o patrimônio líquido para R$ 1,22 bilhão. No mercado secundário, a rentabilidade reverteu a contração anterior, registrando alta de 2,6% e fechando a cota a R$ 77,87, o que manteve o múltiplo P/VP estável em 0,77. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, o que, frente à valorização da cota, ajustou o dividend yield anualizado para 13,87%. Operacionalmente, o resultado de caixa recuou levemente para R$ 0,88 por cota, evidenciando o uso contínuo de reservas para sustentar os rendimentos mensais. A liquidez do fundo acentuou sua tendência de queda, com o volume médio de negociação diária (ADTV) retraindo 9%, para R$ 747 mil. Os fundamentos imobiliários seguem inalterados, com vacância zerada e aluguel médio de R$ 169,1/m², mantendo o carrego do ativo focado no vencimento integral dos contratos atípicos em 2028.
Relatório de 2025-11-28
O fundo de investimento imobiliário **GTWR11** comunicou ao mercado que a sua administração fiduciária será transferida da Tivio Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários S.A. para a BEM Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Ltda. A mudança foi concluída no fechamento de 28 de novembro de 2025, passando a vigorar a partir do dia 1 de dezembro de 2025.
Adicionalmente, os serviços de custódia de ativos da carteira do **GTWR11** serão transferidos para o Banco Bradesco S.A. na mesma data de eficácia. Ambas as alterações operacionais foram deliberadas e aprovadas pelos cotistas em Assembleia Geral realizada anteriormente.
Relatório de 2025-11-07
A compressão no mercado secundário ditou o ritmo do **GTWR11** neste mês, revertendo a rentabilidade positiva anterior para uma contração de 1,7%. A cota de fechamento recuou para R$ 76,78, ajustando o múltiplo P/VP para 0,77 sobre o patrimônio líquido estável de R$ 1,20 bilhão. Esse movimento de reprecificação elevou o dividend yield anualizado para 14,07%, uma vez que o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota. Operacionalmente, a geração de caixa permaneceu em R$ 0,89 por cota, exigindo novamente o consumo marginal de reservas acumuladas para honrar os rendimentos mensais. A liquidez sofreu um revés expressivo, com o volume médio de negociação diária (ADTV) encolhendo 25%, estacionando em R$ 819 mil. No âmbito imobiliário, a estabilidade impera: a vacância física segue zerada e o aluguel médio fixado em R$ 169,1/m², mantendo o carrego do ativo inalterado, mas preservando os riscos de concentração no vencimento integral dos contratos em 2028.
Relatório de 2025-09-30
A reprovação da nova política de investimentos em assembleia freou a transição do **GTWR11** para um mandato multiativo, mantendo o portfólio estritamente concentrado no empreendimento Green Towers. Apesar da manutenção do status quo estratégico, o mercado secundário demonstrou forte tração: a cota de fechamento avançou para R$ 79,00, elevando o múltiplo P/VP para 0,79 sobre o patrimônio líquido estável de R$ 1,20 bilhão. A liquidez também registrou um salto expressivo, com o volume médio de negociação diária (ADTV) crescendo 26,8% no mês, atingindo R$ 1,09 milhão, impulsionando uma rentabilidade total de 4,6%. No âmbito da distribuição de rendimentos mensais, o fundo manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,90 por cota. Contudo, a valorização patrimonial no secundário comprimiu o dividend yield anualizado para 13,67%. Operacionalmente, a gestão reportou um resultado caixa de R$ 0,89 por cota, evidenciando a continuidade do uso de reservas para sustentar o patamar de proventos. A vacância física segue zerada e o aluguel médio inalterado, mas os riscos intrínsecos de longo prazo permanecem inalterados, ancorados na concentração total dos contratos típicos com vencimento em 2028.
Relatório de 2025-08-29
A convocação de uma Assembleia Geral para transformar o mandato monoativo em multiativo e alterar o nome do fundo dita o novo rumo do **GTWR11** em agosto de 2025. Diferente do mês anterior, a rentabilidade total virou para o campo positivo, registrando alta de 1,9%, enquanto o volume médio de negociação diária (ADTV) manteve a trajetória ascendente, saltando 15,7% para R$ 861 mil. No valuation, a cota de fechamento apresentou leve recuperação para R$ 76,40, ajustando o múltiplo P/VP para 0,77 sobre o patrimônio líquido estável de R$ 1,20 bilhão. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 14,14%, levemente inferior aos 14,24% de julho. Contudo, o resultado caixa gerado no mês foi de R$ 0,89 por cota, exigindo o uso de reservas retidas para sustentar os rendimentos mensais. Operacionalmente, a vacância física permanece zerada e o aluguel médio estacionado em R$ 169,1/m², com o risco intrínseco atrelado à concentração de 100% dos contratos típicos vencendo em 2028.
Relatório de 2025-07-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,90 por cota marca o mês de julho, impulsionando o dividend yield anualizado do **GTWR11** para 14,24%. Em contrapartida à rentabilidade total negativa de -1,9% no período, o carrego do ativo apresentou melhora no mercado secundário, com o volume médio de negociação diária (ADTV) subindo 14% e atingindo R$ 744 mil. O valuation do fundo sofreu nova compressão, com a cota de fechamento recuando para R$ 75,85 e ajustando o múltiplo P/VP para 0,76 sobre o patrimônio líquido estável de R$ 1,20 bilhão. Operacionalmente, a gestão mantém a vacância zerada e o aluguel médio travado em R$ 169,1/m², consumindo levemente as reservas retidas, que recuaram para R$ 0,40 por cota.
Relatório de 2025-06-30
A geração de caixa de R$ 0,90 por cota superou o patamar de rendimentos mensais distribuídos pelo **GTWR11** em junho de 2025, permitindo o acúmulo de R$ 0,44 por cota em reservas retidas. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,87, o que, aliado à leve valorização da cota de fechamento para R$ 78,16, ajustou o dividend yield anualizado para 13,36%. O valuation do fundo permanece descontado, com o múltiplo P/VP estabilizado em 0,78 sobre o patrimônio líquido de R$ 1,20 bilhão. Apesar da rentabilidade total de 1,8% no mês superar o benchmark, o carrego do ativo acende um alerta no mercado secundário: o volume médio de negociação diária sofreu nova contração de 21%, caindo para R$ 650 mil. Na esfera física, a estabilidade impera, com vacância zerada e aluguel médio travado em R$ 169,10/m², mantendo os riscos intrínsecos atrelados à concentração total dos vencimentos contratuais em 2028.
Relatório de 2025-05-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,87 por cota e a expressiva valorização no mercado secundário redefiniram o carrego do **GTWR11** em maio de 2025. A cota de fechamento saltou de R$ 71,50 para R$ 77,65, movimento que comprimiu o dividend yield anualizado para 13,44%, mas reduziu o desconto de valuation, elevando o múltiplo P/VP de 0,72 para 0,78. Apesar da rentabilidade mensal de 9,9% superar com folga o IFIX, a liquidez do ativo sofreu um revés considerável: o volume médio de negociação diária recuou 24%, estacionando em R$ 823 mil. No âmbito operacional, a estrutura imobiliária permanece resiliente. A vacância física segue zerada e o aluguel médio por metro quadrado apresentou um leve incremento, passando de R$ 167,40 para R$ 169,10. O balanço patrimonial mantém-se conservador, sem exposição a dívidas ou alavancagem, concentrando os riscos intrínsecos na dependência de um único locatário e no vencimento integral dos contratos atrelados ao IGPM projetado para 2028.
Relatório de 2025-04-30
O salto expressivo de 29% no volume médio de negociação diária, que atingiu a marca de R$ 1,09 milhão, e a leve valorização da cota a mercado para R$ 71,50 ditaram o ritmo do **GTWR11** em abril de 2025. Com esse movimento de preço no mercado secundário, o desconto sobre o patrimônio foi ligeiramente reduzido, levando o P/VP de 0,71 para 0,72, enquanto o dividend yield anualizado sofreu uma leve compressão para 13,93%. No âmbito operacional, o fundo gerou um resultado de caixa de R$ 0,89 por cota, uma margem ligeiramente inferior aos R$ 0,90 registrados no mês anterior, mas que se mostrou suficiente para manter o pagamento de dividendos estabilizado em R$ 0,83 por cota. A base de investidores apresentou uma discreta retração, fechando o período com 36.390 cotistas. A estrutura imobiliária permanece sólida e sem alterações, com vacância física zerada e aluguel médio de R$ 167,4/m², totalmente ancorada em contratos típicos indexados ao IGPM. O carrego do ativo segue sem exposição a dívidas, visto que o fundo não possui alavancagem, mantendo os riscos focados na concentração do vencimento das locações em 2028.
Relatório de 2025-03-31
A valorização da cota a mercado e o leve incremento no lucro líquido marcaram o desempenho do **GTWR11** em março de 2025. O resultado gerencial subiu para R$ 0,90 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,83, o que representa um payout de 92,7%. No mercado secundário, a cota de fechamento avançou para R$ 71,05, reduzindo o desconto patrimonial com o P/VP passando de 0,68 para 0,71. Como reflexo dessa alta no preço, o dividend yield anualizado recuou para 14,02%, comprimindo o spread sobre o IMA-B 5+ para 6,51%. A liquidez diária sofreu uma retração de 10,7%, fechando em R$ 0,84 milhão, acompanhada por uma queda de 0,9% na base de investidores, totalizando 36.418 cotistas. A operação física segue inalterada com vacância zerada, ancorada no contrato típico com o Banco do Brasil, cujo carrego de longo prazo se aproxima do gatilho de redução da multa rescisória a partir de maio de 2025.