Relatório de 2026-04-30
A forte recuperação operacional do edifício Urbic Vila Mariana impulsionou os resultados do **RBRS11** em abril de 2026, elevando a receita de locação para R$ 250 mil (frente a R$ 112 mil no mês anterior) e permitindo um salto expressivo no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,01 para R$ 0,11 por cota. Esse desempenho reflete a normalização da operação sob a nova gestão da operadora Viva, que elevou a ocupação do ativo de 33% para 75% em março. Apesar do aumento nas despesas operacionais para R$ 126 mil, o resultado líquido por cota atingiu R$ 0,20, gerando folga frente à distribuição realizada. No mercado secundário, o valor da cota fechou em alta a R$ 48,99, reduzindo o desconto patrimonial, enquanto a gestão avança na estratégia de contratos long stay para mitigar riscos de volatilidade e estabilizar os rendimentos mensais.
Relatório de 2026-03-31
A normalização operacional do edifício Urbic Vila Mariana marcou o mês de março, impulsionando a receita de locação do **RBRS11** para R$ 112 mil, ante os R$ 78 mil do mês anterior. Apesar da melhora na linha de receitas e da recuperação da ocupação do ativo para 33%, o pagamento de dividendos sofreu nova compressão, recuando de R$ 0,03 para R$ 0,01 por cota. Esse movimento reflete o carrego das despesas operacionais e a necessidade de provisionamento de R$ 51 mil referentes ao custo de vacância gerado em janeiro durante a troca de operadoras. No balanço patrimonial, o valor da cota a mercado apresentou forte recuperação, saltando para R$ 47,00 e reduzindo o deságio frente à cota patrimonial de R$ 95,66. Para mitigar riscos intrínsecos de volatilidade, a gestão mantém o foco na transição do mix de locação, buscando elevar a fatia de contratos long stay para estabilizar a geração de caixa e os rendimentos mensais nos próximos ciclos.
Relatório de 2026-03-24
O fundo **RBRS11** anunciou a assinatura de um contrato de locação comercial com a empresa Diogo da Fonseca Teixeira Consultoria em Visagismo, Imagem e Estilo, para ocupação da loja localizada na fachada ativa do edifício Urbic Sabiá, no bairro de Moema, em São Paulo. O contrato abrange uma área de 240 m², possui prazo de vigência de 5 anos (com encerramento em março de 2031) e adota o IPCA como índice de reajuste anual.
Financeiramente, a nova locação gerará um incremento projetado de aproximadamente R$ 0,03 por cota ao mês no resultado de **RBRS11**, somando as novas receitas de aluguel à redução das despesas de vacância. O primeiro recebimento financeiro está previsto para o mês de outubro de 2026, sendo que a locatária já assumiu a responsabilidade pelo pagamento do condomínio e do IPTU a partir da assinatura do contrato.
Relatório de 2026-02-28
A severa compressão no pagamento de dividendos marcou o mês de fevereiro para o **RBRS11**, com a distribuição despencando de R$ 0,11 para R$ 0,03 por cota. Esse forte revés no yield reflete o hiato de faturamento durante a transição operacional do edifício Urbic Vila Mariana, que amargou uma ocupação de apenas 6% e um NOI negativo no período de referência, espremido por custos fixos inelásticos como IPTU e condomínio. Consequentemente, a receita de locação do portfólio derreteu de R$ 143 mil para R$ 78 mil na comparação mensal. No mercado secundário, a cota a mercado aprofundou sua desvalorização para R$ 31,33, ampliando o deságio em relação ao valor patrimonial, que teve leve alta para R$ 95,70. Apesar do cenário de curto prazo desafiador, a gestão concluiu a transição da operadora e reportou que todas as unidades já estão disponíveis para uso. Para mitigar a volatilidade futura e estabilizar a geração de caixa, a tese de investimento segue focada na conversão de unidades short stay para long stay, visando atingir 20 unidades no Vila Mariana e 30% de participação no Urbic Sabiá.
Relatório de 2026-02-18
O fundo **RBRS11** divulgou impactos financeiros negativos decorrentes do processo de transição para uma nova operadora no Edifício Urbic Vila Mariana. Em dezembro de 2025, a operação registrou resultado negativo de R$ 18.359,06, gerando um impacto de R$ 0,07 por cota que reduziu o pagamento de dividendos de fevereiro de 2026. Já no mês de janeiro de 2026, a receita bruta foi de R$ 18.730,47 frente a custos de R$ 71.817,18, gerando prejuízo operacional de R$ 53.086,71 que impactará negativamente a distribuição de rendimentos do **RBRS11** a ser paga em março de 2026.
Relatório de 2026-02-03
O fundo imobiliário **RBRS11** anunciou a rescisão do contrato de prestação de serviços com a operadora 360 Suítes referente ao Edifício Urbic Vila Mariana, dando início à transição da gestão operacional do ativo para a operadora Viva. A substituição faz parte da estratégia de otimização da performance operacional e financeira do portfólio.
Como consequência do processo de transição e dos ajustes na devolução das unidades, houve impacto temporário no pleno funcionamento do imóvel e na geração de receitas de locação em dezembro de 2025 e janeiro de 2026. Diante desse cenário, o **RBRS11** divulgou que o primeiro pagamento de dividendos do exercício de 2026 será de R$ 0,11 por cota, programado para ocorrer em 15 de fevereiro de 2026.
Relatório de 2026-01-31
Os reflexos financeiros da transição operacional no Urbic Vila Mariana atingiram o caixa do **RBRS11** neste início de ano, derrubando o pagamento de dividendos para R$ 0,11 por cota (ante R$ 0,17 no mês anterior). A receita de locação sofreu uma retração severa, passando de R$ 311 mil em dezembro para R$ 143 mil em janeiro. Esse impacto direto no valuation e na geração de caixa ocorreu porque, até o fim do mês, o fundo ainda não havia recebido todas as unidades em condições adequadas de operação, fazendo com que custos fixos como IPTU e condomínio pressionassem o resultado. No mercado secundário, a cota a mercado aprofundou a desvalorização, encerrando a R$ 33,00, o que amplia o deságio frente à cota patrimonial, levemente ajustada para R$ 95,59. A liquidez também secou, com o volume médio diário negociado despencando para R$ 18,81 mil. A gestão reitera a tese de ampliar a exposição a contratos de long stay para buscar maior previsibilidade nos rendimentos mensais e reduzir a dependência do inventário de curta estadia.
Relatório de 2025-12-31
A transição operacional no ativo Urbic Vila Mariana e a consequente queda abrupta na ocupação ditaram o ritmo do **RBRS11** no fechamento de 2025. O fundo encerrou o contrato com a operadora 360 Suítes, passando a gestão para a Viva. Esse movimento gerou custos de reparo nas unidades devolvidas e derrubou a ocupação do imóvel de 83% em novembro para 37% em dezembro, zerando o NOI (R$ 0/m²) do ativo no mês. No portfólio geral, o Urbic Sabiá também registrou recuo na ocupação, passando de 84% para 69%. Apesar do impacto operacional severo, o resultado por cota subiu levemente para R$ 0,16 (ante R$ 0,13), impulsionado por receitas financeiras (R$ 33,9 mil), e o pagamento de dividendos foi elevado para R$ 0,17 por cota. No mercado secundário, a cota a mercado aprofundou sua desvalorização, caindo de R$ 40,29 para R$ 36,40, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial, que também sofreu leve ajuste negativo para R$ 95,72. A gestão mantém o foco na conversão de unidades para contratos long stay visando maior previsibilidade de rendimentos mensais e mitigação da volatilidade inerente à locação de curta temporada.
Relatório de 2025-11-30
A normalização das receitas após o efeito não recorrente do mês anterior marcou o desempenho do **RBRS11** em novembro de 2025, refletindo diretamente no patamar de distribuição. O resultado por cota recuou de R$ 0,53 para R$ 0,13, uma vez que a receita de locação retornou ao fluxo ordinário (R$ 0,22/cota) sem os pagamentos atrasados vistos em outubro. Consequentemente, o pagamento de dividendos foi ajustado para R$ 0,15 por cota. No front operacional, a gestão avança na tese de carrego focada em previsibilidade, que futuramente pode destravar valor via venda de ativos: no Urbic Sabiá (84% de ocupação), o modelo de remuneração da operadora Charlie foi alterado para acelerar a migração para contratos long stay, com meta de atingir 30% do inventário. No Urbic Vila Mariana (83% de ocupação), a meta é alocar 20 unidades no formato tradicional. No mercado secundário, o valuation sofreu nova contração, com a cota a mercado caindo para R$ 40,29, aprofundando o deságio em relação ao patrimônio líquido, cuja cota patrimonial subiu levemente para R$ 96,12.
Relatório de 2025-10-31
A conclusão da cisão patrimonial e o recebimento de aluguéis atrasados redefiniram o perfil de resultados do **RBRS11** em outubro de 2025. Operando agora de forma desavancada e focado exclusivamente nos edifícios Urbic Vila Mariana e Urbic Sabiá, o fundo registrou um salto expressivo na receita de locação, que atingiu R$ 0,77 por cota, impulsionada pela quitação integral das pendências da operadora 360 Suítes. Esse evento não recorrente elevou o resultado mensal para R$ 0,53 por cota, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,34 por cota. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena, a gestão iniciou uma mudança tática na operação: a migração parcial do inventário para contratos de long stay, visando mitigar a vacância e aumentar a previsibilidade dos rendimentos mensais, especialmente no Vila Mariana, que performou abaixo do potencial. No mercado secundário, o valuation sofreu um revés, com a cota de mercado recuando para R$ 42,50, ampliando o deságio frente ao valor patrimonial de R$ 95,92.
Relatório de 2025-09-30
A regularização da inadimplência da operadora 360 Suítes e a efetivação da cisão patrimonial ditaram o ritmo operacional e financeiro do **RBRS11** em setembro de 2025. Contrastando com o cenário de atrasos do mês anterior, o recebimento integral dos valores pendentes elevou a receita de locação para R$ 0,27 por cota. O resultado total fechou em R$ 0,07 por cota, impactado por despesas operacionais de R$ 0,25/cota e um ganho não recorrente menor com a venda de ativos no For You Paraíso (R$ 0,03/cota). O grande destaque para os investidores que acompanham o carrego e avaliam se o ativo vale a pena no longo prazo foi o anúncio de pagamento de dividendos atípico de R$ 0,34 por cota, reflexo da distribuição do resultado acumulado do semestre motivada pela reestruturação do fundo. No mercado secundário, o valuation reagiu positivamente, com a cota de mercado saltando de R$ 46,45 para R$ 55,49, reduzindo o deságio frente à cota patrimonial, que encerrou o período praticamente estável em R$ 96,02. A partir de outubro, o fundo passa a operar desavancado, focado exclusivamente na geração de rendimentos mensais com os edifícios Urbic.
Relatório de 2025-09-30
A administradora do **RBRS11** divulgou o resultado do período de manifestação de interesse referente à cisão parcial do fundo. A adesão atingiu 65,61% das cotas em circulação, superando a meta mínima estipulada de 55,98% e validando a continuidade do processo de reorganização societária.
Como o volume de adesões superou o valor patrimonial da parcela cindida, foi adotado um critério de rateio proporcional. Os cotistas que solicitaram a migração terão 85,23% de sua posição no **RBRS11** convertida em cotas do novo fundo, o Rio Bravo For You FII (**RBFY11**), mantendo os 14,77% restantes sob o ticker original.
Relatório de 2025-09-17
Abertura do período de manifestação para migração de cotistas do **RBRS11** para o novo fundo RBFY11 decorrente de processo de cisão parcial. A administradora do **RBRS11** comunicou que o período para os cotistas manifestarem interesse na migração de suas cotas para o Rio Bravo For You FII (RBFY11) ocorrerá de 18/09/2025 a 29/09/2025, de modo que a não manifestação resultará na manutenção automática das cotas originais no fundo.
Relatório de 2025-08-31
A aprovação da cisão parcial do portfólio e o atraso nos repasses de locação reconfiguraram o perfil de risco e os resultados operacionais do **RBRS11** em agosto de 2025. Contrastando com a recuperação vista no mês anterior, a receita de locação recuou de R$ 0,37 para R$ 0,25 por cota, impactada diretamente pelo descasamento de caixa da operadora 360 Suítes, responsável pelos ativos Vila Mariana e For You Paraíso. Esse evento exigiu a aplicação de multas e negociação de cronograma, pressionando o resultado total, que caiu de R$ 0,24 para R$ 0,12 por cota. Apesar do revés operacional, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota, sustentado pelo guidance da gestão e pelo ganho não recorrente de R$ 0,07 por cota oriundo da venda de ativos no edifício Cyrela. O grande marco estratégico do período foi a aprovação da cisão do fundo: o **RBRS11** passará a focar exclusivamente em renda com os edifícios Urbic, zerando sua alavancagem, enquanto um novo FII absorverá o ativo Cyrela e a dívida atrelada ao CRI (atualmente em 12,44% do patrimônio líquido). No mercado secundário, o valuation apresentou leve melhora, com a cota de mercado subindo para R$ 46,45, frente a uma cota patrimonial estável em R$ 95,98, mantendo o carrego com deságio expressivo para os investidores que monitoram se o ativo vale a pena no longo prazo.
Relatório de 2025-07-31
A normalização das receitas de locação e a redução da alavancagem ditaram o ritmo operacional do **RBRS11** em julho de 2025. Após o descasamento de caixa do mês anterior, a linha de locação recuperou tração, saltando para R$ 0,37 por cota e refletindo as operações de maio. O resultado total acompanhou essa melhora, revertendo o patamar negativo anterior para um lucro de R$ 0,24 por cota, impulsionado também pela venda de ativos no Cyrela For You Paraíso, que adicionou um ganho não recorrente de R$ 0,08 por cota. Em relação à distribuição de rendimentos mensais, o fundo anunciou o pagamento de dividendos de R$ 0,07 por cota, retornando ao patamar de guidance após o robusto fechamento semestral. Do lado dos riscos intrínsecos, as despesas operacionais permanecem rígidas em R$ 0,26 por cota, fortemente ancoradas no serviço da dívida do CRI e nos custos de vacância residual. No balanço de patrimônio, a alavancagem cedeu para 13,00% do patrimônio líquido. No mercado secundário, o valuation mostrou recuperação com a cota de mercado subindo para R$ 45,95, enquanto a cota patrimonial ajustou levemente para baixo (R$ 95,89), mantendo um deságio expressivo para investidores que avaliam se o carrego atual vale a pena.
Relatório de 2025-06-30
O anúncio de um robusto pagamento de dividendos de R$ 1,00 por cota marcou o fechamento semestral do **RBRS11**, materializando a estratégia de retenção de lucros acumulados. Em contrapartida ao mês anterior, a receita de locação recuou de R$ 0,35 para R$ 0,22 por cota, penalizada por um descasamento de caixa decorrente do atraso de repasse da operadora 360 Suítes. A venda de ativos no Cyrela For You Paraíso adicionou 2 novos contratos, totalizando 82 compromissos (CCVs), mas o lucro não recorrente encolheu de R$ 0,28 para R$ 0,07 por cota. Essa dinâmica de receitas menores frente a despesas operacionais rígidas (R$ 0,26/cota) — ancoradas no serviço do CRI e na vacância residual — empurrou o resultado total para um patamar negativo de R$ 0,02 por cota. No balanço de patrimônio, a alavancagem cedeu de 16,55% para 14,90% do patrimônio líquido. No mercado secundário, o valuation sofreu ajuste: a cota de mercado caiu para R$ 42,24, enquanto a cota patrimonial teve leve alta para R$ 96,32, evidenciando um deságio persistente.
Relatório de 2025-05-31
A retomada consistente da ocupação no segmento short-stay paulistano impulsionou as receitas de locação do **RBRS11** neste mês de maio de 2025, saltando de R$ 0,21 para R$ 0,35 por cota. Somado a isso, a estratégia de venda de ativos no empreendimento Cyrela For You Paraíso avançou para 80 compromissos assinados, destravando um lucro não recorrente expressivo de R$ 0,28 por cota (frente aos R$ 0,08 do mês anterior). Essa combinação elevou o resultado total do fundo para R$ 0,42 por cota. O pagamento de dividendos mensais foi mantido em R$ 0,07 por cota, com a gestão sinalizando a retenção tática do lucro das vendas para distribuição no fechamento do semestre. No balanço patrimonial, a alavancagem via CRI recuou de 18,16% para 16,55% do patrimônio líquido, evidenciando o uso eficiente do capital levantado, embora o serviço da dívida e a vacância residual no For You Paraíso ainda pressionem as despesas operacionais (R$ 0,26/cota). No mercado secundário, o valuation reagiu positivamente com a cota subindo para R$ 45,16, reduzindo o deságio frente ao valor patrimonial que permaneceu estável em R$ 96,10.
Relatório de 2025-04-30
A sazonalidade do short-stay paulistano cobrou seu preço nas receitas de locação do **RBRS11** neste mês de abril, recuando de R$ 0,29 para R$ 0,21 por cota em reflexo ao fraco desempenho operacional de fevereiro. Para compensar essa retração orgânica, a gestão acelerou a venda de ativos no empreendimento Cyrela For You Paraíso, saltando de 72 para 78 compromissos de compra e venda (CCVs) assinados. Essa movimentação destravou um lucro não recorrente de R$ 0,08/cota, amortecendo a queda do resultado total, que fechou em R$ 0,06/cota. Apesar do carrego mais apertado, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,07 por cota. No front do passivo, a estratégia de alienação tem surtido efeito prático na estrutura de capital: a alavancagem via CRI (indexada a IPCA + 9,50% a.a.) recuou para 18,16% do patrimônio líquido, aliviando marginalmente a pressão sobre as despesas operacionais, que ainda têm metade de seu volume consumido pelo serviço da dívida. O valuation a mercado reagiu positivamente, com a cota fechando a R$ 35,84, enquanto a cota patrimonial permaneceu estável em R$ 96,10, evidenciando um desconto expressivo que segue no radar dos investidores.