Relatório de 2026-04-01
Atraso na entrega das Demonstrações Financeiras Auditadas do **RBTS11** referente ao exercício de 2025. A Oliveira Trust, na qualidade de administradora do **RBTS11**, informou ao mercado que não recebeu as demonstrações financeiras do exercício encerrado em 31 de dezembro de 2025, de responsabilidade da RSM Brasil Auditores Independentes Ltda. Devido à complexidade do procedimento de auditoria, ainda não há previsão para a conclusão dos trabalhos e posterior divulgação do documento.
Relatório de 2026-03-31
A conclusão integral do desinvestimento nas operações V.A. 433 e Domum Perdizes marca o avanço da fase final de liquidação do portfólio neste mês de março de 2026. O **RBTS11** reduziu seu estoque remanescente para 54 unidades, o que representa agora apenas 7,20% do portfólio investido, elevando a Venda sobre Estoque (VSO) para 92,8%. No âmbito do valuation, a cota patrimonial contábil registrou um leve recuo, passando de R$ 310,40 para R$ 309,64, acompanhada por um ajuste marginal na cota patrimonial projetada, que cedeu de R$ 340,00 para R$ 339,80. A distribuição de rendimentos mensais permanece zerada, refletindo a concentração de esforços na venda de ativos remanescentes dos projetos LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso. A gestão mantém uma postura conservadora frente aos desafios de comercialização das lajes corporativas do 737 Pedroso, ajustando premissas de preço para maximizar o valor de encerramento do ciclo.
Relatório de 2026-02-27
A retomada nas vendas de estoque físico marcou o mês de fevereiro, reduzindo a exposição remanescente do portfólio, embora a distribuição de rendimentos mensais permaneça zerada. O **RBTS11** reportou a comercialização de 11 unidades ao longo do mês, diminuindo o estoque de 67 para 56 unidades (agora 7,47% do portfólio investido). Esse movimento elevou a Venda sobre Estoque (VSO) para 92,5%. No aspecto de valuation, observou-se uma dinâmica mista: o valor patrimonial contábil saltou de R$ 279,80 para R$ 310,40 por cota, enquanto a cota patrimonial projetada sofreu um ajuste negativo, recuando de R$ 344,10 para R$ 340,00. A ausência de pagamento de dividendos reflete a fase final de desinvestimento, com esforços concentrados na venda de ativos como LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso. Os riscos intrínsecos se materializaram no 737 Pedroso, onde a gestão revisou conservadoramente as premissas, reduzindo preços e readequando a velocidade de vendas das lajes corporativas, o que pressiona a rentabilidade projetada da carteira.
Relatório de 2026-01-30
A interrupção no pagamento de dividendos em janeiro de 2026 dita o tom do **RBTS11**, contrastando com a distribuição observada no fechamento do ano anterior. O fundo manteve seu estoque físico estagnado em 67 unidades remanescentes (8,94% do portfólio), sem reportar novas vendas de ativos no mês, concentrando seus esforços de liquidação nos projetos LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso. No aspecto de valuation, o valor patrimonial projetado permaneceu inalterado em R$ 344,10 por cota, enquanto a marcação contábil sofreu um leve ajuste negativo, passando de R$ 280,06 para R$ 279,80. A rentabilidade projetada segue pressionada pelos desafios intrínsecos do ativo 737 Pedroso, que continua enfrentando dificuldades na velocidade de vendas e na captura de ganho de preço de suas lajes corporativas e salas comerciais, exigindo cautela na expectativa de retorno final da carteira.
Relatório de 2025-12-30
A retomada no pagamento de dividendos, com a distribuição de R$ 7,34 por cota, e a redução do estoque físico marcam a evolução de dezembro de 2025 para o **RBTS11**, rompendo a estagnação de caixa observada no mês anterior. O volume de unidades remanescentes caiu de 79 para 67 (agora 8,94% do portfólio), impulsionado pela venda de ativos residenciais nos projetos LKlabin e Handy Paraíso. Adicionalmente, a operação Domum Perdizes alcançou o status de integralmente desinvestida, juntando-se ao V.A. 433. Apesar dos avanços na liquidação física, os dados de carrego e valuation evidenciam forte pressão negativa: o valor patrimonial projetado recuou de R$ 360,60 para R$ 344,10, e a marcação contábil sofreu uma queda acentuada, passando de R$ 325,64 para R$ 280,06. Esse ajuste reflete diretamente o risco intrínseco do ativo 737 Pedroso, onde a gestão precisou revisar para baixo as premissas de preço e a velocidade de vendas das lajes corporativas e salas comerciais, impactando a rentabilidade final projetada para o encerramento do fundo.
Relatório de 2025-12-30
O fundo **RBTS11** anunciou o adiamento do cronograma para envio das informações de custo médio de aquisição pelos cotistas para fins de tributação da amortização extraordinária de capital. O pagamento totaliza R$ 2.250.000,00, correspondente ao montante de R$ 39,80539584 por cota, com a data-base (Data-Com) definida no dia 31/10/2025.
O novo cronograma estabelece que o prazo para envio do Custo Médio se estenderá de 04/11/2025 a 30/01/2026, com o pagamento do resgate parcial de capital programado para 20/02/2026. A operação financeira do **RBTS11** não causará a redução do número de cotas detidas pelos investidores.
Relatório de 2025-11-28
O fundo de investimento imobiliário **RBTS11** comunicou ao mercado a realização de amortização parcial extraordinária de capital no valor total de R$ 2.250.000,00, o que equivale a R$ 39,80539584 por cota. O pagamento de amortização é direcionado aos investidores que detinham as cotas em 31/10/2025 (Data-Com), ocorrendo sem a redução da quantidade de cotas existentes no mercado.
Adicionalmente, a administração do **RBTS11** postergou em 30 dias o prazo limite para que os cotistas enviem a declaração de custo médio de aquisição. O novo cronograma define o envio das informações de 04/11/2025 a 29/12/2025, com a apuração pela administradora ocorrendo no início de janeiro e o pagamento agendado para 26/01/2026.
Relatório de 2025-11-28
A interrupção nos pagamentos de dividendos e amortizações dita o ritmo de novembro de 2025 para o **RBTS11**, após o breve destravamento de caixa observado no mês anterior. O fundo não realizou distribuições no período, refletindo a estagnação na venda de ativos do estoque remanescente, que permanece inalterado em 79 unidades (10,53% do portfólio). A desvalorização patrimonial manteve sua trajetória de queda: o valor patrimonial projetado recuou de R$ 383,20 para R$ 360,60 por cota, enquanto a marcação contábil cedeu de R$ 337,62 para R$ 325,64. No front de desinvestimentos, a operação V.A. 433 foi 100% concluída, e o projeto Veritás Vila Madalena juntou-se ao Oxy Alto da Lapa e Domum Perdizes na fase final de acertos societários, com estoques totalmente zerados. Contudo, para os investidores que avaliam o carrego da posição, o cenário de liquidez segue pressionado pelo ativo 737 Pedroso, cuja demanda por lajes e salas comerciais continua aquém do projetado, dificultando a monetização final e o encerramento do fundo.
Relatório de 2025-10-31
O retorno das amortizações marca o mês de outubro de 2025 para o **RBTS11**, com a distribuição de R$ 39,81 por cota, rompendo a ausência de repasses observada no mês anterior. Apesar desse destravamento pontual de caixa, a desvalorização patrimonial do fundo aprofundou-se significativamente. O valor patrimonial projetado recuou de R$ 438,70 para R$ 383,20 por cota, enquanto a marcação contábil caiu de R$ 378,16 para R$ 337,62. A estagnação comercial persiste, mantendo o estoque remanescente inalterado em 79 unidades (10,53% do portfólio investido). Para os investidores que pesquisam se o carrego da posição vale a pena, o cenário de liquidez continua pressionado pelo projeto 737 Pedroso, cuja demanda por lajes e salas comerciais segue abaixo do esperado. O fundo mantém 100% das obras concluídas e um VSO consolidado de 90%, dependendo agora da monetização final dos ativos LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso, além da conclusão dos trâmites societários das SPEs Oxy Alto da Lapa e Domum Perdizes para o desinvestimento total.
Relatório de 2025-10-31
O fundo **RBTS11** anunciou o pagamento de amortização parcial extraordinária de capital no montante total de R$ 2.250.000,00, correspondente a R$ 39,80539584 por cota. O direito ao provento será concedido aos investidores que detiverem cotas do fundo em 31/10/2025 (Data-Com), com o pagamento de dividendos agendado para o dia 22/12/2025.
Para viabilizar o recolhimento tributário adequado do IRRF sobre o ganho de capital, os cotistas deverão informar seu custo médio de aquisição de cotas do **RBTS11** à Administradora entre os dias 04/11/2025 e 28/11/2025 por meio de plataforma eletrônica dedicada. A ausência de declaração fará com que a Administradora considere o menor valor de cotação histórica do ativo (R$ 306,00) como base de cálculo.
Relatório de 2025-09-30
A contínua desvalorização patrimonial e a estagnação comercial marcam o mês de setembro de 2025 para o **RBTS11**. O valor patrimonial projetado aprofundou sua queda, passando de R$ 446,30 no mês anterior para R$ 438,70 por cota, enquanto a marcação contábil recuou levemente para R$ 378,16. O pagamento de dividendos segue zerado, refletindo a ausência de monetização do estoque remanescente, que permanece inalterado em 79 unidades (10,53% do portfólio investido). Para os investidores que pesquisam se o carrego da posição vale a pena, os riscos de liquidez continuam concentrados no projeto 737 Pedroso, cuja demanda por lajes e salas comerciais segue aquém do inicialmente projetado. Como contraponto operacional, o fundo atingiu 90% de Vendas sobre Estoque (VSO) no consolidado, com 100% das obras físicas já concluídas, restando os trâmites finais de encerramento das SPEs Oxy Alto da Lapa e Domum Perdizes para destravar valor e avançar no desinvestimento do portfólio.
Relatório de 2025-08-29
A contínua desvalorização da cota projetada marca o mês de agosto para o **RBTS11**, refletindo a estagnação nas vendas do estoque remanescente e a manutenção da ausência de pagamento de dividendos. O fundo registrou nova retração em seu valuation, com o patrimônio projetado por cota recuando para R$ 446,30 (ante R$ 451,50 no mês anterior), enquanto o valor contábil cedeu para R$ 378,92. No âmbito operacional, a gestão não apresentou evolução na venda de ativos, mantendo o estoque parado em 79 unidades, o que representa 10,53% do portfólio investido. O projeto 737 Pedroso segue como o principal ofensor da carteira, enfrentando lentidão comercial crônica devido à baixa demanda por lajes e escritórios. Para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os riscos de liquidez e o carrego dessas posições continuam sendo os principais pontos de atenção, mitigados apenas pelo avanço nos trâmites de encerramento das SPEs Oxy Alto da Lapa e Domum Perdizes, que já tiveram a totalidade dos recebíveis encaminhada.
Relatório de 2025-07-31
A contínua reprecificação negativa da cota projetada e a manutenção da ausência de rendimentos mensais ditam o ritmo do **RBTS11** em julho de 2025. O fundo registrou nova queda no seu valuation, com a cota patrimonial projetada recuando de R$ 459,00 para R$ 451,50, enquanto o valor patrimonial contábil cedeu para R$ 379,42. No âmbito operacional, a gestão avançou marginalmente no desinvestimento, reduzindo o estoque remanescente de 81 para 79 unidades, o que agora representa 10,53% do portfólio investido. O pagamento de dividendos segue zerado, refletindo a fase final de maturação e os desafios de liquidez nos ativos remanescentes, especialmente no projeto 737 Pedroso. Este ativo continua sendo o principal ofensor da carteira, enfrentando lentidão nas vendas devido à baixa demanda por lajes e salas comerciais, exigindo esforço ativo para a monetização em um cenário de juros restritivos a 15% ao ano. Investidores que avaliam se o ativo vale a pena devem observar o carrego dessas posições e o cronograma de encerramento das SPEs já vendidas integralmente.
Relatório de 2025-06-30
A interrupção no pagamento de dividendos e a nova reprecificação negativa da cota projetada marcam o mês de junho para o **RBTS11**. Após distribuir rendimentos no mês anterior, o fundo não realizou repasses em junho de 2025 (R$ 0,00 por cota). O valuation continuou sua trajetória de ajuste: o valor patrimonial contábil recuou levemente para R$ 380,02, enquanto a cota patrimonial projetada caiu de R$ 465,60 para R$ 459,00. A gestão mantém o foco na venda de ativos, com o estoque estagnado em 81 unidades (10,80% do portfólio investido), concentradas nos empreendimentos LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso. O projeto 737 Pedroso continua sendo o principal ofensor da carteira, enfrentando lentidão nas vendas devido à baixa demanda por lajes e salas comerciais. O cenário de juros mais restritivos, com a Selic atingindo 15,00%, adiciona pressão ao carrego dessas posições remanescentes, exigindo cautela dos investidores que avaliam se o ativo vale a pena no atual estágio de desinvestimento.
Relatório de 2025-05-31
O retorno do pagamento de dividendos marcou o mês de maio para o **RBTS11**, com a distribuição de R$ 6,19 por cota a título de rendimentos, rompendo a ausência de repasses observada no mês anterior. Apesar dessa injeção de liquidez para os investidores que pesquisam se a tese vale a pena, o valuation do fundo sofreu novos ajustes negativos na comparação mensal. O valor patrimonial contábil recuou de R$ 386,77 para R$ 380,29, enquanto a cota patrimonial projetada caiu de R$ 475,90 para R$ 465,60. A gestão mantém o foco na venda de ativos, restando 81 unidades em estoque (10,80% do portfólio), concentradas nos projetos LKlabin, Handy Paraíso e 737 Pedroso. O carrego deste último segue como o principal ofensor da carteira, pressionado por uma demanda por lajes e salas comerciais aquém do projetado. Paralelamente, o cenário macroeconômico impõe desafios adicionais, com a elevação da Selic para 14,75% encarecendo o funding das incorporadoras e exigindo diligência redobrada na reta final de desinvestimento das SPEs.
Relatório de 2025-04-30
A conclusão do desinvestimento da operação V.A. 433 e o encaminhamento dos recebíveis das SPEs Oxy Alto da Lapa, Domum e Veritás evidenciam a fase final de liquidação do portfólio do **RBTS11** neste mês de abril. Em termos de valuation, o patrimônio do fundo sofreu um leve ajuste negativo frente ao mês anterior: o valor patrimonial contábil passou de R$ 387,09 para R$ 386,77 por cota, acompanhado por uma retração marginal no valor patrimonial projetado, que agora se situa em R$ 475,90. A gestão segue focada na venda de ativos e na monetização das 81 unidades remanescentes, que representam 10,80% do portfólio investido. Um dos maiores riscos atuais continua sendo o ativo Pedroso 737, cuja comercialização de lajes e salas comerciais esbarra em uma demanda retraída, alongando o carrego. No âmbito das distribuições, o fundo não registrou novos pagamentos de dividendos ou rendimentos mensais em abril, mantendo a dinâmica atrelada à expectativa de amortizações futuras à medida que os acertos societários das SPEs sejam concluídos. Para os cotistas que avaliam se a tese vale a pena, a taxa interna de retorno (TIR) projetada permanece em 12,67%, refletindo os desafios de liquidez no segmento comercial remanescente.