Relatório de 2026-05-29
A contração de R$ 1,4 milhão no patrimônio líquido do **RDIV11**, que recuou para R$ 222.251.350,32, marca a dinâmica operacional de maio de 2026. Apesar dessa redução patrimonial, os principais indicadores de valuation mantiveram-se estáveis: o lucro líquido esperado permaneceu em R$ 206 milhões e o MOIC projetado consolidou-se em 1,79x. O capital retornado sobre o comprometido estabilizou-se em 6,93%, refletindo o ritmo de venda de ativos e a consequente distribuição de rendimentos mensais aos cotistas. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o carrego atual apresenta uma TIR de 11,63% a.a. No entanto, os riscos de execução do portfólio residencial demandam atenção, especialmente com projetos que possuem datas estimadas de entrega já ultrapassadas, como o Casa do Ator (2T25) e Klabin 2 (3T25), o que pode postergar o recebimento de dividendos futuros.
Relatório de 2026-04-30
A revisão nas projeções de rentabilidade marca a dinâmica operacional deste mês, com o lucro líquido esperado recuando de R$ 213 milhões para R$ 206 milhões e o múltiplo MOIC ajustado para 1,79x. Apesar da leve compressão nas estimativas de valuation, o **RDIV11** registrou um avanço no capital retornado aos cotistas, que subiu de 6,37% para 6,93%, indicando progresso no pagamento de dividendos e rendimentos mensais atrelados à venda de ativos. O patrimônio líquido apresentou expansão, atingindo R$ 223.657.011,21. A taxa interna de retorno (TIR) permaneceu estabilizada em 11,63% a.a., enquanto a expectativa de nova chamada de capital segue zerada, preservando o fluxo de caixa dos investidores. A alocação do VGV projetado de R$ 2.553 milhões mantém sua maior concentração (52,7%) no segmento de médio padrão.
Relatório de 2026-03-31
A leve compressão na taxa interna de retorno (TIR) dita o ritmo operacional deste mês, recuando marginalmente de 11,65% para 11,63% a.a. O **RDIV11** manteve a estabilidade em suas principais métricas de valuation e carrego em março de 2026. O lucro líquido esperado permaneceu ancorado em R$ 213 milhões, assim como o múltiplo MOIC em 1,81x. O patrimônio líquido segue inalterado em R$ 221.583.948,20. Para o investidor que monitora o pagamento de dividendos e rendimentos mensais, o capital retornado estacionou em 6,37%, reforçando que futuras distribuições dependem diretamente da venda de ativos e maturação do portfólio. A expectativa da próxima chamada de capital segue zerada, aliviando o fluxo de caixa de curto prazo dos cotistas. O VGV total projetado sustenta-se em R$ 2.553 milhões, com a maior exposição (52,7%) concentrada no segmento de médio padrão, mitigando riscos de concentração excessiva em nichos de menor liquidez.
Relatório de 2026-02-27
A revisão para baixo nas métricas de rentabilidade e valuation marca a dinâmica do **RDIV11** neste mês, com a expectativa atual de retorno (TIR) recuando de 11,91% para 11,65% a.a. e o múltiplo MOIC ajustado para 1,81x. O lucro líquido esperado também sofreu compressão, caindo para R$ 213 milhões, enquanto o patrimônio líquido registrou leve retração para R$ 221.583.948,20. Para o cotista que avalia se o carrego do ativo vale a pena, um alívio de curto prazo foi a zeragem na expectativa da próxima chamada de capital (0,00%), alterando o cronograma de aportes. O capital retornado permaneceu estagnado em 6,37%, indicando que o pagamento de dividendos e rendimentos mensais segue estritamente dependente da maturação e venda de ativos do portfólio, cujo VGV total projetado se manteve em R$ 2.553 MM, com forte concentração de 52,7% no segmento de médio padrão.
Relatório de 2026-01-30
O avanço no capital retornado aos cotistas, que atingiu 6,37% sobre o montante comprometido, marca a principal evolução operacional do **RDIV11** neste mês, contrastando com a leve retração do patrimônio líquido para R$ 221.911.297,87. A dinâmica de valuation e carrego apresentou estabilidade com viés marginalmente positivo: a expectativa atual de retorno (TIR) ajustou levemente para 11,91% a.a., enquanto o múltiplo MOIC permaneceu ancorado em 1,82x e o lucro líquido esperado sustentou-se em R$ 218 milhões. Para o investidor que monitora se o ativo vale a pena, o cronograma de aportes segue inalterado, com a próxima chamada de capital mantida para abril de 2026 (0,49%). O pagamento de dividendos e rendimentos mensais continua atrelado à maturação e venda de ativos do portfólio, cujo VGV total projetado alcança R$ 2,55 bilhões, fortemente concentrado no segmento de médio padrão (53%).
Relatório de 2025-12-31
A revisão para baixo nas métricas de retorno e o novo adiamento da chamada de capital ditam o ritmo da atualização do **RDIV11** neste mês. O patrimônio líquido recuou para R$ 223.537.369,20, acompanhado por uma compressão nos indicadores de valuation e carrego: a expectativa atual de retorno (TIR) caiu para 11,90% a.a. e o múltiplo MOIC ajustou para 1,82x. O lucro líquido esperado também sofreu retração, passando de R$ 226 milhões para R$ 218 milhões. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, a dinâmica de aportes sofreu nova alteração, com a data esperada da próxima chamada postergada para abril de 2026 e a expectativa reduzida para 0,49%. O pagamento de dividendos e rendimentos mensais continua dependente da venda de ativos e maturação do portfólio, que agora concentra 53% do VGV no segmento de médio padrão, uma leve queda em relação ao mês anterior. O capital retornado sobre o comprometido manteve-se inalterado em 6,00%.
Relatório de 2025-11-30
O adiamento da próxima chamada de capital para março de 2026 e a revisão mista nos múltiplos de retorno marcam a atualização do **RDIV11** neste mês. O patrimônio líquido apresentou leve retração, passando para R$ 224.175.682,05. Em contrapartida, os indicadores de valuation e carrego mostraram evolução: a expectativa atual de retorno (TIR) subiu para 12,29% a.a. e o múltiplo MOIC avançou para 1,85x. No entanto, o lucro líquido esperado recuou de R$ 237 milhões para R$ 226 milhões. Para o investidor que busca entender se o ativo vale a pena, a dinâmica de aportes foi alterada, com a expectativa da próxima chamada subindo para 0,91%. O pagamento de dividendos ou rendimentos mensais segue atrelado à venda de ativos e maturação do portfólio, que mantém 55% da alocação no segmento de médio padrão. O capital retornado sobre o comprometido permaneceu estável em 6,00%.
Relatório de 2025-10-31
A expressiva contração no patrimônio líquido marca a principal alteração do **RDIV11** neste ciclo, recuando de R$ 285,4 milhões (dado do mês anterior) para R$ 224.532.488,49. Apesar dessa variação patrimonial, os indicadores de valuation e carrego do fundo de desenvolvimento permaneceram inalterados. A expectativa atual de retorno (TIR) segue cravada em 12,26% a.a., com o múltiplo MOIC estacionado em 1,81x e o lucro líquido projetado mantido em R$ 237 milhões. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, a dinâmica de chamadas de capital não sofreu novas revisões: a próxima chamada continua agendada para dezembro de 2025, no patamar de 0,65%. O capital retornado sobre o comprometido também ficou estável em 6,00%. Como a tese foca em incorporação, o pagamento de dividendos ou rendimentos mensais recorrentes não ocorre de forma linear, dependendo estritamente da venda de ativos e maturação do portfólio, que hoje concentra 55% dos investimentos no segmento de médio padrão.
Relatório de 2025-09-30
A efetivação do primeiro retorno financeiro, consolidando 6,00% do montante comprometido, marca o principal avanço do **RDIV11** neste mês de setembro de 2025. O patrimônio líquido do fundo registrou um salto expressivo frente ao mês anterior, passando de R$ 244,4 milhões para R$ 285.493.284,26. Na esteira de valuation e carrego, a TIR esperada apresentou um leve incremento, subindo de 12,25% para 12,26% a.a., enquanto o múltiplo MOIC e o lucro líquido estimado permaneceram estáveis em 1,81x e R$ 237 milhões, respectivamente. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, é crucial observar a dinâmica de chamadas de capital: a expectativa para o próximo aporte foi postergada de outubro para dezembro de 2025, com o percentual reduzido de 1,61% para 0,65%. Vale lembrar que, por ser um fundo focado em incorporação, o pagamento de dividendos ou rendimentos mensais recorrentes não faz parte da tese principal, dependendo estritamente da venda de ativos e conclusão dos projetos para gerar caixa e devoluções.
Relatório de 2025-09-04
O fundo **RDIV11** anuncia o cronograma e os procedimentos operacionais para a realização de sua amortização extraordinária parcial de capital, com pagamento programado para o final do mês de setembro. A medida visa estruturar a devolução de capital aos cotistas de forma organizada, detalhando os prazos necessários para o envio de informações tributárias cruciais para o correto recolhimento de impostos sobre o ganho de capital.
Para fins de operacionalização tributária, os detentores de cotas do **RDIV11** deverão declarar seu custo médio de aquisição de cotas por meio do Portal do Investidor da administradora. O cronograma estabelece datas estritas que vão desde a data base de corte até o período de apuração fiscal e o efetivo pagamento aos investidores.
Relatório de 2025-08-31
O anúncio da primeira devolução de capital, agendada para setembro de 2025, marca a transição de ciclo do **RDIV11** neste mês de referência de agosto. O montante, equivalente a 6,0% do capital comprometido (R$ 8,00 por cota), é fruto da venda de ativos nos projetos Renato Paes de Barros, Marquês de Olinda e Casa do Ator. Na vertente de valuation e carrego, os indicadores apresentaram leve melhora frente ao mês anterior: a TIR esperada avançou de 12,22% para 12,25% a.a., e o múltiplo MOIC subiu de 1,80x para 1,81x, mantendo o lucro líquido estimado em R$ 237 milhões. O Patrimônio Líquido também registrou expansão, atingindo R$ 244.449.045,28. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, vale notar que o capital retornado atual segue em 0,00%, reforçando a ausência de pagamento de dividendos ou rendimentos mensais recorrentes, característica intrínseca à tese de desenvolvimento. A expectativa da próxima chamada de capital permanece inalterada para out/25, no patamar de 1,61%.
Relatório de 2025-07-31
A recalibragem nas projeções de retorno e o adiamento do cronograma de aportes ditaram a dinâmica do **RDIV11** no mês de referência de julho de 2025. O Patrimônio Líquido registrou uma leve retração, passando da marca anterior de R$ 242,4 milhões para R$ 241.563.299,43. Na vertente de valuation e carrego, a rentabilidade projetada apresentou movimentos mistos: a TIR esperada avançou de 12,09% para 12,22% a.a., enquanto o múltiplo MOIC recuou de 1,84x para 1,80x, mantendo o lucro líquido estimado estável em R$ 237 milhões. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, é fundamental observar que a tese de desenvolvimento foca exclusivamente no ganho de capital futuro via venda de ativos. Consequentemente, o indicador de capital retornado permanece em 0,00%, confirmando a ausência de pagamento de dividendos ou rendimentos mensais no curto prazo. Adicionalmente, a gestão alterou a expectativa da próxima chamada de capital, postergando-a para out/25 e elevando o volume exigido para 1,61% do capital comprometido.
Relatório de 2025-06-30
A atualização das projeções de rentabilidade marcou o mês de junho de 2025 para o **RDIV11**, evidenciando ajustes mistos na tese de desenvolvimento residencial. O Patrimônio Líquido apresentou expansão, saltando da marca anterior de R$ 217,7 milhões para R$ 242,4 milhões. Em contrapartida, a expectativa de lucro líquido no nível do investidor sofreu uma leve retração, passando de R$ 241 milhões para R$ 237 milhões. A dinâmica de valuation e carrego também passou por calibração: a TIR esperada recuou de 12,24% para 12,09% a.a., enquanto o múltiplo MOIC subiu de 1,82x para 1,84x. Para os cotistas que pesquisam se o ativo vale a pena, é crucial notar que a estratégia segue estritamente focada em ganho de capital futuro via venda de ativos, sem previsão de pagamento de dividendos ou rendimentos mensais imediatos (0,00% de capital retornado até o momento). Além disso, o cronograma de aportes foi alterado, com a próxima chamada de capital antecipada de outubro para setembro de 2025, e o volume percentual reduzido de 1,60% para 0,34%.
Relatório de 2025-04-30
A expectativa de retorno (TIR) de 12,24% a.a. e um MOIC de 1,82x balizam a tese de desenvolvimento residencial do **RDIV11**, que já conta com 74,96% do capital integralizado. O fundo possui um patrimônio líquido de R$ 217,7 milhões e um capital comprometido de R$ 350 milhões. A alocação divide-se majoritariamente no padrão médio (49% do investimento) e alto/altíssimo (32%), com um VGV total projetado de R$ 2,27 bilhões. Até o momento, não houve pagamento de dividendos ou devolução de capital (0,00% retornado), o que é intrínseco à fase de obras e aprovações. A expectativa de lucro líquido no nível do investidor é de R$ 241 milhões. A próxima chamada de capital está estimada em 1,60% para outubro de 2025. A estrutura de custos envolve taxa de administração de 0,2% e gestão de 1,5%, com performance atrelada ao IPCA + 5%. Para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, os dados de carrego e valuation apontam para um ciclo de maturação longo (prazo de 7 anos + 1 prorrogável), focado na venda de ativos e ganho de capital futuro em vez de rendimentos mensais imediatos.