Relatório de 2026-04-30
Um salto expressivo no volume negociado para R$ 6,53 milhões e um novo recorde histórico no pagamento de dividendos de R$ 0,71 por cota definiram o mês de abril de 2026 para o **INRD11**. O dividend yield anualizado avançou para 10,92%, impulsionado pela melhora na ocupação física consolidada, que subiu para 94,9% (reduzindo a vacância para 5,1%). No segmento Short Stay do ativo Barbacena, a taxa de ocupação recuperou-se fortemente para 54,0%, mitigando a diferença de rentabilidade frente ao Long Stay para 16,8%. Apesar da redução na receita bruta para R$ 1,11 milhão e no resultado de caixa para R$ 837 mil, o fundo elevou sua distribuição total para R$ 802 mil. A base de cotistas manteve a tendência de queda, recuando para 5.945 investidores, enquanto a cota patrimonial subiu ligeiramente para R$ 118,34 e a de mercado ajustou-se para R$ 78,00.
Relatório de 2026-03-31
Um novo recorde histórico na distribuição de dividendos e na receita bruta marcou o mês operacional do fundo, a despeito do recuo na ocupação física. O **INRD11** elevou seus rendimentos mensais para R$ 0,69 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 10,60%. Esse avanço foi sustentado por uma receita bruta inédita de R$ 1,16 milhão e um salto no resultado de caixa, que atingiu R$ 907 mil. Em contrapartida, a vacância física do portfólio subiu para 5,5%, reduzindo a ocupação consolidada para 94,5%. A modalidade Short Stay no ativo Barbacena sofreu um revés significativo: a ocupação despencou para 31,3%, resultando em uma rentabilidade ponderada 37,2% inferior ao Long Stay. No mercado secundário, o volume negociado apresentou leve recuperação para R$ 0,57 milhão, embora a base de cotistas tenha continuado a encolher, fechando em 6.005 investidores. A gestão manteve a estratégia de mitigação de riscos e geração de valor via recompra, totalizando 940 cotas canceladas, enquanto o patrimônio líquido refletiu leves altas, com a cota patrimonial a R$ 118,31 e a de mercado a R$ 78,11.
Relatório de 2026-02-27
A ocupação consolidada do portfólio atingiu 96,1%, marcando o 16º mês consecutivo acima da marca de 90%, impulsionada pela queda da vacância física para 3,9%. Apesar desse avanço operacional, a receita bruta do **INRD11** recuou de R$ 1,13 milhão para R$ 1,08 milhão em fevereiro de 2026, pressionando o resultado de caixa que caiu para R$ 784 mil. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 0,67 por cota, sustentando um dividend yield anualizado de 10,31%. No mercado secundário, a liquidez sofreu uma contração severa, com o volume negociado despencando pela metade, de R$ 0,90 milhão para R$ 0,45 milhão, acompanhado pela continuidade da fuga de investidores, cuja base encolheu para 6.100 cotistas. O patrimônio líquido refletiu uma leve desvalorização na cota patrimonial, que passou para R$ 118,18, enquanto a cota de mercado encerrou a R$ 78,00. Na modalidade Short Stay do ativo Barbacena, a ocupação recuou para 50,5%, mas a rentabilidade ponderada ampliou sua vantagem para 11,8% acima do Long Stay, refletindo a precificação dinâmica durante os feriados do mês. Para mitigar os riscos atrelados ao deságio no valuation, a gestão segue executando a recompra e cancelamento de cotas.
Relatório de 2026-01-31
O recorde histórico de receita bruta de R$ 1,13 milhão impulsionou o resultado de caixa e consolidou a recuperação operacional do fundo neste início de ano. O **INRD11** manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,67 por cota, mas o dividend yield anualizado recuou de 10,59% para 10,31%, reflexo direto da valorização de 2,7% da cota no mercado secundário, que encerrou cotada a R$ 77,98. A dinâmica de locação mostrou forte evolução: a vacância física despencou de 7,1% para 4,9%, elevando a ocupação consolidada para 95,1%. Esse movimento, aliado à queda na taxa de distratos de 5,3% para 4,3%, permitiu que o resultado caixa saltasse de R$ 658 mil para R$ 794 mil. Na modalidade Short Stay do ativo Barbacena, a ocupação reverteu a queda anterior e disparou de 37,6% para 62,5%, gerando uma rentabilidade 9,5% superior ao Long Stay. Apesar da melhora na liquidez, com o volume negociado subindo para R$ 0,90 milhão, a base de investidores manteve a tendência de contração, caindo para 6.179 cotistas. O valor patrimonial apresentou leve alta, passando para R$ 119,10, mantendo um deságio expressivo no valuation que justifica a manutenção da estratégia de recompra de cotas para otimizar o carrego da carteira.
Relatório de 2025-12-31
A manutenção do patamar recorde de pagamento de dividendos contrastou com a forte queda na ocupação da estratégia de locação de curta temporada no fechamento do ano. O **INRD11** sustentou a distribuição de R$ 0,67 por cota em dezembro de 2025, embora o dividend yield anualizado tenha recuado para 10,59% devido à valorização de 1,3% da cota no mercado secundário, que encerrou cotada a R$ 75,94. A vacância física apresentou leve melhora marginal, passando de 7,2% para 7,1%, marcando o 14º mês consecutivo com ocupação do portfólio acima de 90%. No entanto, o resultado caixa recuou de R$ 779 mil para R$ 658 mil, impactado pelas despesas com obras de fachada nos edifícios Lindoia e Ecoville. A liquidez mostrou leve recuperação, com o volume negociado subindo para R$ 0,64 milhão, mas a base de investidores continuou encolhendo, atingindo 6.292 cotistas. Para combater o deságio frente ao valor patrimonial de R$ 118,73, a gestão intensificou o programa de recompra, totalizando 620 cotas canceladas. A taxa de distratos voltou a subir, saltando de 2,7% para 5,3%, enquanto a modalidade Short Stay no ativo Barbacena sofreu um revés expressivo na ocupação, caindo para 37,6%.
Relatório de 2025-12-18
O fundo **INRD11** anunciou a formalização da manutenção da suspensão do Contrato de Prestação de Serviços de Formador de Mercado no período de 01 de janeiro de 2026 a 30 de setembro de 2026. Durante este intervalo, o prestador de serviços não atuará e nenhuma remuneração será devida pelo fundo, o que resulta na redução temporária de despesas operacionais sem alterar de forma direta a política de pagamento de dividendos.
Após o término do período de suspensão em 30 de setembro de 2026, caso não ocorra manifestação contrária, o contrato de formador de mercado do **INRD11** voltará a vigorar automaticamente pelo prazo adicional de 12 meses, com a devida retomada da prestação dos serviços e do pagamento dos honorários correspondentes.
Relatório de 2025-11-28
A maturação da estratégia de Short Stay e a redução expressiva na taxa de distratos ditaram o ritmo de alta nos rendimentos mensais do **INRD11** em novembro de 2025. O pagamento de dividendos atingiu o patamar recorde de R$ 0,67 por cota, impulsionando o dividend yield anualizado para 10,72%. A vacância física apresentou leve melhora, recuando para 7,2%, o que sustentou a receita bruta em R$ 1,1 milhão e garantiu um resultado caixa de R$ 779 mil. Apesar da resiliência operacional e do carrego atrativo, o mercado secundário acendeu um alerta de liquidez: o volume negociado despencou para R$ 0,52 milhão no mês, acompanhado pela contínua evasão da base de investidores, que encolheu para 6.408 cotistas. Para mitigar o forte deságio frente ao valor patrimonial de R$ 118,85, a gestão manteve ativo o programa de recompra, acumulando 478 cotas canceladas. No front de despesas, o fundo prepara novos desembolsos para manutenções preventivas de fachada nos ativos Ecoville e Lindoia, adicionando um risco de curto prazo aos custos operacionais, embora a expectativa seja de não impactar as distribuições futuras.
Relatório de 2025-10-31
Um novo recorde no pagamento de dividendos e o início de um programa de recompra de cotas ditaram o ritmo do **INRD11** em outubro de 2025. A distribuição alcançou R$ 0,66 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 10,61%, suportada por uma receita bruta de R$ 1,1 milhão. Apesar do resultado caixa ter recuado para R$ 792 mil em relação ao mês anterior, o montante segue acima da média histórica. No aspecto operacional, a vacância física subiu para 7,3% (ante 6,1% em setembro), acompanhada por um aumento na taxa de distratos, que atingiu 4,2%. A base de investidores manteve a tendência de evasão, caindo para 6.522 cotistas, e o volume negociado recuou para R$ 0,91 milhão. Para destravar valor frente ao deságio patrimonial (cota a mercado em R$ 74,62 contra R$ 118,80 de valor patrimonial), a gestão aprovou a recompra e cancelamento de até 10% das cotas em 12 meses. Adicionalmente, a recém-implementada operação de Short Stay no ativo Barbacena começou a maturar, entregando rentabilidade superior por unidade.
Relatório de 2025-09-30
O pagamento de dividendos recorde de R$ 0,65 por cota marcou a evolução operacional do **INRD11** em setembro de 2025, impulsionado pelo aumento no valor de locação em todos os ativos e pela recuperação da ocupação física, que subiu para 93,9% (reduzindo a vacância para 6,1%). Diferente do mês anterior, o faturamento se converteu em um resultado caixa robusto de R$ 846 mil, beneficiado também pela queda nas despesas operacionais com vacância e seguros. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente, saltando de R$ 71,94 para R$ 74,00, enquanto o volume negociado apresentou um salto expressivo para R$ 1,39 milhão, mitigando preocupações recentes de liquidez. O valuation patrimonial permaneceu estável em R$ 118,71, mantendo o deságio da cota a mercado. Contudo, a evasão na base de cotistas persistiu, encolhendo para 6.675 investidores, exigindo atenção contínua à retenção de capital, mesmo com a taxa de distratos estabilizada em 3,3% e o dividend yield anualizado em atrativos 10,54%.
Relatório de 2025-08-29
O repasse de aluguéis mais altos sustentou o aumento no pagamento de dividendos do **INRD11** para R$ 0,64 por cota em agosto de 2025, elevando o dividend yield anualizado para 10,68%, mesmo diante de um leve recuo na ocupação física. Diferente do mês anterior, a vacância do portfólio subiu de 5,1% para 6,7%, reduzindo a taxa de ocupação consolidada para 93,3%. Apesar dessa desocupação marginal, o faturamento manteve-se robusto, registrando receita bruta na casa de R$ 1,1 milhão, o segundo maior resultado histórico do fundo. No mercado secundário, a cotação apresentou leve recuperação, subindo de R$ 71,60 para R$ 71,94, ainda negociada com forte deságio frente ao valuation patrimonial estável de R$ 118,65. A liquidez também mostrou um respiro, com o volume negociado avançando para R$ 0,48 milhão. Contudo, a evasão na base de cotistas persistiu, encolhendo para 6.822 investidores, enquanto a taxa de distratos oscilou levemente para cima, atingindo 3,3%, exigindo monitoramento contínuo sobre a previsibilidade dos rendimentos mensais e a retenção de capital.
Relatório de 2025-07-31
Recordes históricos na receita bruta e no resultado de caixa ditaram o ritmo operacional do **INRD11** em julho de 2025, impulsionados pela forte absorção física e repasse positivo nos valores de locação. A vacância do portfólio recuou de 6,5% para 5,1%, elevando a taxa de ocupação consolidada para 94,9%, o que não apenas incrementou o faturamento para R$ 1,1 milhão, mas também aliviou as despesas imobiliárias. Como reflexo direto, o pagamento de dividendos avançou para R$ 0,63 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 10,56%. No entanto, a dinâmica no mercado secundário seguiu uma rota inversa aos fundamentos físicos: a cota de mercado sofreu depreciação, caindo de R$ 74,87 para R$ 71,60, ampliando o deságio frente ao valuation patrimonial, que registrou leve alta para R$ 118,64. Adicionalmente, a liquidez do fundo sofreu uma contração severa, com o volume negociado despencando de R$ 1,36 milhão para R$ 0,38 milhão, acompanhado pela contínua evasão na base de cotistas, que encerrou o mês com 6.977 investidores. A taxa de distratos, por outro lado, apresentou melhora significativa, recuando para 3,2%, conferindo maior previsibilidade aos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-06-30
A recuperação no volume negociado e o repasse de aluguéis mais altos impulsionaram a receita bruta do **INRD11**, que atingiu R$ 1,03 milhão em junho de 2025. Contrastando com o mês anterior, o fundo apresentou evolução na cota de mercado, que saltou de R$ 70,12 para R$ 74,87, refletindo uma valorização mensal de 6,77%. O valuation patrimonial também registrou leve alta, passando para R$ 118,53. O pagamento de dividendos acompanhou a melhora na receita e subiu para R$ 0,61 por cota, embora o dividend yield anualizado tenha recuado para 9,78% devido à apreciação da cota no mercado secundário. No aspecto operacional, a dinâmica imobiliária revelou desafios: a vacância física avançou de 5,9% para 6,5%, pressionando a taxa de ocupação consolidada para 93,5%. A inadimplência teve um leve incremento para 0,13%, e a taxa de distratos subiu para 5,5%. Por outro lado, a liquidez mostrou forte recuperação, com o volume negociado saltando de R$ 0,82 milhão para R$ 1,36 milhão, facilitando a venda de ativos por parte dos investidores. A base de cotistas, contudo, manteve a trajetória de contração, caindo para 7.099 investidores.
Relatório de 2025-06-23
O administrador do fundo **INRD11** informou a formalização da suspensão temporária do Contrato de Prestação de Serviços de Formador de Mercado. A suspensão terá vigência a partir de 01 de julho de 2025 até 31 de dezembro de 2025, período no qual não haverá prestação dos serviços nem cobrança de remuneração.
Após o término do período de suspensão, caso não ocorra manifestação em contrário, o contrato do **INRD11** voltará a vigorar automaticamente pelo prazo adicional de 12 meses, retomando a prestação de serviços e a respectiva remuneração.
Relatório de 2025-05-31
A valorização da cota de mercado para R$ 70,12 marcou o mês de maio, contrastando com a leve retração na receita bruta e nos rendimentos mensais. O **INRD11** apresentou um cenário misto em sua operação. No aspecto de valuation, a cota patrimonial subiu para R$ 118,19, ampliando a base de valor do fundo. Contudo, a receita bruta recuou para R$ 0,97 milhão, o que exigiu um ajuste no pagamento de dividendos, reduzido para R$ 0,60 por cota. A dinâmica imobiliária mostrou uma leve piora na vacância física, que avançou para 5,9%, enquanto a taxa de ocupação consolidada ajustou-se para 94,1%. Pelo lado positivo, a inadimplência demonstrou resiliência ao cair para 0,10%. O principal ponto de atenção reside na liquidez do mercado secundário: o volume negociado despencou de R$ 1,19 milhão para R$ 0,82 milhão, o que pode dificultar a venda de ativos por parte dos investidores. Além disso, a base de cotistas manteve a tendência de queda, encolhendo para 7.232 investidores, evidenciando desafios na retenção de capital mesmo com um dividend yield anualizado de 10,27%.
Relatório de 2025-04-30
O avanço da taxa de ocupação para 94,3% impulsionou a valorização da cota de mercado do **INRD11**, que encerrou abril negociada a R$ 68,97, reduzindo o deságio frente ao patrimônio do fundo. Em contrapartida, a receita bruta recuou de R$ 1,05 milhão para R$ 0,99 milhão, refletindo em um leve ajuste no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,63 para R$ 0,62 por cota. A vacância física apresentou melhora, caindo para 5,7%, enquanto a inadimplência recuou marginalmente para 0,15%. No aspecto de valuation, a cota patrimonial sofreu leve desvalorização para R$ 117,55. A liquidez no mercado secundário também registrou queda, com o volume negociado passando de R$ 1,26 milhão para R$ 1,19 milhão, exigindo atenção dos investidores na venda de ativos. O dividend yield anualizado ajustou-se para 10,79%, em um cenário onde a base de cotistas encolheu para 7.344 investidores, evidenciando desafios de atratividade no curto prazo e riscos intrínsecos na retenção de capital.
Relatório de 2025-03-31
Um novo recorde histórico de receita bruta de R$ 1,05 milhão marcou a operação do **INRD11** em março de 2025, permitindo a elevação no pagamento de dividendos para R$ 0,63 por cota. Em comparação ao mês anterior, a taxa de ocupação recuou levemente para 93,1%, refletindo uma vacância física de 6,9%, enquanto a inadimplência oscilou para cima, atingindo 0,16%. No aspecto de valuation e carrego, a cota de mercado apresentou valorização, fechando a R$ 65,80, o que reduziu marginalmente o desconto frente ao valor patrimonial de R$ 117,66. A gestão mantém o foco na rentabilidade por meio de revitalizações nas áreas comuns e negociação de custos operacionais, sustentando um dividend yield anualizado de 11,49%. A liquidez no mercado secundário registrou um volume negociado de R$ 1,26 milhão no mês, exigindo atenção dos investidores quanto à agilidade na venda de ativos.