Relatório de 2026-03-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,095 por cota e a contração do valor patrimonial marcaram a dinâmica do **MXRF11** neste mês. O patrimônio líquido recuou para R$ 4,31 bilhões (R$ 9,38 por cota), refletindo ajustes de marcação na carteira, enquanto o resultado de caixa apresentou leve avanço, totalizando R$ 44,68 milhões. Esse crescimento foi impulsionado pelas receitas de CRIs, que subiram para R$ 39,78 milhões, compensando a queda nas receitas de permutas financeiras, que fecharam em R$ 3,3 milhões. A gestão optou por reter parte do resultado, elevando a reserva acumulada de correção monetária para R$ 12,74 milhões (R$ 0,027/cota), revertendo a tendência de consumo observada no mês anterior. No book de FIIs, houve a venda parcial de MCLO11, enquanto a carteira de crédito registrou ganho de capital de R$ 2,4 milhões com a venda de ativos, como o CRI HBR Hotel W. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais, a exposição ao IPCA/INCC subiu para 79,77%, reforçando o perfil inflacionário do portfólio em meio a renegociações de garantias em operações específicas que apresentam dificuldades financeiras.
Relatório de 2026-02-27
A retomada nas receitas de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs) e a intensa movimentação no mercado primário reconfiguraram os resultados do **MXRF11** neste mês. O patrimônio líquido do fundo expandiu para R$ 4,40 bilhões, elevando o valor patrimonial para R$ 9,57 por cota, superando os R$ 9,46 do período anterior. O resultado de caixa apresentou recuperação, atingindo R$ 44,05 milhões, impulsionado pelo avanço nas receitas de CRIs, que saltaram de R$ 36,29 milhões para R$ 38,15 milhões. Em contrapartida, as receitas oriundas de permutas financeiras recuaram para R$ 3,50 milhões. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 0,10 por cota, a gestão continuou consumindo a reserva acumulada de correção monetária, que encolheu de R$ 11,24 milhões para R$ 9,62 milhões (R$ 0,0209/cota). No front de alocação, a venda de ativos no book de FIIs (TELM11 e MCLO11) abriu espaço para a aquisição de R$ 46 milhões no fundo Unidades Helbor. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais, a carteira mantém forte viés inflacionário, com 78,43% de exposição ao IPCA/INCC, ligeiramente abaixo dos 79,21% do mês anterior.
Relatório de 2026-01-30
A aquisição de novas tranches de CRIs e o aporte no projeto Campo Belo 5 ditaram a alocação de recursos do **MXRF11** neste início de ano, impulsionando o valor patrimonial para R$ 9,46 por cota. O patrimônio líquido avançou para R$ 4,35 bilhões, superando os R$ 4,31 bilhões do mês anterior. Apesar do crescimento patrimonial, o resultado de caixa recuou de R$ 46,02 milhões para R$ 43,58 milhões, impactado pela queda nas receitas de CRIs (de R$ 37,94 milhões para R$ 36,29 milhões) e de permutas financeiras (de R$ 5,00 milhões para R$ 4,35 milhões). A reserva acumulada de correção monetária continuou sua trajetória de consumo, caindo de R$ 12,44 milhões para R$ 11,24 milhões (R$ 0,0244/cota), reflexo da pressão dos índices de inflação recentes. Ainda assim, a gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota. No mercado secundário, a venda de ativos gerou R$ 2,7 milhões em ganhos de capital nos CRIs e R$ 5 milhões na reciclagem de cotas de FIIs. Para quem avalia se o fundo vale a pena para a geração de rendimentos mensais, a exposição a papéis atrelados ao IPCA/INCC atingiu 79,21%, mantendo o perfil fortemente indexado à inflação.
Relatório de 2025-12-31
A venda do Edifício Oceanic e a forte movimentação no mercado secundário de CRIs e FIIs ditaram o ritmo do **MXRF11** no fechamento do ano. O patrimônio líquido apresentou leve recuo para R$ 4,31 bilhões, com o valor patrimonial caindo de R$ 9,42 para R$ 9,38 por cota. O resultado de caixa totalizou R$ 46,02 milhões, uma sutil retração frente aos R$ 46,26 milhões do mês anterior. Essa variação reflete a queda nas receitas de CRIs, que passaram de R$ 38,92 milhões para R$ 37,94 milhões, compensada parcialmente pelo avanço no book de permutas financeiras, que subiu de R$ 3,00 milhões para R$ 5,00 milhões. A reserva acumulada de correção monetária manteve a tendência de queda, reduzindo de R$ 13,08 milhões para R$ 12,44 milhões (R$ 0,0270/cota), ainda pressionada pelos índices de inflação. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, enquanto a exposição a ativos indexados ao IPCA/INCC avançou de 76,13% para 79,03%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais, o fundo destacou a aquisição de R$ 260 milhões em CRIs no mercado secundário e a venda de R$ 36,8 milhões em cotas de FIIs, além da reciclagem de ativos físicos que eliminou despesas operacionais.
Relatório de 2025-11-28
A conclusão da 11ª emissão de cotas e a forte reciclagem no book de CRIs reconfiguraram a estrutura de capital do **MXRF11** em novembro. O patrimônio líquido saltou de R$ 4,12 bilhões para R$ 4,33 bilhões após a captação de aproximadamente R$ 218 milhões, mantendo o valor patrimonial estável em R$ 9,42 por cota. O resultado de caixa totalizou R$ 46,26 milhões, uma evolução frente aos R$ 44,73 milhões do mês anterior, impulsionado pela recuperação nas receitas de CRIs, que subiram de R$ 33,53 milhões para R$ 38,92 milhões. Em contrapartida, o book de permutas financeiras recuou para R$ 3,00 milhões. A reserva acumulada de correção monetária continuou sua trajetória de consumo, passando de R$ 14,81 milhões para R$ 13,08 milhões (R$ 0,0284/cota), pressionada pelos índices de inflação recentes. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, enquanto a exposição a ativos indexados ao IPCA/INCC subiu para 76,13%. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais, o fundo destacou a aquisição de R$ 160 milhões no CRI Birmann 32 e a venda de ativos como o Edifício Oceanic, gerando lucro adicional no fechamento do semestre.
Relatório de 2025-10-31
A retomada das receitas no book de permutas financeiras e a intensa reciclagem de portfólio marcaram o mês de outubro para o **MXRF11**, compensando a queda no resultado de caixa dos Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs). O valor patrimonial apresentou leve alta, passando de R$ 9,41 para R$ 9,42 por cota, elevando o patrimônio líquido a R$ 4,12 bilhões. O resultado de caixa totalizou R$ 44,73 milhões, impulsionado por R$ 5,35 milhões oriundos de permutas (frente a zero no mês anterior) e R$ 6,81 milhões do book de FIIs, após a venda de ativos como MCLO11 e HGRU11. Em contrapartida, o resultado de CRIs recuou de R$ 37,16 milhões para R$ 33,53 milhões. A reserva acumulada de correção monetária continuou sendo consumida, caindo de R$ 24,30 milhões para R$ 14,81 milhões (R$ 0,0339/cota). A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota, enquanto a indexação ao IPCA/INCC subiu levemente para 74,57%, fator essencial para quem avalia se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais de longo prazo.
Relatório de 2025-10-03
**MXRF11** aprova a realização de sua 11ª emissão de cotas para captação de até R$ 999,9 milhões.
O fundo de investimento imobiliário **MXRF11** divulgou fato relevante comunicando a aprovação da sua 11ª (décima primeira) emissão de cotas sob o rito de registro automático de distribuição da Resolução CVM 160. A oferta, destinada exclusivamente a investidores profissionais, terá preço de emissão de R$ 9,50 por cota, acrescido de uma taxa de distribuição primária de R$ 0,14, totalizando R$ 9,64 por cota para fins de subscrição e integralização.
Relatório de 2025-09-30
A forte movimentação na venda de ativos no mercado secundário e a alocação tática em fundos imobiliários ditaram o ritmo do **MXRF11** em setembro, compensando a ausência de receitas no book de permutas. O valor patrimonial recuou para R$ 9,41 por cota, com o patrimônio líquido caindo para R$ 4,11 bilhões. A reserva acumulada de correção monetária continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 28,08 milhões para R$ 24,30 milhões (R$ 0,0556/cota). O resultado de caixa do book de CRIs apresentou recuperação sequencial, subindo de R$ 33,98 milhões para R$ 37,16 milhões, impulsionado por um expressivo giro que gerou R$ 6 milhões entre ganho de capital e correção monetária. Em contrapartida, o book de permutas financeiras não registrou distribuições no mês, uma queda abrupta frente aos R$ 5,9 milhões de agosto. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota. O carrego do portfólio ajustou sua indexação, com 73,97% atrelados ao IPCA/INCC (ante 76,42% no mês anterior), dado relevante para investidores que monitoram se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais no longo prazo.
Relatório de 2025-08-31
A recuperação do valor patrimonial para R$ 9,50 e o avanço nas receitas de permutas financeiras ditaram a dinâmica do mês de agosto de 2025 para o **MXRF11**. O patrimônio líquido do fundo subiu para R$ 4,15 bilhões, revertendo a leve queda do mês anterior. A reserva acumulada de correção monetária continuou sendo consumida, caindo de R$ 30,46 milhões para R$ 28,08 milhões (R$ 0,0642/cota). O resultado de caixa do book de CRIs sofreu nova compressão sequencial, passando de R$ 36,67 milhões para R$ 33,98 milhões. Em contrapartida, o book de permutas financeiras gerou R$ 5,9 milhões (alta frente aos R$ 4,5 milhões de julho), impulsionado por distribuições de três empreendimentos específicos. A gestão manteve o pagamento de dividendos em R$ 0,10 por cota. Na reciclagem do portfólio, a venda de ativos no mercado secundário envolveu alienações parciais dos CRIs FS Bio e Gav Porto 2 Life Sênior, gerando R$ 0,83 milhão em ganho de capital, um volume inferior ao mês passado. O carrego do portfólio ajustou levemente sua indexação, com 76,42% atrelados ao IPCA/INCC, dado essencial para investidores que avaliam se o ativo vale a pena para a geração de rendimentos mensais no longo prazo.
Relatório de 2025-07-31
A retração do valor patrimonial para R$ 9,42 e o consumo parcial da reserva de lucros ditaram a dinâmica do **MXRF11** em julho de 2025. O patrimônio líquido recuou para R$ 4,12 bilhões, acompanhado por uma redução na reserva acumulada de correção monetária, que passou de R$ 34,51 milhões para R$ 30,46 milhões (R$ 0,0697/cota). Apesar da compressão no resultado de caixa do book de CRIs (de R$ 38,57 milhões para R$ 36,67 milhões), o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, sustentado pelo salto nas receitas de permutas financeiras, que atingiram R$ 4,5 milhões no mês. A gestão intensificou a reciclagem do portfólio com a venda de ativos no mercado secundário, liquidando totalmente os CRIs Mateus TRX e Sicredi — este último adquirido no mês anterior —, gerando R$ 1,8 milhão em ganho de capital junto a alienações parciais. Na ponta compradora, o fundo alocou R$ 20 milhões no CRI JK Square e ampliou a exposição no CRI FGR Jardim Berlim em R$ 42 milhões. O carrego do fundo segue fortemente ancorado na inflação (77,34% em IPCA/INCC), fator relevante para investidores que analisam se o ativo vale a pena no longo prazo para a geração de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-06-30
A expansão do patrimônio líquido para R$ 4,14 bilhões e a reciclagem estratégica do portfólio de crédito ditaram o ritmo do **MXRF11** em junho de 2025. O valor patrimonial da cota avançou para R$ 9,48, enquanto a reserva acumulada de correção monetária sofreu leve retração, passando para R$ 34,51 milhões (R$ 0,0789/cota). O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,10 por cota, resultando em um yield anualizado de 13,36%, ligeiramente inferior aos 13,45% do mês anterior. A geração de caixa do book de CRIs apresentou melhora, totalizando R$ 38,57 milhões, compensando a queda nas receitas de permutas financeiras, que somaram R$ 2,7 milhões no período. Na frente de alocação, a gestão realizou a venda de ativos no mercado secundário, como o CRI Uberlândia Refrescos, para dar lugar a novas aquisições, destacando-se o aporte de R$ 92,23 milhões no CRI Sicredi e R$ 11,96 milhões no CRI Helbor. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego do fundo mantém forte indexação à inflação (76,68% em IPCA/INCC), oferecendo previsibilidade aos rendimentos mensais futuros, mesmo diante de execuções de garantias em andamento nos CRIs Harte e Nex Group.
Relatório de 2025-05-31
A elevação da reserva acumulada de correção monetária para R$ 35,59 milhões (R$ 0,0814/cota) e o crescimento do patrimônio líquido para R$ 4,12 bilhões (R$ 9,44/cota) marcaram a evolução do valuation do **MXRF11** neste mês. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,10 por cota, embora o yield anualizado tenha recuado levemente de 13,85% para 13,45%. A geração de caixa seguiu impulsionada pelo book de CRIs, que entregou R$ 38,12 milhões, e pelo segmento de permutas financeiras, que distribuiu R$ 3,9 milhões oriundos dos projetos Pinheiros 1 e Brooklin 4, substituindo a receita do Brooklin 2 vista no mês anterior. Na frente de alocação, o fundo aportou R$ 7,91 milhões no CRI Econ II, enquanto a venda de ativos no mercado secundário envolveu os papéis BRF e GPA II para gestão ordinária de caixa. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego do portfólio mantém 75% de indexação em IPCA/INCC, conferindo previsibilidade aos rendimentos mensais futuros, a despeito dos desafios pontuais na execução de garantias de devedores inadimplentes.
Relatório de 2025-04-30
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,10 por cota impulsionou o yield anualizado do **MXRF11** para 13,85% em abril de 2025, superando os R$ 0,09 do mês anterior. A geração de caixa foi fortemente impactada pelo resultado do book de CRIs (R$ 38,08 milhões) e pela distribuição de R$ 3,0 milhões do projeto Brooklin 2 no segmento de permutas financeiras. Em contraste com o forte volume do mês passado, a reciclagem de portfólio desacelerou, com a venda de ativos no mercado secundário somando apenas R$ 17 milhões. As novas alocações também recuaram, totalizando R$ 15,26 milhões em tranches do CRI GAV Porto 2 Life. O valuation do fundo reflete um patrimônio líquido de R$ 4,02 bilhões (R$ 9,40/cota), enquanto a reserva acumulada de correção monetária dobrou, saltando para R$ 29,24 milhões (R$ 0,0669/cota), conferindo maior previsibilidade para os rendimentos mensais futuros. Investidores que analisam se o ativo vale a pena devem monitorar a manutenção da indexação (76% em IPCA/INCC) e o andamento das execuções de garantias de CRIs inadimplentes, como os casos de Nex Group e Urbplan.