Relatório de 2026-03-31
A recuperação do resultado de caixa para R$ 7,50 milhões (R$ 0,86 por cota) marcou o mês de março de 2026, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,85 por cota. O **XPCI11** apresentou uma evolução em suas métricas operacionais frente a fevereiro. A reserva acumulada de correção monetária subiu para R$ 2,29 milhões (R$ 0,26 por cota), reforçando o carrego do portfólio. A base de cotistas manteve o ritmo de expansão, saltando de 79.509 para 81.328 investidores, enquanto o patrimônio líquido ficou estável na casa dos R$ 776,6 milhões. Na alocação tática, a gestão realizou a venda de ativos no book de FIIs, especificamente alienações parciais de MCCI11 e BTCI11 com ganho de capital, reduzindo a exposição dessa classe para R$ 56,25 milhões. O book de CRIs não teve movimentações no mercado primário, mas a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ abriu de 8,03% para 8,35%, refletindo a reprecificação na curva de juros local. Estes dados de carrego e valuation ilustram a dinâmica atual para quem pesquisa se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-02-28
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,85 por cota reflete a compressão do resultado de caixa do **XPCI11**, que recuou de R$ 7,50 milhões para R$ 7,08 milhões (R$ 0,81 por cota) em fevereiro de 2026. Apesar da queda nos rendimentos mensais distribuídos, o fundo conseguiu recompor levemente sua reserva acumulada de correção monetária, que subiu de R$ 2,01 milhões para R$ 2,25 milhões (R$ 0,25 por cota). A base de investidores manteve a trajetória de expansão, atingindo 79.509 cotistas, enquanto o patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 776,6 milhões. Na frente de alocação, a gestão realizou a aquisição de R$ 10 milhões no CRI Amy II no mercado primário, atrelado ao CDI + 2,35%. O book de CRIs passou a representar 88,28% do portfólio, com a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ fechando de 8,20% para 8,03%. O book de FIIs recuou para R$ 64,77 milhões, sem movimentações táticas relevantes no período, indicando desvalorização na cotação dos ativos subjacentes. Estes dados de carrego e valuation ilustram a dinâmica atual para quem avalia se o ativo vale a pena.
Relatório de 2026-01-30
A manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,88 por cota marcou o início do ano para o **XPCI11**, mesmo diante de uma retração no resultado de caixa, que caiu de R$ 8,05 milhões para R$ 7,50 milhões (R$ 0,86 por cota). Para sustentar esse patamar de rendimentos mensais, o fundo consumiu parte de sua reserva acumulada de correção monetária, que recuou de R$ 0,26 para R$ 0,24 por cota (totalizando R$ 2,01 milhões). O patrimônio líquido permaneceu estável na faixa de R$ 776,6 milhões, mas a base de investidores apresentou um salto expressivo, passando de 72.815 para 77.302 cotistas. Na frente de alocação tática, a gestão movimentou cerca de R$ 21 milhões no mercado secundário e primário, destacando-se a aquisição da segunda tranche do CRI Q2 Direcional (IPCA + 10,10%) e o aumento de posição no CRI FS Infra. A venda de ativos incluiu o CRI Direcional Pro Soluto, gerando ganho de capital com compressão de mais de 200 bps. O book de CRIs subiu levemente para 89,63% do portfólio, com a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ abrindo de 8,10% para 8,20%. O book de FIIs recuou para R$ 69,23 milhões sem movimentações relevantes. Estes dados de carrego e valuation ilustram a dinâmica atual para quem avalia se o ativo vale a pena.
Relatório de 2025-12-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 0,88 por cota marcou o encerramento do ano para o **XPCI11**, refletindo um ajuste frente à contínua compressão da reserva de correção monetária, que recuou de R$ 0,30 para R$ 0,26 por cota (R$ 2,26 milhões totais). Apesar do corte na distribuição, o resultado de caixa gerado no mês apresentou melhora, saltando de R$ 7,3 milhões para R$ 8,05 milhões (R$ 0,93 por cota). O patrimônio líquido manteve-se estável na casa dos R$ 776,6 milhões, enquanto a base de investidores cresceu para 72.815 cotistas. Na frente de alocação tática, a gestão movimentou cerca de R$ 40 milhões, com destaque para a aquisição primária do CRI Q2 Direcional (IPCA + 10,10%) e alocações secundárias após o pré-pagamento do CRI Almeida Júnior Nações. A exposição ao book de CRIs voltou a subir, atingindo 89,37% dos ativos, com a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ comprimindo levemente para 8,10%. O book de FIIs encerrou em R$ 70,60 milhões, com nova redução na posição de BTCI11. Esses dados de carrego e valuation são essenciais para o investidor avaliar se o ativo vale a pena no atual ciclo de crédito.
Relatório de 2025-11-28
A contínua redução da reserva de correção monetária e a queda no resultado de caixa ditaram o ritmo do **XPCI11** em novembro de 2025, exigindo atenção quanto à sustentabilidade dos rendimentos mensais no curto prazo. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,90 por cota, mas o resultado gerado recuou para R$ 7,3 milhões, consumindo a reserva acumulada que passou de R$ 0,41 no mês anterior para R$ 0,30 por cota (total de R$ 2,62 milhões). O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 776,1 milhões, acompanhado por um crescimento na base para 71.750 cotistas. Na alocação tática, a exposição ao book de CRIs caiu de 86,63% para 83,57%, com a gestão realizando a compra de R$ 5 milhões no CRI Uberlândia Refrescos e R$ 2 milhões no CRI GPA TRX, além de vendas de ativos no mercado secundário. O book de FIIs subiu para R$ 71,08 milhões, marcado pela alienação parcial de cotas do BTCI11. Em termos de valuation, a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela atrelada ao IPCA+ comprimiu levemente para 8,18%. Esses dados de carrego e movimentação de ativos fornecem a base técnica para o investidor avaliar se o ativo vale a pena no atual ciclo de crédito.
Relatório de 2025-10-31
A aquisição de R$ 26 milhões nos CRIs Oba Hortifruti marcou a principal movimentação do **XPCI11** em outubro de 2025, enquanto o pagamento de dividendos sofreu nova retração. O rendimento distribuído caiu para R$ 0,90 por cota, refletindo a redução no resultado de caixa, que totalizou R$ 7,8 milhões no mês. A reserva acumulada de correção monetária continuou sendo consumida, passando de R$ 0,50 para R$ 0,41 por cota (total de R$ 3,59 milhões), o que sinaliza menor margem para estabilização de rendimentos mensais no curto prazo. O patrimônio líquido do fundo registrou leve avanço, alcançando R$ 769,5 milhões, e a base de investidores cresceu para 71.334 cotistas. No book de CRIs, houve a venda de ativos com a alienação parcial do CRI FGR Jardins Genebra, gerando ganho de capital. Em termos de valuation, a taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela atrelada ao IPCA+ fechou de 8,54% para 8,22%. A exposição em CRIs recuou ligeiramente para 86,63%, enquanto o book de FIIs totalizou R$ 63,19 milhões, mantendo o GARE11 como principal posição. Esses dados de carrego, riscos e alocação fornecem insumos essenciais para o investidor avaliar se o ativo vale a pena no atual cenário de crédito.
Relatório de 2025-09-30
A alocação tática de R$ 32 milhões no FII GARE11 marcou a principal mudança na estratégia do **XPCI11** em setembro de 2025, visando reinvestir prontamente os recursos oriundos do pré-pagamento do CRI Mateus Sub. O pagamento de dividendos recuou para R$ 0,92 por cota, acompanhando a queda no resultado de caixa, que fechou em R$ 8,05 milhões. A reserva acumulada de correção monetária manteve a trajetória de forte consumo, caindo de R$ 0,72 para R$ 0,50 por cota (total de R$ 4,40 milhões), reduzindo o fôlego para estabilização de rendimentos mensais futuros. O patrimônio líquido do fundo apresentou leve alta, atingindo R$ 768,48 milhões, impulsionado pelo ganho de capital superior a R$ 1,5 milhão nas vendas de ativos e pré-pagamentos no mercado secundário. A base de investidores também cresceu, superando a marca de 70,6 mil cotistas. Na parcela de valuation, a taxa média de marcação a mercado (MtM) do portfólio atrelado ao IPCA+ abriu de 8,41% para 8,54%, refletindo ajustes na curva de juros. A carteira reduziu sua concentração em CRIs para 87,1%, abrindo espaço para 8,3% em cotas de FIIs, movimento que fornece novos dados para que o investidor avalie se a atual relação risco-retorno vale a pena.
Relatório de 2025-08-29
A alienação parcial do CRI MRV Flex e o ajuste no pagamento de dividendos marcaram a dinâmica do **XPCI11** em agosto de 2025. O fundo distribuiu R$ 0,95 por cota, refletindo um leve recuo frente ao mês anterior, enquanto o resultado de caixa subiu para R$ 8,27 milhões. A reserva acumulada de correção monetária manteve a trajetória de consumo, caindo para R$ 6,27 milhões (R$ 0,72 por cota), o que reduz a margem para estabilização futura. Em contrapartida, o patrimônio líquido apresentou recuperação, atingindo R$ 765,77 milhões, acompanhado por um crescimento na base de investidores, que agora soma 68.709 cotistas. Na parcela de valuation e carrego, a taxa média de marcação a mercado (MtM) do portfólio atrelado ao IPCA+ fechou de 8,58% para 8,41%. A carteira segue concentrada em CRIs (93,7%), sem novas aquisições no período, evidenciando uma postura seletiva com a venda de ativos no mercado secundário para que o investidor avalie se a relação risco-retorno atual vale a pena.
Relatório de 2025-07-31
A venda total do CRI Sicredi e a aquisição de R$ 15 milhões no CRI JK Square reconfiguraram a carteira do **XPCI11** em julho de 2025, mês marcado por um recuo no pagamento de dividendos para R$ 0,96 por cota. O resultado de caixa apresentou leve melhora, subindo para R$ 0,94 por cota (R$ 8,20 milhões), em contraste com os R$ 0,92 do mês anterior. Apesar disso, a reserva acumulada de correção monetária continuou sua trajetória de queda, passando de R$ 7,60 milhões para R$ 6,91 milhões (R$ 0,79 por cota). O patrimônio líquido do fundo recuou para R$ 763,15 milhões, acompanhado por uma nova retração na base de investidores, que agora totaliza 67.379 cotistas. Na parcela de valuation e carrego, a taxa média de marcação a mercado (MtM) do portfólio atrelado ao IPCA+ abriu de 8,27% para 8,58%. Estes dados fornecem insumos diretos para o investidor ponderar se a relação risco-retorno atual vale a pena, observando a dinâmica de giro da carteira e o consumo das reservas acumuladas.
Relatório de 2025-06-30
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,00 por cota e a alocação de R$ 20,79 milhões no CRI Sicredi ditaram o ritmo do **XPCI11** em junho de 2025. O rendimento mensal subiu em relação aos R$ 0,95 do mês anterior, embora o resultado de caixa tenha recuado de R$ 1,10 para R$ 0,92 por cota (totalizando R$ 8,03 milhões). Consequentemente, a reserva acumulada de correção monetária sofreu uma redução, passando de R$ 9,03 milhões para R$ 7,60 milhões (R$ 0,87 por cota). O patrimônio líquido manteve-se estável em R$ 770,1 milhões, enquanto a base de cotistas continuou sua leve trajetória de queda, registrando 67.455 investidores. Na movimentação da carteira, além da nova aquisição, houve a venda de ativos com a alienação parcial do CRI MRV Flex. A taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ abriu de 8,23% para 8,27%. Estes dados de carrego e valuation oferecem insumos diretos para o investidor ponderar se a relação risco-retorno atual vale a pena.
Relatório de 2025-05-30
A elevação na distribuição de rendimentos para R$ 0,95 por cota e a retomada das aquisições ditaram o ritmo do **XPCI11** em maio de 2025. O pagamento de dividendos subiu em relação aos R$ 0,90 do mês anterior, impulsionado por um forte resultado de caixa de R$ 1,10 por cota (R$ 9,63 milhões totais). A reserva acumulada de correção monetária teve um salto expressivo, passando de R$ 7,59 milhões para R$ 9,03 milhões (R$ 1,04 por cota), reforçando a previsibilidade futura. O patrimônio líquido avançou para R$ 770,1 milhões, enquanto a base de cotistas manteve a leve tendência de queda, registrando 67.830 investidores. No book de crédito, a gestão voltou a alocar recursos com a compra de R$ 9,1 milhões do CRI Econ, além de realizar a venda de ativos com alienações parciais dos CRIs MRV Flex e Amy. A taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ abriu levemente de 8,17% para 8,23%. Estes dados de carrego, riscos e valuation oferecem insumos diretos para o investidor ponderar se a relação risco-retorno atual vale a pena.
Relatório de 2025-04-30
O salto na distribuição de rendimentos para R$ 0,90 por cota e o robusto acúmulo na reserva de correção monetária marcaram a performance do **XPCI11** em abril de 2025. Comparado ao mês anterior, o fundo elevou o pagamento de dividendos (de R$ 0,85 para R$ 0,90), suportado por um resultado de caixa que atingiu exatamente R$ 0,90 por cota (R$ 7,85 milhões totais). A reserva acumulada saltou expressivamente de R$ 5,65 milhões para R$ 7,59 milhões (R$ 0,87 por cota), reforçando a previsibilidade para os rendimentos mensais futuros. A base de cotistas manteve a tendência de leve retração, caindo de 68.303 para 68.041 investidores, enquanto o patrimônio líquido seguiu estável na casa dos R$ 756,4 milhões. No portfólio, a gestão optou por não realizar novas aquisições, limitando-se à venda de ativos com uma nova alienação parcial do CRI MRV Flex no montante de R$ 0,17 milhão. A taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ continuou sua trajetória de fechamento, recuando de 8,28% para 8,17%. Estes dados de carrego e valuation oferecem insumos diretos para o investidor ponderar se a relação risco-retorno atual vale a pena.
Relatório de 2025-03-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 0,85 por cota e a recomposição da reserva de lucros ditaram o ritmo do **XPCI11** em março de 2025. O fundo registrou uma nova retração na base de investidores, caindo para 68.303 cotistas, enquanto o patrimônio líquido permaneceu estável na casa dos R$ 756,4 milhões. No aspecto de portfólio, a gestão realizou a venda de ativos com a alienação parcial do CRI MRV Flex (R$ 0,28 milhão) e alocou R$ 5 milhões no novo CRI HBR Hotel W a CDI + 3,00% a.a. A taxa média de marcação a mercado (MtM) da parcela IPCA+ recuou de 8,39% para 8,28%, refletindo o fechamento das curvas de juros. O resultado de caixa gerado no mês foi de R$ 0,79 por cota, inferior à distribuição, mas a reserva acumulada de correção monetária saltou expressivamente para R$ 5,65 milhões (R$ 0,65 por cota), conferindo maior previsibilidade para os rendimentos mensais futuros. Esses dados de carrego e valuation fornecem subsídios concretos para o investidor avaliar se a relação risco-retorno atual vale a pena frente às movimentações recentes.