Relatório de 2026-04-30
O pré-pagamento dos CRIs Hospital Blanc e Evolua impulsionou o caixa do **ICRI11** para 8,28% do patrimônio líquido, reconfigurando a liquidez imediata do fundo neste mês de abril de 2026. O resultado operacional avançou de R$ 1,40 para R$ 1,48 por cota, viabilizando um novo incremento no pagamento de dividendos, que subiu de R$ 1,05 para R$ 1,10 por cota. O patrimônio líquido registrou leve alta, alcançando R$ 394,85 milhões, enquanto o deságio patrimonial manteve sua trajetória de fechamento, recuando de 4,80% para 2,26%. A gestão sinaliza que as próximas alocações focarão em operações atreladas à inflação, buscando manter o carrego atrativo e otimizar o valuation atual para os cotistas que avaliam se o ativo vale a pena frente aos riscos de crédito privado.
Relatório de 2026-03-31
A nova alocação de 5% do patrimônio em uma operação da Cash Me (Grupo Cyrela) marcou a movimentação do portfólio neste mês, elevando a posição de caixa para 3,09% e reconfigurando a estrutura de carrego do **ICRI11**. O resultado operacional saltou expressivamente de R$ 1,02 para R$ 1,40 por cota, permitindo um incremento no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,95 para R$ 1,05 por cota. O patrimônio líquido apresentou leve retração, fechando em R$ 394,40 milhões, enquanto o deságio patrimonial continuou sua trajetória de fechamento, atingindo 4,80%. A gestão reforçou a estratégia de acúmulo, elevando as reservas de R$ 2,17 para R$ 2,40 por cota. Esse colchão de liquidez visa mitigar a volatilidade nos rendimentos mensais e proteger o fundo em um cenário de juros altos prolongados, fornecendo dados concretos para investidores que analisam se o valuation atual vale a pena frente aos riscos de crédito privado atrelados ao setor de incorporação.
Relatório de 2026-02-27
A conclusão da alocação no CRI XPLG reduziu a posição de caixa do **ICRI11** para 2,20%, consolidando a estratégia de carrego em IPCA+ 8,96% e impactando diretamente a estrutura do portfólio neste mês de fevereiro. O patrimônio líquido do fundo avançou para R$ 394,54 milhões, enquanto o deságio patrimonial continuou sua trajetória de fechamento, passando de 6,80% em janeiro para 4,96%. Apesar da queda no resultado operacional gerado, que recuou de R$ 1,12 para R$ 1,02 por cota, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota. Esse patamar de distribuição é sustentado por um acréscimo nas reservas acumuladas, que subiram para R$ 2,17 por cota, conferindo previsibilidade de rendimentos mensais para os cotistas que avaliam se o valuation atual vale a pena frente aos riscos de crédito privado.
Relatório de 2026-01-30
A valorização de 4,51% na cota de mercado marcou o mês de janeiro para o **ICRI11**, reduzindo o deságio patrimonial de 10,12% para 6,80% e refletindo um movimento de reprecificação no segmento imobiliário. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, suportado por um resultado operacional que apresentou leve alta, atingindo R$ 1,12 por cota (frente aos R$ 1,11 do mês anterior). O patrimônio líquido avançou para R$ 393,20 milhões, enquanto a posição em caixa subiu de 3,72% para aproximadamente 5%. Esse ajuste de liquidez antecede a liquidação de uma nova operação de R$ 15 milhões no CRI XPLG (IPCA + 8,90% a.a.), reforçando a estratégia de carrego em recebíveis imobiliários atrelados à inflação. O fundo acumula R$ 2,11 por cota em reservas, oferecendo previsibilidade de rendimentos mensais para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena no atual patamar de valuation.
Relatório de 2025-12-31
Aceleração na alocação de recursos e repique inflacionário impulsionaram os rendimentos mensais do **ICRI11** no fechamento de 2025. O pagamento de dividendos avançou para R$ 0,95 por cota, refletindo o salto no resultado operacional que atingiu R$ 1,11 por cota, superando os R$ 0,89 do mês anterior. A gestão reduziu drasticamente a posição em caixa de 11,10% para 3,72%, direcionando o capital para três novas operações de CRI que somam R$ 34 milhões (JMD Urbanismo, Vista Faria Lima e Almeida Júnior), todas indexadas ao IPCA. No valuation, a cota de mercado reagiu positivamente, subindo para R$ 90,90, o que estreitou o deságio frente à cota patrimonial (R$ 101,19) para 10,12%. O patrimônio líquido encerrou o ano em R$ 390,34 milhões, consolidando a estratégia de carrego focada em recebíveis imobiliários para investidores que pesquisam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2025-11-28
A inflação mais baixa apurada em outubro (0,09%) comprimiu a atualização monetária do portfólio e reduziu os rendimentos mensais do **ICRI11** em novembro de 2025. O pagamento de dividendos recuou de R$ 1,00 para R$ 0,85 por cota, acompanhando a queda no resultado operacional, que passou de R$ 1,16 para R$ 0,89 por cota. No valuation, o fundo apresentou dinâmicas mistas: enquanto o patrimônio líquido avançou para R$ 389,76 milhões (elevando a cota patrimonial para R$ 101,04), a cota de mercado sofreu nova retração, caindo para R$ 87,87. Esse movimento aprofundou o deságio do fundo de 12,11% para 13,04%. Para os investidores que avaliam se o carrego vale a pena, a alocação da carteira encerrou o mês com 83,66% em CRIs, 11,10% em caixa e 5,24% em FIIs. Contudo, a gestão aprovou uma nova operação de R$ 10 milhões (JMD Urbanismo a IPCA + 10,22% a.a.), que reduzirá a parcela de liquidez para cerca de 9%. O foco estratégico atual do **ICRI11** é a substituição gradual de operações indexadas ao CDI por novos papéis atrelados ao IPCA, buscando maior aderência ao benchmark e posicionamento tático para um cenário de fechamento de juros reais.
Relatório de 2025-10-31
A reversão da pressão deflacionária e a alocação ativa impulsionaram os rendimentos mensais do **ICRI11** em outubro de 2025, marcando uma forte recuperação no pagamento de dividendos, que saltou de R$ 0,85 para R$ 1,00 por cota. O resultado gerado acompanhou a melhora operacional, atingindo R$ 1,16 por cota (frente aos R$ 0,94 contábeis de setembro). No valuation, o patrimônio líquido registrou leve avanço para R$ 388,42 milhões, elevando a cota patrimonial a R$ 100,70. Contudo, a dinâmica de tela foi adversa: a cota de mercado recuou para R$ 88,50, aprofundando o deságio de 8,09% para 12,11%. Para investidores que avaliam se o carrego vale a pena, a carteira ajustou sua exposição para 84,55% em CRIs, 10,08% em caixa e 5,38% em FIIs. O principal movimento do mês foi a aquisição de R$ 1,36 milhão no CRI Rede D'or (IPCA + 10,32%). Adicionalmente, a gestão transferiu um ativo para outro Fundo de Investimento Imobiliário visando maior agilidade de monitoramento, adotando uma postura defensiva na divulgação de detalhes de crédito para evitar volatilidade injustificada na base de cotistas.
Relatório de 2025-09-30
A deflação de agosto pressionou diretamente os rendimentos mensais do **ICRI11** em setembro de 2025, resultando em uma nova queda no pagamento de dividendos, que passou de R$ 0,95 para R$ 0,85 por cota. O resultado gerado também recuou de R$ 1,06 para R$ 0,90 por cota, refletindo o impacto do IPCA negativo (-0,11%) na parcela da carteira atrelada à inflação. No valuation, o patrimônio líquido apresentou leve alta para R$ 386,13 milhões (cota patrimonial a R$ 100,10), mas a cota de mercado recuou para R$ 92,00, ampliando o deságio para 8,09%. A gestão buscou compensar o carrego com giro ativo, realizando a venda de ativos da Localiza com fechamento de spread (de CDI + 1,47% para CDI + 0,30%) e alocando R$ 9 milhões em novas operações (Safira e Multiplan). A alocação atual ajustou-se para 84,28% em CRIs, 10,35% em caixa e 5,37% em FIIs. Sobre o risco de crédito em alerta desde o mês anterior, o fundo realizou modificações na estrutura de garantias para aumentar a proteção e a velocidade de execução.
Relatório de 2025-08-31
A redução nos rendimentos mensais e o alerta sobre um devedor específico marcaram a dinâmica operacional do **ICRI11** em agosto de 2025. O pagamento de dividendos recuou de R$ 1,10 para R$ 0,95 por cota, reflexo direto da queda no resultado gerado, que passou de R$ 1,19 para R$ 1,06 no período. A gestão antecipa que a expectativa de deflação no mês impactará as próximas distribuições, dado que 53,96% do carrego está atrelado ao IPCA+. No valuation, o patrimônio líquido avançou para R$ 385,95 milhões e a cota patrimonial subiu para R$ 100,05. Contudo, no mercado secundário, a cotação caiu para R$ 92,27, aprofundando o deságio para 7,78%. A alocação em recebíveis imobiliários foi ajustada para 93,21% após a venda de um papel em CDI, elevando o caixa para 6,8%. Destaca-se o aumento da posição no CRI Abmais, que dobrou para R$ 10 milhões, adquirido a uma taxa de IPCA + 10,95% a.a., superior à média da carteira.
Relatório de 2025-07-31
A aquisição de R$ 5 milhões no CRI ABMais impulsionou a exposição do **ICRI11** ao segmento residencial, que agora representa 34,10% do portfólio. O fundo registrou um aumento na geração de caixa, atingindo um resultado de R$ 1,19 por cota em julho de 2025, superando os R$ 1,07 do mês anterior. Apesar da melhora operacional, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, permitindo a retenção de reservas. No valuation, a cota patrimonial recuou para R$ 99,59, e o patrimônio líquido contraiu para R$ 384,16 milhões. No mercado secundário, a cotação sofreu nova desvalorização, encerrando a R$ 93,91 e ampliando o deságio para 5,71%. A alocação em recebíveis imobiliários subiu para 95,44%, com a duration média da carteira recuando levemente para 2,65 anos. O carrego segue majoritariamente atrelado ao IPCA+ (53,55%) e CDI+ (39,15%), garantindo resiliência nos rendimentos mensais mesmo diante de índices inflacionários mais fracos nos meses anteriores.
Relatório de 2025-06-30
A alocação de R$ 10 milhões em um novo CRI Sênior da Direcional marcou a expansão da carteira do **ICRI11** em junho de 2025, elevando a exposição em recebíveis para 95,05%. Diferente do mês anterior, onde houve forte retenção, o fundo elevou o pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota. Como o resultado gerado no período foi de R$ 1,07 por cota, a gestão utilizou parte da reserva acumulada para sustentar a atratividade dos rendimentos mensais. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 385,73 milhões, com a cota patrimonial fechando em R$ 100,00. No mercado secundário, os dados de valuation apontam um aumento do deságio, visto que a cotação sofreu uma contração de 1,48%, encerrando a R$ 96,86. A duration média do portfólio manteve-se estável em 2,71 anos. O carrego da carteira segue concentrado nos indexadores IPCA+ (52,92%) e CDI+ (39,25%), com o setor Residencial (32,88%) e a Carteira Pulverizada (21,68%) liderando a exposição de risco de crédito, sem registro de venda de ativos no período.
Relatório de 2025-05-30
A estratégia de retenção de lucros marcou a dinâmica operacional do **ICRI11** em maio de 2025. O veículo gerou um expressivo resultado de R$ 1,21 por cota, mas a gestão optou por um pagamento de dividendos de R$ 1,05, elevando a reserva acumulada de R$ 0,91 (mês anterior) para robustos R$ 1,31 por cota. Esse movimento visa garantir maior previsibilidade nos rendimentos mensais futuros. O patrimônio líquido apresentou leve expansão, passando para R$ 386,15 milhões, enquanto a duration média da carteira encurtou de 2,84 para 2,72 anos. No mercado secundário, a cotação reagiu positivamente com uma valorização de 5,10%, reduzindo o deságio frente à cota patrimonial, que fechou em R$ 100,11. A alocação estrutural sofreu ajustes marginais, com a exposição em CRIs recuando levemente para 93,76%, distribuídos principalmente entre IPCA+ (50,89%) e CDI+ (39,96%). Embora não tenham ocorrido novas aquisições ou venda de ativos no mês, a gestão aprovou novas operações que devem integrar o portfólio no curto prazo, mitigando riscos de concentração que hoje recaem sobre os setores Residencial (33,54%) e de Geração Distribuída (19,41%). Os dados de carrego e valuation demonstram um esforço para estabilizar a distribuição em meio a um cenário de juros mais restritivo.
Relatório de 2025-03-31
O impacto da inflação de fevereiro (1,31%) impulsionou a geração de resultados do **ICRI11**, elevando o pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota em março de 2025, um salto em relação ao R$ 1,00 distribuído no mês anterior. O patrimônio líquido recuou levemente para R$ 381,20 milhões (ante R$ 381,80 milhões), enquanto a alocação em CRIs ajustou-se para 94%, mantendo a adimplência integral da carteira. A duration média do portfólio reduziu marginalmente de 2,87 para 2,84 anos. As reservas não distribuídas cresceram de R$ 0,80 para R$ 0,91 por cota, fortalecendo a previsibilidade dos rendimentos mensais futuros. A exposição por indexadores sofreu variações mínimas, com o IPCA+ representando 51,65% e o CDI+ 39,09%. A gestão segue sem novas alocações no mês, focando na originação e estruturação para futura venda de ativos e rotação do portfólio, monitorando de perto os riscos atrelados aos segmentos de incorporação e geração distribuída.