O MANA11 distribuiu o equivalente a R$ 0,11 por cota em janeiro, o que representa um dividend yield anualizado de 14,9%. A gestão manteve o guidance para o primeiro trimestre de 2026 no patamar entre R$ 0,10 e R$ 0,12 por cota.
Devido ao cenário de volatilidade eleitoral em 2026, juros ainda altos e desafios fiscais, a gestão do MANA11 mantém uma atuação cautelosa. A alocação prioriza teses defensivas e estruturadas em operações de renda fixa (CRIs com viés prefixado e CDI) para garantir proteção de patrimônio e regularidade de caixa.
O MANA11 obteve ótimo desempenho nos novos lançamentos residenciais. Em Florianópolis, os projetos Puerto Madero e Natus registraram vendas de 28% e 44% já no primeiro mês. Adicionalmente, o fundo antecipou a 3ª fase do Grand Pulse Jundiaí devido às vendas de 99% e 97% das fases anteriores.
Essa estrutura assegura que o MANA11 receba retornos prioritários nas operações. O incorporador parceiro só obtém sua margem de lucro após o fundo receber de volta o capital investido acrescido da rentabilidade alvo estipulada, trazendo maior previsibilidade e segurança frente ao risco dos desenvolvimentos.