Relatório de 2026-05-18
O fundo **MANA11** anunciou a conclusão bem-sucedida de seu investimento de equity preferencial no empreendimento residencial Grand Pulse Jundiaí, enquadrado no programa Minha Casa Minha Vida. O aporte original de R$ 15 milhões, iniciado em maio de 2025, retornou integralmente ao caixa do fundo em abril de 2026 devido à velocidade de vendas e antecipação dos lançamentos.
A operação gerou uma Taxa Interna de Retorno (TIR) de 58,6% ao ano, superando a taxa alvo original de 22,5% ao ano. Esse desinvestimento resultará no pagamento de dividendos de R$ 0,159 por cota aos cotistas do **MANA11**, em conformidade com as regras do regulamento do fundo.
Relatório de 2026-04-30
A reversão do deságio para um ágio de 1,00% no mercado secundário e a conclusão bem-sucedida do projeto 'Grand Pulse Jundiaí' ditaram a dinâmica do **MANA11** em abril de 2026. O fundo registrou uma valorização expressiva em sua cota de mercado, que saltou de R$ 9,25 para R$ 9,51, enquanto a cota patrimonial apresentou uma leve oscilação negativa, ajustando-se de R$ 9,43 para R$ 9,41. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,11 por cota, gerando um dividend yield anualizado de 14,8% sobre a cota de fechamento. A liquidação do empreendimento residencial em Jundiaí gerou uma TIR realizada de 58,6% a.a. (453% do CDI), reduzindo a exposição do book de incorporação para 15,0% do patrimônio líquido (anteriormente em 18,6%), enquanto a carteira de crédito estruturado (CRIs) encerrou em 64,0%. A base de cotistas expandiu 2,1%, atingindo o recorde de 38.064 investidores, mantendo a liquidez média diária em R$ 1,2 milhão. A gestão reafirmou a ausência de alavancagem e manteve o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o segundo trimestre de 2026.
Relatório de 2026-03-31
A ampliação do deságio no mercado secundário para 1,94% e o avanço da exposição na tese de incorporação ditaram a dinâmica do **MANA11** em março de 2026. A cota patrimonial registrou recuo, passando de R$ 9,48 para R$ 9,43, enquanto a cota de mercado sofreu uma contração mais acentuada, encerrando o período a R$ 9,25. Apesar da volatilidade no valuation, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,11 por cota, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 15,2%. A base de cotistas manteve a trajetória de expansão, crescendo 2,0% no mês e totalizando 37.281 investidores, com liquidez média diária de R$ 1,2 milhão. Na alocação de portfólio, a parcela destinada a projetos de incorporação subiu para 18,6% do patrimônio líquido, tracionada pelas vendas no FII Alicerce e nos empreendimentos em Florianópolis e Jundiaí. A carteira de CRIs permaneceu estável em 64,8%. A gestão reforçou a manutenção do guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o segundo trimestre, operando com zero alavancagem em um cenário macroeconômico classificado como de maior aversão ao risco.
Relatório de 2026-02-28
A ampliação do deságio no mercado secundário e a realização de ganhos de capital extraordinários ditaram o ritmo do **MANA11** em fevereiro de 2026. O valor patrimonial subiu para R$ 9,48, enquanto a cota de mercado recuou para R$ 9,37, elevando o desconto frente ao PL para 1,16% (ante 0,27% no mês anterior). O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,11 por cota, o que, aliado à queda no preço de tela, ajustou o dividend yield anualizado para 15,0%. A base de cotistas acelerou seu ritmo de expansão, registrando um crescimento de 3,6% e alcançando 36.565 investidores. Na alocação de recursos, a exposição ao segmento de incorporação subiu levemente para 18,2% do patrimônio líquido, impulsionada pela antecipação da 3ª fase do Grand Pulse Jundiaí e pelos avanços no FII Alicerce. A parcela de CRIs recuou marginalmente para 64,8%. A gestão ativa gerou R$ 800 mil (R$ 0,02 por cota) em ganhos de capital no ano, reforçando a sustentabilidade do guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o primeiro trimestre, mantendo a carteira livre de alavancagem em um cenário macroeconômico classificado como complexo e de baixa visibilidade.
Relatório de 2026-01-30
A compressão acelerada do deságio marcou o início de 2026 para o **MANA11**, com a cota de mercado atingindo R$ 9,43 e reduzindo o desconto frente ao valor patrimonial (R$ 9,45) para marginais 0,27%, ante 1,8% no mês anterior. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,11 por cota, mas a valorização no mercado secundário ajustou o dividend yield anualizado para 14,9% (frente aos 15,2% de dezembro). A base de investidores manteve forte ritmo de expansão, ultrapassando a marca de 35,3 mil cotistas (+2,9% no mês). Na composição do patrimônio, a exposição ao segmento de incorporação teve leve incremento para 18,0% do PL, impulsionada pelo lançamento de novos projetos em Florianópolis (Puerto Madero e Natus) e pela antecipação da 3ª fase do Grand Pulse Jundiaí. A alocação em CRIs permaneceu praticamente estável em 65,0%. A gestão reforça uma postura defensiva para mitigar riscos macroeconômicos, mantendo a carteira sem alavancagem e sustentando o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o primeiro trimestre, ancorada em operações indexadas ao CDI e IPCA com taxas médias atrativas.
Relatório de 2025-12-31
A forte recuperação da cota de mercado e a expansão do book de incorporação reconfiguraram a dinâmica do **MANA11** no fechamento de 2025. O preço no mercado secundário saltou para R$ 9,26, reduzindo drasticamente o deságio frente ao valor patrimonial (R$ 9,42) de 6,22% no mês anterior para apenas 1,8%. Esse movimento de reprecificação ajustou o dividend yield anualizado para 15,2%, refletindo a valorização do ativo base, enquanto o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,11 por cota. Na alocação de portfólio, a exposição a CRIs recuou de 71,4% para 65,1%, cedendo espaço para o crescimento expressivo do segmento de incorporação, que saltou de 11,7% para 17,8% do PL. Esse avanço foi impulsionado pelo novo aporte no FII Alicerce, focado em projetos da Patrimar Engenharia. A gestão manteve a ausência de alavancagem e sustentou o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o primeiro trimestre de 2026, encerrando o ano com 34.315 cotistas, um incremento de mais de mil investidores no mês.
Relatório de 2025-11-28
A ampliação do deságio frente ao valor patrimonial e a venda de ativos táticos ditaram a dinâmica do **MANA11** em novembro de 2025. A cota de mercado recuou para R$ 8,82, enquanto a cota patrimonial avançou para R$ 9,40, aprofundando o desconto para 6,22% (ante 5,0% no mês anterior). Esse movimento no valuation secundário impulsionou o dividend yield anualizado para 16,0%, suportado pela manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,11 por cota. Na estruturação do portfólio, a exposição a operações de crédito (CRIs) subiu levemente para 71,4%, com incremento nas taxas médias, que agora marcam IPCA + 10,1% e CDI + 4,7%. O book de incorporação também cresceu, atingindo 11,7% do PL, impulsionado pelo avanço nas vendas da fase Copenhagen do Grand Pulse Jundiaí, que saltou de 84,5% para 96% de comercialização. A gestão manteve uma postura defensiva, evidenciada pelo desinvestimento preventivo do CRI Cotribá e pela ausência total de alavancagem, visando proteger os rendimentos mensais contra a volatilidade macroeconômica. A base de investidores manteve a trajetória de expansão, somando agora 33.196 cotistas (+3,8%).
Relatório de 2025-10-31
A ampliação do deságio no mercado secundário para 5,0% e o avanço nas vendas da segunda fase do Grand Pulse Jundiaí ditaram o ritmo do **MANA11** em outubro de 2025. O valor de mercado da cota recuou de R$ 8,98 para R$ 8,88, o que impulsionou o dividend yield anualizado para 15,9%, mantendo o pagamento de dividendos estável em R$ 0,11 por cota. Em contrapartida, a cota patrimonial registrou novo incremento, passando de R$ 9,31 para R$ 9,35. Na alocação do portfólio, a exposição a operações de crédito estruturado (CRIs) teve leve recuo para 71,1%, com as taxas médias inalteradas em IPCA + 9,8% e CDI + 4,6%. O book de incorporação ajustou-se para 11,1%, enquanto o caixa subiu para 2,7%. O destaque operacional foi a antecipação do lançamento da fase Copenhague em Jundiaí, alcançando 84,5% de vendas. A base de cotistas manteve forte expansão, atingindo 31.970 investidores (+5,7%). A gestão mantém postura defensiva frente à volatilidade macroeconômica, reforçando a adimplência integral e a ausência de alavancagem para sustentar a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-09-30
A compressão do deságio no mercado secundário para 3,6% e o avanço da alocação no book de incorporação para 11,4% marcaram a dinâmica do **MANA11** em setembro de 2025. O valor de mercado da cota subiu de R$ 8,69 para R$ 8,98, reduzindo o dividend yield anualizado para 15,7%, enquanto o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,11 por cota. A cota patrimonial registrou leve incremento, passando de R$ 9,27 para R$ 9,31, evidenciando um ajuste no valuation do ativo. Na composição do portfólio, a exposição a operações de crédito estruturado (CRIs) subiu para 71,3%, com a taxa média do indexador IPCA avançando de 9,5% para 9,8%, mantendo a parcela em CDI inalterada em 4,6%. O caixa recuou de 3,2% para 2,3%, refletindo a implantação de recursos no projeto Grand Pulse Jundiaí, que atingiu 99% de vendas em sua primeira fase. A base de cotistas manteve a trajetória de expansão, superando a marca de 30 mil investidores (+4,9% no mês). A gestão reforça a ausência de alavancagem e a adimplência integral da carteira frente à volatilidade macroeconômica, sustentando a previsibilidade dos rendimentos mensais.
Relatório de 2025-08-29
A ampliação do deságio no mercado secundário para 6,2% e a expansão contínua da base de cotistas, que atingiu a marca de 28.825 investidores, ditaram o ritmo do **MANA11** em agosto de 2025. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,11 por cota, o que, aliado ao recuo da cota de mercado para R$ 8,69, elevou o dividend yield anualizado para 16,3%. Em contrapartida, a cota patrimonial apresentou leve avanço para R$ 9,27, evidenciando uma assimetria de valuation. Na alocação de recursos, a exposição à carteira de crédito estruturado (CRIs) recuou de 72,5% para 70,6%, mantendo as taxas médias de IPCA + 9,5% e CDI + 4,6%. O book de incorporação subiu marginalmente para 9,7%, impulsionado por um novo aporte em Jundiaí/SP e pelo sucesso na venda de ativos do projeto Allure (100% comercializado). A posição de caixa foi reduzida para 3,2%, enquanto a gestão reforça uma postura defensiva para garantir a previsibilidade dos rendimentos mensais frente à desancoragem inflacionária.
Relatório de 2025-07-31
A expansão da alocação no book de incorporação para 9,6% do patrimônio líquido e o alcance da marca recorde de 28.039 cotistas protagonizaram a dinâmica do **MANA11** em julho de 2025. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,11 por cota, elevando o dividend yield anualizado para 16,2% devido ao recuo da cota de mercado para R$ 8,76. Em paralelo, a cota patrimonial sofreu leve retração, passando de R$ 9,30 no mês anterior para R$ 9,24, o que ampliou o deságio no mercado secundário de 4,4% para 5,2%. A exposição à carteira de crédito estruturado (CRIs) continuou sua trajetória de redução, caindo de 76,2% para 72,5%, com as taxas médias ajustadas para IPCA + 9,5% e CDI + 4,6%. A posição de caixa foi reforçada para 3,9%, refletindo uma postura tática e defensiva da gestão diante da desancoragem das expectativas de inflação e do aumento da volatilidade macroeconômica, agravada por ruídos externos e reprecificação de ativos de risco no mercado imobiliário.
Relatório de 2025-06-30
O sucesso comercial do projeto Allure, com 100% das unidades vendidas no lançamento, e a expansão da base de cotistas para mais de 27 mil investidores ditaram a dinâmica operacional do **MANA11** em junho de 2025. O pagamento de dividendos manteve-se estável em R$ 0,11 por cota (dividend yield anualizado de 15,9%), alinhado ao guidance da gestão. A alocação no book de incorporação subiu levemente para 6,2% do patrimônio líquido, impulsionada pelo primeiro aporte no projeto SPE Vic Jundiaí (retorno-alvo de 22,5% a.a.). Em contrapartida, a exposição à carteira de crédito estruturado (CRIs) recuou de 78,1% para 76,2%, preservando as taxas médias de IPCA + 9,6% e CDI + 4,5%. O valuation do fundo apresentou ligeiro acréscimo na cota patrimonial, passando de R$ 9,29 para R$ 9,30, enquanto o deságio no mercado secundário permaneceu inalterado em 4,4%. A liquidez foi reforçada por um aumento na posição de caixa, que saltou de 1,8% para 3,3%, refletindo uma postura tática diante das incertezas fiscais e regulatórias que afetam a indústria de fundos imobiliários.
Relatório de 2025-05-30
A realização de lucros extraordinários na venda de ativos do book de ações e a expansão contínua da tese de incorporação ditaram o ritmo do **MANA11** em maio de 2025. O fundo encerrou posições táticas em TEND3 e SYNE3, capturando TIRs expressivas que suportaram a manutenção dos rendimentos mensais em R$ 0,11 por cota, o equivalente a um dividend yield anualizado de 15,9%. A alocação em desenvolvimento imobiliário avançou de 5,8% para 6,1% do patrimônio líquido, impulsionada por um novo aporte em projeto residencial no estado de São Paulo com retorno-alvo de 22,5% a.a. Na carteira de crédito estruturado (CRIs), a exposição subiu marginalmente para 78,1%, com as taxas médias ajustadas para IPCA + 9,6% e CDI + 4,5%. No valuation, a cota patrimonial registrou leve alta para R$ 9,29, enquanto o deságio no mercado secundário comprimiu de 4,6% para 4,4%. A liquidez do fundo foi reforçada por um crescimento de 3,9% na base de cotistas, atingindo 26.242 investidores, com o caixa reduzido para 1,8%, refletindo uma alocação eficiente e ativa dos recursos disponíveis.
Relatório de 2025-04-30
A expansão do book de incorporação e o salto expressivo na base de investidores ditaram a dinâmica do **MANA11** em abril de 2025. O fundo registrou um crescimento de 18,1% no número de cotistas frente ao mês anterior, alcançando 25.259 investidores. O deságio no mercado secundário continuou sua trajetória de compressão, recuando de 7,6% para 4,6%, impulsionado pela alta da cota patrimonial para R$ 9,28. Na alocação de recursos, a principal mudança ocorreu no segmento de incorporação, que saltou de 3,1% para 5,8% do patrimônio líquido após aportes em três novos projetos residenciais em Florianópolis. Para financiar essa movimentação, a carteira de crédito estruturado foi levemente reduzida para 78,0% (ante 80,1%), mantendo as taxas médias de carrego inalteradas em IPCA + 9,7% e CDI + 4,3% a.a. O caixa também recuou para 2,3%. A receita mensal bateu recorde, favorecida pela correção monetária tática e ganhos de capital no book de ações, garantindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 0,11 por cota (dividend yield anualizado de 16,0%). A gestão reforçou a ausência de alavancagem e a adimplência total da carteira, mantendo o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o segundo trimestre.
Relatório de 2025-03-31
O aumento na distribuição de rendimentos mensais para R$ 0,11 por cota e a expansão acelerada da base de investidores ditaram o ritmo do **MANA11** em março de 2025. O dividendo subiu em relação aos R$ 0,10 do mês anterior, entregando um dividend yield anualizado de 16,8%. A base de cotistas saltou 8,9%, atingindo 21.391 investidores. O deságio da cota no mercado secundário continuou em compressão, passando de 8,9% para 7,6% frente à cota patrimonial de R$ 9,16. Na alocação estrutural, a liquidez (caixa) foi reduzida de 7,4% para 3,0%, com os recursos sendo direcionados para o aumento da carteira de crédito estruturado, que passou a representar 80,1% do patrimônio líquido (ante 74,5%). O carrego dessa carteira de CRIs indexada à inflação apresentou elevação na taxa média, passando de IPCA + 9,3% para IPCA + 9,7% a.a., enquanto a parcela em CDI manteve-se em CDI + 4,3% a.a. A exposição a FIIs teve leve incremento para 14,4%, e o book de incorporação permaneceu estável em 3,1%. A gestão reforçou a ausência de alavancagem e estabeleceu um novo guidance de pagamento de dividendos entre R$ 0,10 e R$ 0,12 para o segundo trimestre, mantendo o foco na venda de ativos táticos para sustentar os resultados.