Relatório de 2026-04-30
O pré-pagamento integral do CRI Evolua e a redução da alocação bruta para 94,4% do patrimônio líquido marcaram a gestão do **RZAK11** em abril de 2026. O fundo aprofundou seu processo de desalavancagem, eliminando operações compromissadas reversas e reduzindo a exposição de 100,49% para 94,4%. No mercado secundário, a cota de mercado subiu ligeiramente para R$ 84,81, enquanto a cota patrimonial avançou para R$ 88,61, resultando em um P/VP de 0,95, patamar atrativo para investidores que analisam se o ativo vale a pena. A distribuição de rendimentos mensais foi mantida em R$ 1,10 por cota, apesar do resultado por cota ter sido de R$ 0,92, utilizando reservas acumuladas. A alocação por indexadores registrou aumento na exposição ao CDI (de 31,44% para 33,08%) e redução no IPCA (de 48,32% para 41,79%), em um cenário de Selic a 14,50% a.a. No campo dos riscos, o CRI Splice permanece com status 'Atrasado' e o CRI Southrock segue 'Em Recuperação'.
Relatório de 2026-03-31
A elevação no pagamento de dividendos para R$ 1,10 por cota e a aquisição de novas operações de crédito marcaram a dinâmica do **RZAK11** neste mês. Em comparação ao período anterior, o fundo reduziu sua exposição bruta de 102,87% para 100,49%, indicando uma desalavancagem contínua via compromissadas reversas. No mercado secundário, a cota de mercado apresentou leve recuo para R$ 84,55, enquanto a cota patrimonial subiu para R$ 88,36, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,96, métrica essencial para investidores que avaliam o valuation atual e ponderam se o ativo vale a pena. A alocação por indexadores mostrou um leve rebalanceamento: a parcela atrelada ao CDI+ subiu para 31,44%, enquanto o IPCA+ recuou para 48,32%. Do lado dos riscos intrínsecos, o CRI Splice, que venceu em março, não foi quitado integralmente, teve seu saldo remanescente rolado por mais três meses e consta como 'Atrasado' no portfólio. O guidance de rendimentos mensais foi mantido entre R$ 1,00 e R$ 1,10, mesmo com o alerta da gestão de que o ciclo de corte da Selic para 14,75% a.a. impactará negativamente o carrego da parcela CDI no curto prazo.
Relatório de 2026-02-27
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,05 por cota e a entrada da nova operação do CRI Allegra Pacaembu II ditaram o ritmo do **RZAK11** neste mês. Após zerar suas reservas no mês anterior, o fundo conseguiu recompor levemente o caixa, registrando R$ 0,08 por cota em sobras. No mercado secundário, a cota de mercado recuou de R$ 86,08 para R$ 84,74, enquanto a cota patrimonial permaneceu praticamente estável em R$ 88,17. Esse movimento ajustou o múltiplo P/VP para 0,96, um indicador de valuation frequentemente monitorado por investidores que avaliam se o ativo vale a pena nos níveis atuais. A exposição bruta do portfólio caiu de 106,99% para 102,87%, refletindo uma menor alavancagem via operações compromissadas reversas. Na alocação por indexadores, a parcela atrelada ao CDI+ sofreu uma redução expressiva, passando de 35,21% para 30,87%, enquanto o IPCA+ subiu marginalmente para 49,03%. A gestão manteve o guidance de rendimentos mensais no intervalo de R$ 1,00 a R$ 1,10, mas emitiu um alerta claro de que a sinalização de cortes na Selic pelo Banco Central deverá pressionar o carrego dos ativos atrelados ao CDI no curto e médio prazo.
Relatório de 2026-01-30
O consumo integral das reservas acumuladas marcou a dinâmica financeira do **RZAK11** neste mês, sendo estritamente necessário para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,10 por cota. O saldo de lucros retidos, que figurava em R$ 0,42 no mês anterior, foi totalmente zerado em decorrência de atrasos pontuais na liquidação do CRI Allegra e na postergação de reconhecimento de ganhos de capital de FIIs da carteira. No mercado secundário, o ativo apresentou forte reprecificação: a cota de mercado saltou de R$ 82,45 para R$ 86,08, enquanto a cota patrimonial recuou levemente para R$ 88,19. Esse movimento comprimiu o deságio do portfólio, elevando o múltiplo P/VP de 0,93 para 0,98, um dado de valuation crucial para investidores que analisam se o ativo vale a pena nos níveis atuais de preço. A exposição bruta recuou de 108,54% para 106,99%, indicando uma leve redução nas operações compromissadas reversas. Na alocação por indexadores, a parcela atrelada ao IPCA+ voltou a ganhar tração, atingindo 48,90%, enquanto o CDI+ representou 35,21% do patrimônio. Diante da sinalização de cortes na Selic e da necessidade de recomposição de caixa, a gestão ajustou o guidance de rendimentos mensais para o intervalo de R$ 1,00 a R$ 1,10 para o próximo trimestre.
Relatório de 2025-12-31
A reavaliação positiva dos fundos imobiliários BRL Direcional e Riza Viseu, aliada ao impacto favorável da estrutura de hedge com a abertura da curva de juros, impulsionou a cota patrimonial do **RZAK11** para R$ 88,70 em dezembro de 2025. A exposição bruta do fundo saltou de 98,94% para 108,54% do patrimônio líquido, refletindo o uso de operações compromissadas reversas. Na alocação por indexadores, observou-se um movimento reverso ao mês anterior: a parcela atrelada ao CDI+ avançou para 34,72%, enquanto a exposição ao IPCA+ recuou para 44,19%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 1,10 por cota, alinhado ao guidance da gestão, sustentado pela Selic a 15% a.a. e por uma melhora no carrego da inflação, que registrou 0,33% no mês. O saldo de lucros retidos quase dobrou, passando de R$ 0,22 para R$ 0,42 por cota, ampliando a margem de segurança para os rendimentos mensais futuros. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o múltiplo P/VP manteve-se em 0,93, com a cota de mercado negociada a R$ 82,45.
Relatório de 2025-11-28
A entrada de três novas operações no portfólio impulsionou a exposição bruta do **RZAK11** para 98,94% do patrimônio líquido em novembro de 2025, revertendo a tendência de queda do mês anterior. A alocação por indexadores sofreu uma inversão em relação a outubro: a parcela atrelada ao IPCA+ subiu para 45,44%, enquanto a exposição ao CDI+ recuou para 28,12%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, sustentado pela manutenção da Selic em 15% a.a., que continua favorecendo a rentabilidade da carteira pós-fixada. O saldo de lucros retidos apresentou recuperação, passando de R$ 0,18 para R$ 0,22 por cota, reforçando a margem de segurança para os próximos meses. A cota patrimonial registrou leve desvalorização, fechando em R$ 87,34, mantendo o múltiplo P/VP estável em 0,93. Para os investidores que buscam entender se o ativo vale a pena, a gestão projeta rendimentos mensais entre R$ 1,00 e R$ 1,20 para o próximo trimestre, a despeito do carrego ainda baixo da inflação (0,18% no mês) e dos riscos atrelados ao impacto negativo contínuo da estrutura de hedge com o fechamento da curva de juros.
Relatório de 2025-10-31
A liquidação antecipada do CRI Aeroporto Ilhéus e a aquisição do CRI NM KSM reconfiguraram a carteira do **RZAK11** em outubro de 2025. Diferentemente do mês anterior, a estrutura de hedge gerou um impacto negativo devido ao fechamento da curva de juros, efeito que foi compensado patrimonialmente pela valorização dos ativos atrelados ao IPCA+ e pré-fixados. A cota patrimonial apresentou leve alta, passando para R$ 87,67, mantendo o múltiplo P/VP em 0,93. A exposição bruta do portfólio recuou de 100,00% para 97,56% do patrimônio líquido. No que tange à alocação, a parcela em IPCA+ caiu de 47,16% para 42,92%, enquanto a exposição ao CDI+ subiu de 32,94% para 34,93%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, alinhado ao guidance da gestão. Contudo, o saldo de lucros retidos sofreu uma redução expressiva, caindo de R$ 0,33 para R$ 0,18 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a manutenção da Selic em 15% a.a. continua favorecendo a parcela pós-fixada, sustentando a perspectiva de rendimentos mensais entre R$ 1,00 e R$ 1,20 para o próximo trimestre, mesmo com os desafios de carrego da inflação no curto prazo.
Relatório de 2025-09-30
A liquidação antecipada do CRI CashMe e a reformulação na metodologia de cálculo das taxas médias marcaram a dinâmica do **RZAK11** em setembro de 2025. A cota patrimonial avançou levemente para R$ 87,57, elevando o múltiplo P/VP para 0,93, enquanto a exposição bruta do portfólio atingiu 100,00% do patrimônio líquido. No que tange ao pagamento de dividendos, o fundo distribuiu R$ 1,10 por cota, recuando em relação ao mês anterior, mas permanecendo dentro do guidance projetado. O saldo de lucros retidos também sofreu redução, passando de R$ 0,39 para R$ 0,33 por cota. Diferentemente de agosto, a estrutura de hedge gerou impacto positivo devido à abertura da curva de juros, o que compensou a desvalorização patrimonial dos ativos atrelados ao IPCA+ e pré-fixados. A alocação em IPCA+ caiu para 47,16%, com a taxa média subindo para 10,53%, enquanto a parcela em CDI+ subiu para 32,94%. Para os investidores que analisam se o ativo vale a pena, a gestão manteve a perspectiva de rendimentos mensais entre R$ 1,00 e R$ 1,20 para o próximo trimestre, amparada pela manutenção da Selic no patamar de 15% a.a.
Relatório de 2025-08-31
A correção do erro de precificação e o ganho extraordinário com o FII Riza Viseu ditaram a dinâmica do **RZAK11** em agosto de 2025. A cota patrimonial saltou para R$ 87,43, refletindo o ajuste positivo de R$ 2,42 prometido no mês anterior, o que ajustou o múltiplo P/VP para 0,92. No campo dos rendimentos mensais, o fundo distribuiu R$ 1,15 por cota, mantendo-se dentro do guidance, impulsionado pelo reconhecimento de R$ 2,46 milhões em lucros do FII Riza Viseu. O saldo de lucros retidos recuou de R$ 0,54 para R$ 0,39 por cota. Na movimentação de portfólio, a exposição bruta caiu para 99,19% do patrimônio líquido, com a liquidação de R$ 4,72 milhões do CRI Direto e a venda total do CRI Ober. A parcela atrelada ao IPCA+ reduziu para 48,53% (com carrego médio subindo levemente para 10,45%), enquanto o CDI+ caiu para 32,76%. Diferente de julho, a estrutura de hedge gerou impacto negativo, embora compensado pela marcação a mercado dos ativos. Para investidores que avaliam se o ativo vale a pena, a gestão manteve a projeção de pagamento de dividendos entre R$ 1,00 e R$ 1,20 para o próximo trimestre.
Relatório de 2025-07-31
A liquidação antecipada do CRI Solargrid e a correção de um erro de precificação na cota patrimonial ditaram o ritmo do **RZAK11** neste mês. O fundo registrou o pagamento de multa contratual do ativo Solargrid no montante de R$ 2,38 milhões, destravando R$ 0,27 por cota em rendimentos extraordinários. Com isso, o saldo de lucros retidos saltou expressivamente de R$ 0,11 para R$ 0,54 por cota, fortalecendo a capacidade futura de pagamento de dividendos. A cota patrimonial reportada caiu para R$ 85,07, ajustando o múltiplo P/VP para 0,95, mas a gestão destacou que a variação negativa decorreu de um erro na precificação de um FII da carteira, já corrigido para o balanço de agosto. Na alocação, a exposição bruta recuou de 104,8% para 100,85% do patrimônio líquido. O portfólio reduziu sua parcela em IPCA+ para 52,10% (com carrego médio caindo a 10,33%), enquanto a fatia em CDI+ subiu para 35,72%, impulsionada pela nova aquisição de R$ 4,8 milhões no CRI Direto. Diferente do mês anterior, a estrutura de hedge atrelada ao IPCA gerou impacto positivo. Para os investidores avaliando se o ativo vale a pena, o guidance de distribuição foi mantido na banda de R$ 1,00 a R$ 1,20 para o próximo trimestre.
Relatório de 2025-06-30
A liquidação total das posições nos CRIs Morro Alto e Lote 5 marcou a movimentação do portfólio neste mês, enquanto a alocação bruta voltou a subir para 104,8% do patrimônio líquido devido à alavancagem via compromissadas reversas, revertendo a redução vista no período anterior. O valor patrimonial do **RZAK11** recuou levemente de R$ 87,30 para R$ 87,01, ajustando o indicador de valuation P/VP para 0,93. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,15 por cota, entregando um dividend yield anualizado de 18,03% (frente aos 18,45% anteriores). O saldo de lucros retidos, no entanto, caiu de R$ 0,30 para R$ 0,11 por cota. Na composição da carteira, a exposição ao IPCA+ ficou estável em 59,59%, mas o carrego médio cedeu de 11,44% para 11,39%. A parcela em CDI+ subiu marginalmente para 31,05%. Não houve aquisição de novos ativos. A gestão reportou impacto negativo da estrutura de hedge atrelada ao IPCA devido ao fechamento da curva de juros. Os CRIs Starbucks seguem em negociação para pagamento parcelado, enquanto o CRI Solargrid sinalizou pré-pagamento com expectativa de R$ 2 milhões em rendimentos extraordinários. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, o guidance de rendimentos mensais foi projetado entre R$ 1,00 e R$ 1,20 para o próximo trimestre.
Relatório de 2025-06-20
O fundo de investimento imobiliário **RZAK11** comunicou a transferência da totalidade da gestão de sua carteira para a RIZA ALLOCATION GESTORA DE RECURSOS LTDA. ('Nova Gestora'), decorrente da aprovação da cisão parcial da Riza Gestora de Recursos Ltda. ocorrida em 20 de maio de 2025. A mudança societária resultou na atualização e consolidação do regulamento do fundo, cujos efeitos passaram a vigorar no fechamento de 20 de junho de 2025.
A equipe-chave de profissionais responsável pela gestão dos ativos do **RZAK11** não sofrerá alterações, permanecendo composta pelos mesmos membros que atuavam antes da cisão, garantindo a continuidade das atividades de gestão do portfólio sem modificações na governança operacional.
Relatório de 2025-05-31
O aumento no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota reflete o ganho de capital de 10% obtido no encerramento da posição tática no FII RZTR11 e a contribuição positiva das estruturas de proteção patrimonial atreladas à inflação. Em comparação ao mês anterior, o valor patrimonial do **RZAK11** apresentou recuperação, subindo de R$ 86,22 para R$ 87,30, o que ajustou o indicador de valuation P/VP para 0,92. A gestão manteve o processo de desfazimento da alavancagem via compromissadas reversas, reduzindo a alocação bruta de 109,4% para 100,8% do patrimônio líquido. Na composição da carteira, a exposição ao IPCA+ avançou para 59,60%, com um carrego médio superior de 11,44%, enquanto a parcela em CDI+ recuou para 31,01%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, os dados de rentabilidade mostram um dividend yield anualizado de 18,45% e um saldo de lucros retidos de R$ 0,30 por cota. O mês também foi marcado pela venda de ativos, com a saída total do CRI YUNY, e pela alocação de R$ 44,1 milhões no novo FII Riza Viseu, focado no segmento Minha Casa Minha Vida.
Relatório de 2025-04-30
A distribuição de rendimentos recuou para R$ 1,05 por cota em abril, refletindo a contribuição final dos kickers dos CRIs Morro Alto e Allegra e a expectativa de menor carrego nos ativos atrelados à inflação. O valor patrimonial do **RZAK11** apresentou nova leve queda, passando de R$ 86,64 no mês anterior para R$ 86,22, enquanto a alocação bruta recuou de 111,2% para 109,4%, evidenciando a continuidade do desfazimento da alavancagem via compromissadas reversas. Na composição do portfólio, a exposição ao IPCA+ subiu para 57,72%, em detrimento do CDI+, que caiu para 33,68%. Para o investidor que avalia se o ativo vale a pena, os dados de valuation mostram um P/VP de 0,95, e o carrego médio da carteira IPCA+ está em 11,13%. O mês foi marcado pela aquisição de novos ativos, como o FII Lago da Pedra 2 e o CRI MRV Permuta, além da incorporação do FII SNLG11 pelo GGRC11. O guidance para o pagamento de dividendos mensais foi mantido na banda de R$ 1,00 a R$ 1,20.
Relatório de 2025-03-31
A redução no pagamento de dividendos para R$ 1,15 por cota reflete a dissipação parcial dos efeitos inflacionários e o menor impacto de kickers extraordinários, alinhando-se ao guidance projetado pela gestão do **RZAK11**. O valor patrimonial apresentou leve recuo, passando de R$ 86,83 para R$ 86,64, enquanto a alocação bruta do fundo diminuiu de 112,5% para 111,2% do patrimônio líquido, indicando um sutil desfazimento na alavancagem via compromissadas reversas. Na composição do portfólio, a exposição ao IPCA+ subiu para 54,16%, em detrimento do CDI+, que recuou para 37,20%. Para o investidor que pesquisa se o ativo vale a pena, é crucial monitorar os riscos atrelados às despesas financeiras da alavancagem e a situação dos CRIs Starbucks, que seguem vencidos e em recuperação, com 10,50% do valor de face em PDD. O guidance de rendimentos mensais foi mantido na banda de R$ 1,00 a R$ 1,20 para os próximos três meses, sem mudanças relevantes na carteira durante o mês de março.