Relatório de 2026-04-30
A liquidação de duas novas operações de crédito e o aporte da tranche final do CRI Salto elevaram a exposição do **HSAF11** em Certificados de Recebíveis Imobiliários para 72,0% do patrimônio líquido em abril de 2026, ante os 62,5% registrados no mês anterior. Essa movimentação reduziu o caixa para 4% e impulsionou as taxas médias de aquisição da carteira, que avançaram para IPCA + 8,71% e CDI + 4,75%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, o que representa um dividend yield mensal de 1,18%. Para os cotistas que monitoram se o ativo vale a pena no longo prazo, o carrego da carteira foi fortalecido pelo aumento do resultado contábil acumulado, que saltou de R$ 0,37 para R$ 0,49 por cota, suportado pelos repasses de inflação de fevereiro e março. A liquidez no mercado secundário também apresentou forte recuperação, atingindo um volume médio diário de R$ 1,0 milhão, mitigando as retrações observadas no mês anterior. A adimplência permanece em 100%, sem atrasos nas obrigações pecuniárias dos devedores.
Relatório de 2026-03-31
A estruturação de novas alocações no mercado de crédito e o monitoramento da recuperação extrajudicial do Grupo Pão de Açúcar (GPA) reconfiguraram a dinâmica do **HSAF11** em março de 2026. Em relação ao mês anterior, a taxa média de aquisição dos CRIs indexados ao IPCA sofreu nova compressão, recuando de 10,5% para 8,64%, enquanto o spread da parcela CDI cedeu marginalmente para 4,66%. A exposição do patrimônio líquido em Certificados de Recebíveis Imobiliários caiu de 63,7% para 62,5%, com a fatia de Fundos Imobiliários mantida em 24%. O pagamento de dividendos permaneceu em R$ 0,95 por cota, gerando um dividend yield de 1,17% no mês, embora o resultado contábil acumulado tenha recuado de R$ 0,40 para R$ 0,37 por cota. Para os investidores que avaliam se o ativo vale a pena, o carrego segue suportado por 100% de adimplência nas obrigações pecuniárias, mas exige atenção à queda na liquidez diária, que retraiu para R$ 545 mil. A gestão projeta reduzir o caixa a 4% com o desembolso de R$ 24 milhões em duas novas operações de CRI previstas para o mês de abril.
Relatório de 2026-02-28
A compressão do spread implícito da carteira IPCA para 10,5% e a programada integralização da última tranche do CRI Salto ditaram a dinâmica do **HSAF11** em fevereiro de 2026. Em relação ao mês anterior, o spread implícito a mercado dos papéis atrelados à inflação recuou de 13,1% para 10,5%, enquanto a taxa média de aquisição do portfólio CDI oscilou levemente para 4,69%. A alocação do patrimônio líquido apresentou um avanço na exposição em Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRIs), que subiu de 63,2% para 63,7%, mantendo a fatia de Fundos Imobiliários (FIIs) estabilizada em 24,0%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,14%, suportado por um resultado contábil acumulado inalterado de R$ 0,40 por cota. A gestão confirmou o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,00 para o próximo mês. No front operacional, destaca-se a previsão de alocação de R$ 6,0 milhões na terceira tranche do CRI Salto, condicionada ao atingimento de 80% de avanço físico da obra. Para os investidores avaliando se o ativo vale a pena, o carrego segue beneficiado pela adimplência de 100% nas obrigações pecuniárias e por uma liquidez diária média de R$ 1,1 milhão no mercado secundário.
Relatório de 2026-01-31
A elevação do spread implícito da carteira IPCA para 13,1% e o recuo da reserva de lucros ditaram o ritmo do **HSAF11** neste início de ano. Comparado ao mês anterior, o resultado contábil acumulado ajustou-se de R$ 0,45 para R$ 0,40 por cota, embora o pagamento de dividendos tenha permanecido estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,19%. A alocação do patrimônio líquido apresentou leves movimentações: a exposição em recebíveis imobiliários (CRIs) caiu de 63,9% para 63,2%, enquanto a fatia em Fundos Imobiliários (FIIs) subiu de 23,7% para 24,0%. O carrego da carteira manteve o spread CDI em 4,66%, mas o spread implícito a mercado dos CRIs IPCA avançou de 12,19% para 13,1%. A gestão reportou o recebimento de pré-pagamentos relevantes nas operações de CRI Creditas, gerando caixa elevado, porém com restrições contábeis para distribuição imediata. Para investidores avaliando se o ativo vale a pena, o guidance de rendimentos mensais segue projetado entre R$ 0,90 e R$ 1,00, suportado por uma adimplência de 100% nas obrigações pecuniárias.
Relatório de 2025-12-31
O avanço do resultado contábil acumulado para R$ 0,45 por cota e a leve reprecificação dos spreads implícitos marcaram a dinâmica do **HSAF11** neste fechamento de ano. Contrastando com o mês anterior, a alocação em recebíveis imobiliários recuou marginalmente de 64,5% para 63,9%, cedendo espaço para o aumento da exposição em FIIs, que atingiu 23,7% do patrimônio líquido. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,18%. No carrego da carteira, o spread médio das operações indexadas ao CDI apresentou leve compressão para 4,66%, enquanto o spread implícito da carteira IPCA ajustou-se de 13,0% para 12,19%. A gestão manteve o guidance de rendimentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,00, sustentado por uma adimplência de 100% nas obrigações pecuniárias. Investidores que buscam entender se o ativo vale a pena devem observar a robustez da geração de caixa, impulsionada por pré-pagamentos relevantes no mês, que elevou a reserva de lucros e reforçou a previsibilidade de distribuições futuras.
Relatório de 2025-11-28
A conclusão do desembolso de R$ 6 milhões na segunda tranche do CRI Salto e o aumento da alocação em recebíveis imobiliários para 64,5% do patrimônio líquido ditaram o ritmo do **HSAF11** neste mês, materializando as projeções do período anterior. O spread médio das operações indexadas ao CDI avançou de 4,62% para 4,68%, enquanto o spread implícito da carteira IPCA permaneceu estável em 13,0%. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, gerando um dividend yield mensal de 1,22%. No carrego da carteira, o resultado contábil acumulado apresentou leve retração, passando de R$ 0,34 para R$ 0,33 por cota. A gestão projeta uma terceira tranche de alocação no CRI Salto condicionada ao avanço de 80% das obras, com o investimento total estimado em R$ 14,4 milhões. O guidance de rendimentos mensais segue entre R$ 0,90 e R$ 1,00, mantendo a adimplência de 100% nas obrigações pecuniárias, compondo um quadro de dados essenciais para investidores que avaliam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2025-10-31
A expansão do spread implícito da carteira indexada ao IPCA para 13,0% ao ano marca a dinâmica de valuation do **HSAF11** neste mês, revertendo a compressão observada no período anterior. A alocação em recebíveis imobiliários apresentou leve recuo, passando de 62,8% para 62,6% do patrimônio líquido. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, o que elevou o dividend yield mensal para 1,23% em função da variação no valor de mercado. No carrego da carteira, o resultado contábil acumulado sofreu nova retração, caindo de R$ 0,44 para R$ 0,34 por cota, um dado relevante para investidores que reúnem informações para decidir se o ativo vale a pena. Para o próximo mês, a gestão projeta o desembolso de uma nova tranche de R$ 6 milhões no CRI Salto, atrelada ao avanço físico de 70% das obras. O guidance de rendimentos mensais permanece na faixa de R$ 0,90 a R$ 1,00, sustentado por uma carteira que mantém 100% de adimplência nas obrigações pecuniárias.
Relatório de 2025-09-30
A concretização da alocação de R$ 22 milhões no CRI Itapê impulsionou a exposição do **HSAF11** em recebíveis imobiliários, que saltou de 53,4% para 62,8% do patrimônio líquido neste mês. O movimento foi acompanhado por aquisições adicionais nos CRIs Heritage e Salto, além da venda de ativos no CRI Patrimônio no montante de R$ 6 milhões. No âmbito do valuation e carrego, o spread implícito da carteira indexada ao IPCA sofreu compressão, recuando de 12,6% para 11,9% ao ano. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,18%. Contudo, o resultado contábil acumulado apresentou nova retração, passando de R$ 0,46 para R$ 0,44 por cota, o que exige atenção dos investidores que reúnem dados para decidir se o ativo vale a pena. O guidance para os rendimentos mensais de outubro permanece na banda de R$ 0,90 a R$ 1,00. A adimplência segue integral em todas as operações de crédito.
Relatório de 2025-08-29
A iminente alocação de R$ 23 milhões em um novo CRI de segmento misto e a leve compressão no resultado contábil acumulado marcam a dinâmica do **HSAF11** neste mês. A exposição em recebíveis imobiliários recuou para 53,4% (ante 54,0% no mês anterior), com a parcela de Renda Fixa subindo para 23,4%. O carrego da carteira indexada ao IPCA apresentou um aumento no spread implícito, passando de 12,3% para 12,6% ao ano, enquanto a adimplência integral dos devedores foi mantida. No âmbito do valuation e pagamento de dividendos, a distribuição permaneceu estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,21%. Contudo, o resultado contábil acumulado caiu de R$ 0,49 para R$ 0,46 por cota. O guidance projetado para os rendimentos mensais de setembro foi mantido na faixa entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, fornecendo balizas para investidores que avaliam se o ativo vale a pena. Houve também uma venda de ativos parcial no CRI Arena MRV no valor de R$ 475 mil, impactando marginalmente o spread da parcela CDI.
Relatório de 2025-07-31
A conclusão da primeira tranche do CRI Salto e o recuo no resultado contábil acumulado ditaram o ritmo do **HSAF11** neste mês. A exposição em recebíveis imobiliários recuou para 54,0% (ante 55,0% no mês anterior), enquanto a parcela em Renda Fixa subiu para 22,7%. A carteira de fundos imobiliários também apresentou leve queda, fechando em 23,2%. O carrego da carteira indexada ao IPCA registrou um aumento no spread implícito, passando de 11,9% para 12,3% ao ano, mantendo a adimplência integral dos devedores. No âmbito do valuation e pagamento de dividendos, a distribuição permaneceu estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,21%. Contudo, o resultado contábil acumulado caiu de R$ 0,52 para R$ 0,49 por cota. O guidance projetado para os rendimentos mensais de agosto foi mantido na faixa entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota, fornecendo balizas para investidores que avaliam se o ativo vale a pena.
Relatório de 2025-06-30
A efetivação da alocação de R$ 4 milhões no CRI YDUQS e o evento subsequente de aquisição do CRI Salto reconfiguraram a exposição do **HSAF11** neste mês, elevando a fatia de recebíveis imobiliários para 55,0% do patrimônio (ante 54,7% no mês anterior). A carteira de fundos imobiliários também apresentou leve alta, passando para 23,4%, enquanto a posição em Renda Fixa recuou para 21,5%. O carrego da carteira indexada ao IPCA registrou um spread implícito de 11,9% ao ano, com a manutenção de 100% de adimplência dos devedores, mitigando riscos de crédito no curto prazo. No âmbito das distribuições, o pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,19%. O resultado contábil acumulado avançou de R$ 0,49 para R$ 0,52 por cota, reforçando a previsibilidade de rendimentos mensais para os investidores que analisam o valuation e avaliam se o ativo vale a pena. O guidance projetado para o próximo mês foi mantido na faixa entre R$ 0,90 e R$ 1,00 por cota.
Relatório de 2025-05-30
A formalização final da alocação de R$ 4 milhões no CRI YDUQS, prevista para o início de junho, pauta a movimentação tática do **HSAF11** neste mês, consolidando a estratégia de mitigação de riscos em um cenário de escassez de liquidez. Em comparação ao mês anterior, a exposição direta em CRIs apresentou leve recuo para 54,7% do patrimônio, enquanto a fatia em fundos imobiliários subiu para 23,3% e a posição em Renda Fixa alcançou 22,0%. O carrego da carteira de recebíveis indexados ao IPCA registrou compressão no spread implícito, passando de 11,9% para 11,1% ao ano, mantendo, contudo, 100% de adimplência. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,15%. O resultado contábil acumulado avançou de R$ 0,38 para R$ 0,49 por cota, reforçando a previsibilidade para os investidores que pesquisam se o ativo vale a pena, com o guidance de rendimentos mensais projetado entre R$ 0,90 e R$ 1,00 para o próximo mês.
Relatório de 2025-04-30
A iminente alocação de R$ 4 milhões em um novo CRI atrelado ao setor educacional (YDUQS) marca a transição tática do **HSAF11** em abril de 2025, contrastando com a postura defensiva de manutenção de liquidez. O fundo elevou marginalmente sua posição de caixa para 21,70% do patrimônio (R$ 49 milhões), refletindo a cautela da gestão frente à escassez de liquidez no mercado secundário. A exposição direta em CRIs recuou levemente para 55,2%, enquanto a fatia em fundos imobiliários ajustou-se para 23,1%. O pagamento de dividendos permaneceu estável em R$ 0,95 por cota, entregando um dividend yield mensal de 1,19%. O carrego da carteira de recebíveis manteve o spread implícito de IPCA + 11,9% ao ano, com 100% de adimplência, mitigando riscos de crédito. Eventos de pré-pagamento no CRI Creditas continuaram a gerar forte entrada de caixa, majoritariamente contabilizada como amortização, o que elevou o resultado contábil acumulado para R$ 0,38 por cota. Para os investidores avaliando se o ativo vale a pena, o guidance de rendimentos mensais segue projetado entre R$ 0,90 e R$ 1,00 para o próximo mês, sinalizando previsibilidade nas distribuições.
Relatório de 2025-03-31
A aquisição tática de 95.119 cotas do FII KCRE11 marcou a movimentação do **HSAF11** em março de 2025, elevando a exposição no segmento de fundos imobiliários para 23,2% do patrimônio. Comprado com cerca de 5% de desconto, o novo ativo embute um carrego atrativo com yield on cost de 14,59%. Paralelamente, a alocação direta em CRIs recuou de 57,0% para 55,4%, enquanto a posição de caixa subiu levemente para 21,34%, refletindo a prudência da gestão diante da escassez de liquidez no mercado secundário. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 0,95 por cota, suportado por um portfólio onde o spread implícito da carteira IPCA avançou para 11,9% ao ano. Eventos de pré-pagamento no CRI Creditas geraram forte entrada de caixa, embora contabilizados majoritariamente como amortização, deixando um saldo acruado de R$ 0,18 por cota. Para investidores que analisam se o ativo vale a pena, o guidance projeta rendimentos mensais entre R$ 0,90 e R$ 1,00 para o próximo ciclo, mantendo a estabilidade das distribuições.