Relatório de 2026-05-07
O fundo imobiliário **HGLG11** anunciou a celebração de um Instrumento Particular de Transação para a aquisição da participação remanescente de 10% do galpão G100 e do futuro galpão G200, localizados no empreendimento logístico Simões Filho, na Bahia. O investimento total acordado é de R$ 79.221.455,32, divididos em R$ 24.776.275,00 para o galpão G100 e R$ 54.445.180,32 para o galpão G200, com desembolsos atrelados à conclusão das obras, início de locação e futuras ofertas de captação de recursos.
Além da fração dos galpões, a transação prevê a cessão sem custos para o **HGLG11** de duas áreas adjacentes destinadas à faixa de desaceleração de acesso e compensação ambiental do empreendimento. Com a consolidação do negócio, a gestão projeta um incremento no pagamento de dividendos e receitas de locação de cerca de R$ 0,01 por cota para o G100 (cap rate de 12,0% ao ano) e mais R$ 0,01 por cota após a entrega final do G200 (cap rate de 10,4% ao ano).
Relatório de 2026-05-04
**HGLG11** conclui a aquisição da totalidade dos imóveis do fundo PATL11 pelo valor total de R$ 354,9 milhões.
O fundo de investimento imobiliário **HGLG11** concluiu a compra de quatro ativos logísticos anteriormente pertencentes ao portfólio do PATL11, localizados em Jundiaí (SP), Ribeirão das Neves (MG) e Itatiaia (RJ). O pagamento de R$ 354.900.000,00 foi integralmente liquidado por meio de compensação de créditos decorrentes da subscrição e integralização de 2.130.508 cotas da 11ª emissão de cotas do **HGLG11** pelo PATL11, precificadas a R$ 166,58 por cota. A transação apresenta um cap rate ponderado de 10,73% e inclui um mecanismo de Renda Mínima Garantida (RMG) mensal de R$ 3.173.722,25 válida por 6 meses.
Relatório de 2026-04-30
A forte absorção bruta impulsionada pela entrada de novos locatários, como Shopee e EMS, aliada à consolidação de ativos, reverteu a tendência de alta na vacância do **HGLG11** neste mês. A vacância física recuou de 3,4% para 2,6%, com a projeção futura ajustada para 4,6% frente aos 5,3% estimados anteriormente, mesmo considerando a saída mapeada da Cargill em Goiânia. No carrego financeiro, o resultado distribuível saltou de R$ 1,02 para R$ 1,21 por cota, beneficiado pelo recebimento trimestral da Volkswagen no ativo Vinhedo. Esse salto na receita permitiu recompor a reserva acumulada, que dobrou de R$ 0,09 para R$ 0,18 por cota, conferindo maior margem de segurança para a manutenção do pagamento de dividendos, estabilizado em R$ 1,10. O patrimônio líquido subiu para R$ 7,1 bilhões, mantendo o valuation com P/VP em 0,94x. A gestão também avançou na alocação de capital com a aquisição de 10% das frações ideais dos galpões G100 e G200 em Simões Filho e a conclusão da compra do portfólio do PATL11, gerando ganho de escala e simplificação societária.
Relatório de 2026-03-31
A saída do Supermercado Rossi no ativo Osasco e o impacto negativo na venda de ativos reverteram a dinâmica operacional do **HGLG11** neste mês. Diferente do período anterior, a vacância física subiu de 3,0% para 3,4%, com uma nova projeção de alta para 5,3% até novembro de 2026 devido ao aviso de desocupação da Cargill no ativo Goiânia. O resultado distribuível sofreu uma contração expressiva, recuando de R$ 1,17 para R$ 1,02 por cota, pressionado por um prejuízo não recorrente de R$ 0,04/cota na negociação de cotas de FIIs. Consequentemente, a reserva acumulada caiu quase pela metade, passando de R$ 0,17 para R$ 0,09/cota, estreitando a margem para a manutenção do pagamento de dividendos, que seguiu no patamar de R$ 1,10. No valuation, o P/VP ajustou-se para 0,94x sobre o patrimônio líquido de R$ 7,0 bilhões. Como contrapeso positivo no carrego do portfólio, o fundo formalizou um novo contrato BTS de 15 anos com o Mercado Livre em Simões Filho, fortalecendo a previsibilidade de rendimentos mensais no longo prazo.
Relatório de 2026-02-28
A entrada da ABC Internacional no ativo Guarulhos e o ganho de capital com a venda de cotas de fundos imobiliários reverteram a pressão sobre os resultados do **HGLG11** neste mês. Diferente do recuo observado no período anterior, a vacância física apresentou melhora, caindo de 3,3% para 3,0%, embora a gestão mantenha a projeção de elevação para 4,0% até maio de 2026 devido a movimentações já mapeadas. O resultado distribuível deu um salto expressivo, passando de R$ 0,75 para R$ 1,17 por cota. Esse avanço foi impulsionado por receitas não recorrentes, com destaque para a venda de ativos (cotas do FIIB11 e GARE11), que gerou R$ 0,15/cota, além de antecipações pontuais de aluguel. Com isso, a reserva acumulada foi recomposta de R$ 0,09 para R$ 0,17/cota, garantindo fôlego para a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,10 por cota. O patrimônio líquido ajustou-se para R$ 7,0 bilhões, com o valuation do fundo refletindo um P/VP de 0,96x. A alavancagem financeira total (incluindo SPE) recuou levemente para 11,2%, mantendo o carrego da dívida sob controle enquanto o fundo aguarda o parecer da CVM para avançar na incorporação do LVBI e portfólios Brookfield.
Relatório de 2026-02-10
O administrador do **HGLG11** comunicou que o dia 10 de fevereiro de 2026 foi estabelecido como a data-base para a identificação dos cotistas com direito de preferência na subscrição de novas cotas referentes à 11ª Emissão do fundo. Esta nova oferta de distribuição primária de cotas foi devidamente registrada sob o rito automático junto à CVM.
Os investidores posicionados na data-base poderão exercer o direito de subscrever novas cotas do **HGLG11** aplicando o fator de proporção de 0,0990972339724 sobre sua respectiva posição acionária. O processo de subscrição não admitirá frações de cotas, aplicando-se o arredondamento para baixo caso o cálculo não resulte em um número inteiro.
Relatório de 2026-01-30
A conclusão da venda de 49% do ativo Duque de Caxias e o anúncio da 11ª emissão de cotas redefiniram a dinâmica do **HGLG11** neste início de ano. Em contraste com a forte recuperação do mês anterior, a vacância física registrou piora, atingindo 3,3% após a desocupação da R-Log no ativo CLE, com projeções da gestão indicando um avanço para 4,0% até maio de 2026. O resultado distribuível sofreu contração severa, recuando para R$ 0,75 por cota, o que exigiu o consumo da reserva acumulada (agora em R$ 0,09/cota) para manter o pagamento de dividendos estável em R$ 1,10. Do lado positivo, a venda de ativos gerou um lucro de R$ 0,61/cota, reforçando o carrego de curto prazo. O patrimônio líquido reportado foi de R$ 7,1 bilhões, com o fundo negociando a um valuation descontado (P/VP de 0,95x). A alavancagem financeira permaneceu controlada em 11,3% (incluindo SPEs), enquanto os riscos de execução nas obras de Simões Filho foram mitigados, restando apenas a contenção final para março.
Relatório de 2025-12-31
A aprovação da consolidação dos fundos logísticos (LVBI, PATL, Guarulhos e Aracaju) reposicionou o **HGLG11** como o maior Fundo Imobiliário do Brasil, alcançando um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 10 bilhões e 54 imóveis. Em dezembro de 2025, a dinâmica operacional reverteu a tendência de alta na desocupação vista no mês anterior: a vacância física recuou de 4,8% para 4,4%, impulsionada por novas locações nos ativos Masterlabs, São José e Guarulhos. Consequentemente, a projeção de vacância para fevereiro de 2026 também apresentou melhora, sendo ajustada de 5,9% para 5,5%. No âmbito financeiro, o resultado distribuível saltou de R$ 1,06 para R$ 1,38 por cota, beneficiado por eventos não recorrentes como a venda de ativos mobiliários e indenização por desapropriação no terreno do HGLG SJC. O pagamento de dividendos foi mantido no patamar de R$ 1,10 por cota, permitindo uma recomposição expressiva da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,17 para R$ 0,44 por cota. A alavancagem financeira total, considerando as dívidas contraídas via SPEs, apresentou leve recuo para 11,3%, mantendo o carrego da dívida em níveis controlados frente ao valuation da carteira.
Relatório de 2025-12-31
A aprovação em Assembleia Geral Extraordinária (AGE) da consolidação de fundos logísticos transformou o **HGLG11** no maior FII do Brasil, alcançando um patrimônio líquido de aproximadamente R$ 10 bilhões e 54 imóveis. Revertendo a deterioração observada no mês anterior, dezembro trouxe forte alívio operacional: a vacância física despencou de 4,8% para 2,2%, impulsionada por novas locações nos ativos Masterlabs (Knight Therapeutics) e São José (Winoa). O resultado distribuível saltou para R$ 1,38 por cota, beneficiado por eventos não recorrentes como a venda de ativos mobiliários e lucros de SPE, permitindo que a reserva acumulada dobrasse para R$ 0,44/cota. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota. No mapeamento de riscos, ajustes no cronograma das obras de contenção em Simões Filho adiaram a expectativa de elevação dos rendimentos mensais para R$ 1,17/cota apenas para o segundo semestre de 2026. A alavancagem financeira recuou marginalmente para 11,3% (incluindo SPEs), enquanto o fundo iniciou alocação tática no FII GARE11 para otimizar a liquidez gerada pelo vencimento antecipado de CRIs.
Relatório de 2025-12-30
O fundo **HGLG11** comunicou a aprovação, em Assembleia Geral Extraordinária realizada de forma não presencial, de uma série de transações estruturais que visam à incorporação de ativos e consolidação de portfólio. Foram autorizadas a incorporação do fundo LVBI11, a aquisição dos imóveis pertencentes ao fundo PATL11 e a incorporação dos fundos FII Guarulhos e FII Aracaju (denominados FIIs Brookfield), além da alteração do regulamento interno do fundo para adequação às normas da Resolução CVM nº 175.
As operações de compra de imóveis e incorporação de fundos logísticos dependem do cumprimento de condições precedentes específicas. A conclusão dos processos envolvendo o LVBI11 e os FIIs Brookfield está sujeita à manifestação favorável da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) sobre o direito de reembolso de cotistas dissidentes, enquanto a aquisição do PATL11 já superou a sua principal condição de aprovação em assembleia de cotistas.
Relatório de 2025-12-18
Aviso de rebalanceamento periódico de índice internacional que envolve o fundo imobiliário **HGLG11**.
O administrador Banco Genial S.A. e a gestora Patria Investimentos Ltda. informaram que, em 19 de dezembro de 2025, ocorrerá o rebalanceamento da carteira de índice internacional do qual o **HGLG11** faz parte. O procedimento é periódico e segue a metodologia própria do índice, podendo gerar ajustes na composição de sua carteira, conforme ocorrido anteriormente em 19 de setembro de 2025.
Relatório de 2025-11-28
A forte expansão do portfólio via 10ª emissão e a proposta de consolidação de fundos ditaram o ritmo do **HGLG11** em novembro de 2025, ofuscando a pressão de curto prazo na ocupação física. O resultado distribuível saltou para R$ 1,06 por cota (ante R$ 0,95 no mês anterior), impulsionado por um ganho não recorrente de R$ 0,25/cota referente ao recebimento do ativo Duque de Caxias. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, consumindo parte do lucro retido e fazendo a reserva acumulada recuar de R$ 0,35 para R$ 0,21/cota. No front operacional, a vacância física sofreu um revés, subindo de 2,8% para 4,8% após saídas mapeadas nos ativos Syslog, Duque de Caxias e São José. A projeção de desocupação para fevereiro de 2026 também piorou, passando de 4,6% para 5,9%, o que eleva os riscos de vacância no médio prazo. Em contrapartida, a alavancagem financeira recuou para 11,4% (considerando SPEs). O mês foi marcado pela alocação dos recursos captados, com a aquisição de dois grandes portfólios logísticos somando mais de 421 mil m² de ABL, e pela convocação de uma AGE para aprovar a incorporação do LVBI11, PATL e fundos da Brookfield, visando atingir um patrimônio de R$ 10 bilhões. Adicionalmente, a reavaliação anual dos ativos imobiliários gerou um incremento médio de 2,52% no valuation da carteira.
Relatório de 2025-11-28
A captação de R$ 1,4 bilhão na 10ª emissão de cotas e a proposta de consolidação de fundos (LVBI11, PATL e Brookfield) reconfiguraram o escopo de atuação do **HGLG11** em novembro de 2025. O resultado distribuível avançou para R$ 1,06 por cota (ante R$ 0,95 no mês anterior), impulsionado por um ganho não recorrente superior a R$ 0,25/cota referente ao recebimento do ativo Duque de Caxias. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, o que consumiu parte do lucro retido e reduziu a reserva acumulada de R$ 0,35 para R$ 0,21/cota. No portfólio físico, a vacância atual caiu para 2,4% (frente aos 2,8% de outubro), embora a gestão projete um aumento para 4,5% até fevereiro de 2026 devido a saídas mapeadas de locatários como Plastic Omnium, Êxito, TLS e RV Imola. A alavancagem financeira apresentou melhora, recuando para 11,4% (considerando SPEs). O mês também foi marcado pela alocação agressiva dos recursos captados, com a aquisição de dois portfólios logísticos (I e II) que somam mais de 421 mil m² de ABL, além da reavaliação patrimonial positiva de 2,52% nos ativos, fortalecendo o valuation da carteira.
Relatório de 2025-11-27
**HGLG11** anuncia compromisso para a aquisição de portfólio de ativos de galpões logísticos em São Paulo por R$ 807,8 milhões. O fundo **HGLG11** firmou contratos para a compra de participações em sociedades de propósito específico (SPEs) detentoras de três empreendimentos logísticos localizados em Guarulhos, Embu das Artes e São Paulo, totalizando 185.709 m² de Área Bruta Locável (ABL).
A operação foi estruturada com pagamento inicial de R$ 440,2 milhões, dos quais R$ 404,8 milhões foram liquidados via compensação de cotas da 10ª emissão do **HGLG11** e R$ 35,3 milhões em moeda corrente. O saldo remanescente será pago através de parcelas intermediária e final corrigidas pelo IPCA, além da assunção de R$ 173 milhões em dívidas das SPEs e uma parcela de retenção associada ao mecanismo de renda mínima garantida.
Relatório de 2025-11-26
O fundo imobiliário **HGLG11** anunciou a conclusão da aquisição de cinco galpões logísticos que somam 235.459 m² de Área Bruta Locável (ABL) pelo montante total de R$ 850.720.359,94. Os imóveis adquiridos são o Parque Logístico Osasco, Porto Canoa Log, Fernão Dias Business Park, CD Privalia e Betim Business Park, localizados em importantes eixos logísticos dos estados de São Paulo, Espírito Santo e Minas Gerais.
O pagamento inicial de R$ 650.720.359,94 foi realizado substancialmente via compensação de créditos pela subscrição de cotas da 10ª Emissão do **HGLG11** e assunção de obrigações de Certificados de Recebíveis Imobiliários (CRI). O saldo remanescente será liquidado em duas parcelas fixas que vencem em dezembro de 2026 e dezembro de 2027. A transação possui estrutura de renda mínima garantida, que assegura ao fundo um incremento imediato de receita imobiliária.
Relatório de 2025-11-07
O fundo **HGLG11** concluiu a aquisição de uma fração ideal de 17% do empreendimento logístico CONE G06, localizado em Cabo de Santo Agostinho (PE), pelo valor de R$ 11.047.000,00. A transação foi quitada por meio de compensação financeira decorrente de compromisso de subscrição na 10ª Emissão de Cotas do fundo.
Com essa aquisição de ativos, a participação do **HGLG11** no imóvel subiu de 73% para 90%. Como o empreendimento possui atualmente um módulo vago, foi estruturada uma garantia de renda mínima a ser paga pela vendedora, gerando um incremento potencial de receita de R$ 92.058,33 mensais, o correspondente a cerca de R$ 0,002 por cota, mitigando o impacto imediato da vacância no pagamento de dividendos do fundo.
Relatório de 2025-11-05
O fundo **HGLG11** anunciou a conclusão da aquisição de frações ideais de dois ativos de seu portfólio. As transações compreendem a aquisição de 11,5% do galpão performado HGLG Itupeva G300 pelo valor de R$ 24.948.373,12 e de 11,8% do empreendimento em construção HGLG Simões Filho G100 por R$ 38.190.643,50. A quitação dos valores foi realizada por meio de compensação decorrente do compromisso de subscrição de cotas da 10ª Emissão de Cotas do fundo.
Com as aquisições, o **HGLG11** passa a deter 100% de titularidade do empreendimento Itupeva G300, passando a fazer jus a uma receita potencial estimada de aproximadamente R$ 25/m². Adicionalmente, o fundo também passa a ter direito a uma receita potencial de aproximadamente R$ 37/m² referente à fração adquirida no empreendimento Simões Filho G100.
Relatório de 2025-11-04
O fundo **HGLG11** concluiu a aquisição de 50% de fração ideal de galpões logísticos do Condomínio CLCRLog, localizados em Cariacica, Espírito Santo. O preço de aquisição foi ajustado para R$ 207.807.226,62 e quitado mediante a compensação de créditos com o vendedor, originados pela subscrição de 1.281.021 novas cotas da 10ª emissão do fundo.
A transação abrange ativos performados locados para Arezzo, Whirlpool e Suzano, além de módulos em fase de expansão. A estrutura do negócio conta com mecanismos de Renda Mínima Garantida (RMG) de locação e especulativa que totalizam uma receita imobiliária inicial estimada de R$ 1.503.468,94 por mês, representando um incremento imediato de aproximadamente R$ 0,04 por cota para o **HGLG11**.
Relatório de 2025-10-31
A expansão geográfica para o Espírito Santo com a aquisição do galpão em Cariacica e a conclusão da Fase 01 do G100 Simões Filho redefiniram a dinâmica operacional do **HGLG11** em outubro de 2025. O resultado distribuível recuou de R$ 1,09 para R$ 0,95 por cota, refletindo a ausência dos ganhos extraordinários com venda de ativos registrados no mês anterior. Apesar da queda no carrego mensal, o pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, o que consumiu parte do lucro retido e reduziu a reserva acumulada de R$ 0,49 para R$ 0,35 por cota. No portfólio físico, a vacância apresentou leve melhora, caindo de 2,9% para 2,8% com a entrada da Hubhouse em São José dos Campos e a substituição da Westing pela Shineducs no Syslog. Contudo, o cenário prospectivo exige atenção aos riscos de desocupação: a gestão projeta um salto na vacância para 4,6% até fevereiro de 2026, impulsionado por saídas mapeadas em ativos como Syslog, São José e Ribeirão Preto. No front de captação e valuation, a 10ª emissão de cotas integralizou volumes via direito de preferência e sobras, viabilizando o aumento de participação em ativos já presentes no portfólio, como Itupeva G300 (agora 100% do fundo) e Cone G06 (90%). A alavancagem financeira encerrou o mês em 12,1%, com a gestão sinalizando uma trajetória de amortização progressiva das obrigações.
Relatório de 2025-09-30
O anúncio da 10ª Emissão de Cotas no montante de R$ 2,0 bilhões e o salto no resultado financeiro redefiniram a trajetória do **HGLG11** em setembro de 2025. O fundo registrou um resultado distribuível de R$ 1,09 por cota, impulsionado pelo recebimento antecipado de aluguel da Volkswagen no ativo de Vinhedo e pelo ganho de capital na venda de ativos líquidos (CRIs e FIIs) para o pagamento da última parcela do HGLG Goiânia. O pagamento de dividendos foi mantido em R$ 1,10 por cota, consumindo marginalmente a reserva acumulada, que encerrou o mês em R$ 0,49. No portfólio físico, a entrada da Zeta Log no ativo de São José dos Campos reduziu a vacância física para 2,9%. Além disso, a gestão revisou a projeção de vacância para o final do ano, recuando a estimativa de 3,9% (projetada no mês anterior) para 3,3%, mesmo com as saídas mapeadas no Syslog e São José. O desenvolvimento do G100 Simões Filho avançou para 97,4%, com a emissão do Habite-se, mitigando parcialmente os riscos operacionais, embora a contenção 2 siga em análise técnica.
Relatório de 2025-09-29
**HGLG11** define data-base e parâmetros regulatórios para início do direito de preferência de sua 10ª emissão de cotas.
O administrador do fundo **HGLG11** comunicou ao mercado que o dia 29 de setembro de 2025 foi estabelecido como a data-base para a identificação dos cotistas que possuem o direito de preferência para a subscrição de novas cotas. A nova captação prevê a distribuição primária inicial de 12.328.937 cotas sob o fator de proporção de 0,36489558661 para cada cota detida pelos investidores registrados na referida data, sem permissão para frações no arredondamento.
Relatório de 2025-09-23
O fundo **HGLG11** anunciou a assinatura de um Aditivo ao Instrumento Particular de Venda e Compra de Imóvel relativo à alienação de uma fração de terreno localizada em São José dos Campos (SP). Após a conclusão do desmembramento e de um levantamento topográfico, verificou-se que a metragem real do ativo é de 146.945 m² (inferior aos 169.206 m² estimados originalmente), resultando no ajuste proporcional do preço de venda de R$ 12.500.000,00 para R$ 10.854.827,89.
Com a alteração do contrato de venda de ativos, os recebimentos do **HGLG11** ocorrerão por meio de parcelas mensais de R$ 50.000,00 com início em setembro de 2025 e quitação do saldo remanescente em até 60 dias após a data final das prestações. Os valores a receber serão corrigidos monetariamente pelo IPCA, e o fechamento da operação permanece sujeito ao cumprimento de condições precedentes pelas partes.
Relatório de 2025-09-22
O fundo imobiliário **HGLG11** anunciou as condições definitivas para a sua 10ª emissão de cotas, com o objetivo de captar inicialmente R$ 2.000.000.160,14. O valor patrimonial da cota foi fixado em R$ 162,22, sem taxa de distribuição para os investidores, caracterizando uma oferta primária destinada ao público em geral sob o regime de melhores esforços.
Os recursos captados pelo **HGLG11** serão destinados à aquisição de novos ativos imobiliários, ao cumprimento de obrigações financeiras e ao reforço da reserva de caixa do fundo, conforme as diretrizes estabelecidas pela administradora Genial S.A. e pela gestora Patria Investimentos.
Relatório de 2025-09-18
O fundo **HGLG11** comunicou que haverá um rebalanceamento de carteira de índice internacional programado para o dia 19 de setembro de 2025. O fundo integra este índice, o que pode resultar em um eventual ajuste de composição na referida carteira.
Este tipo de rebalanceamento ocorre de forma periódica, seguindo a metodologia própria do índice internacional, tendo a última readequação ocorrido anteriormente em 20 de junho de 2025.
Relatório de 2025-09-05
O fundo **HGLG11** comunicou ao mercado a submissão ao Conselho Administrativo de Defesa Econômica (CADE) de uma potencial transação para aquisição do controle de sociedades proprietárias de quatro ativos logísticos no estado de São Paulo. A operação envolve galpões e pátios localizados na capital paulista, em Guarulhos e em Embu das Artes, somando expressiva área bruta locável para a carteira.
Atualmente, o negócio encontra-se na fase de diligências após a celebração de um Memorando de Entendimentos (MoU). A conclusão do investimento e o respectivo impacto na receita imobiliária e no pagamento de dividendos do **HGLG11** dependem da superação de auditorias e condições precedentes habituais, cujos detalhes financeiros serão informados em Fato Relevante futuro.
Relatório de 2025-08-29
A retração no resultado distribuível para R$ 0,95 por cota marcou a dinâmica financeira do **HGLG11** em agosto de 2025, exigindo o consumo de parte do lucro retido para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,10. Com isso, a reserva acumulada recuou de R$ 0,65 para R$ 0,50 por cota, revertendo a tendência de acúmulo vista no mês anterior. No portfólio físico, a vacância permaneceu estável em 3,0%, equilibrada pela expansão da Shopee no ativo de Betim e a saída da Infracommerce no DCR. Contudo, o carrego do fundo aponta para uma piora na vacância projetada, que deve atingir 3,9% em novembro (ante os 3,4% previstos anteriormente) devido a desocupações mapeadas no Syslog Galeão e SJC. Outro risco intrínseco relevante recai sobre o desenvolvimento do G100 Simões Filho, que sofreu um colapso parcial em sua contenção externa, demandando isolamento da área e revisão técnica, embora a estrutura principal siga ilesa com 92% de avanço físico. Na frente de alocação de capital e valuation, a gestão submeteu ao CADE a aquisição de quatro ativos na região de Guarulhos e São Paulo, além de firmar aditamento para expansão no CLCR Log, indicando um movimento ativo para o crescimento do patrimônio imobiliário.
Relatório de 2025-08-22
O **HGLG11** divulgou aditamento para modificar as condições de aquisição de participação em galpões logísticos localizados em Cariacica (ES), elevando o preço de aquisição de R$ 161.170.000,00 para R$ 206.734.784,30. A alteração ocorre porque o fundo passará a adquirir a área de expansão totalmente construída pelo vendedor, eliminando a obrigação anterior do fundo de aportar diretamente o Capex de obras durante a fase de construção.
A operação do **HGLG11** compreende a promessa de compra de 50% de dois galpões perfomados (83.478 m² de ABL) e de uma expansão de 29.580 m² de ABL, com entrega prevista para outubro de 2025. O montante ajustado será pago integralmente no ato da lavratura da escritura de compra e venda, com previsão contratual de uso de compensação de créditos para a integralização de novas cotas a serem emitidas pelo fundo.
Relatório de 2025-07-31
A forte recomposição do resultado mensal, que saltou para R$ 1,25 por cota, e a queda da vacância física para 3,0% marcaram a virada operacional do **HGLG11** em julho de 2025. Diferente do mês anterior, onde a reserva precisou ser consumida, o fundo conseguiu elevar seu lucro retido de R$ 0,50 para R$ 0,65 por cota, garantindo o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,10. No front imobiliário, as expansões de inquilinos como Bosch e CBB, somadas à entrada da Doremus, levaram a vacância ao menor nível desde 2017. A aprovação da 10ª emissão de cotas em Assembleia Geral Extraordinária reforça a estratégia de otimização da estrutura de capital, que atualmente apresenta uma alavancagem consolidada de 13,8% (via SPE). Apesar do ritmo mais lento nas obras do G100 Simões Filho, o carrego do portfólio mostra resiliência, com a projeção de vacância para novembro revisada para baixo (3,4%), mitigando os riscos das saídas mapeadas no Syslog Galeão e SJC. Na governança, a gestão passou por reestruturação, com Rodrigo Abbud assumindo como head de tijolo.
Relatório de 2025-06-30
A entrega antecipada da Fase 1 do G100 Simões Filho (BTS Mercado Livre) e a convocação para a 10ª emissão de cotas reconfiguraram a dinâmica operacional e de capital do **HGLG11** em junho de 2025. Diferente do mês anterior, que contou com o forte ganho de capital da venda de ativos em Duque de Caxias, o resultado mensal recuou de R$ 1,28 para R$ 0,86 por cota. Para sustentar o pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,10, a gestão precisou acessar a reserva de lucros, que desceu de R$ 0,74 para R$ 0,50 por cota. No front comercial, a entrada da CSL Vifor no Master Labs compensou movimentações menores, mantendo a vacância física estagnada no piso histórico de 3,5%. Contudo, o carrego do portfólio exige atenção no curto prazo: as saídas já mapeadas da Westwing e Plastic Omnium devem elevar a vacância para 3,6% até novembro. A estrutura de capital reflete um nível de alavancagem consolidada de 13,7% (incluindo SPE), justificando a busca por uma nova captação de até R$ 2 bilhões no mercado para otimizar o valuation, reforçar o caixa e viabilizar novas aquisições.
Relatório de 2025-06-17
O fundo **HGLG11** comunicou ao mercado que haverá um rebalanceamento de carteira de índice internacional no dia 20 de junho de 2025. Esse procedimento é periódico e pode resultar em ajuste na composição da carteira do índice do qual o **HGLG11** faz parte, conforme a metodologia estabelecida pelo próprio índice.
Relatório de 2025-05-30
A locação integral do ativo G300 Itupeva para a CEVA derrubou a vacância física do **HGLG11** para 3,5% em maio de 2025, marcando o menor patamar desde fevereiro de 2017 e superando a marca de 5,5% registrada no mês anterior. O carrego do portfólio foi impulsionado por um evento extraordinário: a segunda parcela da venda de ativos referente ao HGLG Duque de Caxias, que injetou R$ 0,22 por cota no caixa. Esse movimento elevou o resultado mensal de R$ 1,13 para R$ 1,28 por cota, permitindo a manutenção do pagamento de dividendos em R$ 1,10 e o robustecimento da reserva acumulada, que saltou de R$ 0,56 para R$ 0,74 por cota. No aspecto de valuation e estrutura de capital, o patrimônio líquido manteve-se estável na casa dos R$ 5,5 bilhões, enquanto a alavancagem financeira consolidada permaneceu em 11,7%. Contudo, a gestão estruturou uma nova dívida via SPE no valor de R$ 120 milhões (IPCA + 4,50% a.a.) para o desenvolvimento do BTS Simões Filho. Os riscos de curto prazo seguem atrelados às desocupações já mapeadas da Westwing e Plastic Omnium, que devem pressionar levemente a vacância para 3,6% até novembro, exigindo monitoramento contínuo para sustentar a distribuição de rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-30
A absorção de 14 mil metros quadrados em novas locações nos ativos Cone G06 e DCR reverteu a tendência de alta na desocupação do **HGLG11**, comprimindo a vacância física de 6,6% para 5,5% no fechamento de abril de 2025. O carrego do portfólio foi fortemente impulsionado pelo recebimento do aluguel trimestral da Volkswagen no ativo de Vinhedo, injetando R$ 0,28 por cota e elevando o resultado financeiro mensal de R$ 0,81 para R$ 1,13 por cota. Essa geração de caixa extraordinária permitiu a manutenção do pagamento de dividendos no patamar de R$ 1,10 por cota, além de recompor levemente a reserva acumulada para R$ 0,56. No aspecto de valuation e estabilidade, o prazo médio dos contratos (WALE) avançou para 4,6 anos, suportado por renovações expressivas como a da Cremer, que garantiu um incremento de 21% no valor de locação. Apesar da melhora operacional, o patrimônio líquido do fundo permaneceu estável na casa dos R$ 5,5 bilhões, enquanto a alavancagem financeira registrou um leve ajuste para 11,7%. Os riscos de curto prazo concentram-se nas devoluções já mapeadas da Plastic Omnium e Westwing, que devem pressionar a vacância de volta ao patamar de 5,7% até o final do semestre, exigindo atenção contínua na gestão comercial para sustentar os rendimentos mensais.
Relatório de 2025-04-05
O fundo **HGLG11** aprova a sua 11ª emissão de cotas para captação de recursos de até R$ 700 milhões. A administradora aprovou a distribuição pública primária sob o regime de melhores esforços, tendo como público-alvo investidores profissionais e garantindo o direito de preferência aos atuais cotistas.
O valor de emissão por cota do **HGLG11** será de R$ 166,58, baseado no valor patrimonial das cotas em 31 de dezembro de 2025. Os recursos líquidos obtidos serão destinados primordialmente para a aquisição de ativos, com destaque para a compra de 100% dos ativos do Patria Logística FII (PATL), liquidação de obrigações e formação de reserva de caixa.